Taxa de positividade de Covid em laboratórios chega a 60% em janeiro. Procura por exames de Influenza caiu

02 de Fevereiro de 2022 – Na última semana de janeiro de 2022 os laboratórios de medicina diagnóstica associados a Abramed (Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica) realizaram quase 390 mil exames de Covid-19. O número representa um aumento de 18% em relação à semana anterior – quando haviam sido realizados mais de 320 mil exames. A taxa de positividade também aumentou, passando de 57% na semana encerrada no dia 23 para 60% na semana encerrada no dia 30.  A procura por exames de Influenza caiu 12% no mesmo período, sendo realizados mais de 150 mil exames. A taxa de positividade passou de 7,7% para 2,8% . 

Ainda com relação ao influenza, o pico de positividade não foi em janeiro, mas sim na última semana de dezembro, quando a taxa de positividade chegou a 41%. Em janeiro a taxa de positividade média foi de 12,5%. Na primeira semana do mês essa taxa era de 30%. 

Estoques

Sobre os estoques dos insumos para a realização dos exames de Covid-19, que sofreram escassez nas primeiras semanas do ano, a Abramed informa que os  estoques estão sendo repostos e que algumas regiões já apresentam  normalidade no atendimento. 

Cabe ressaltar que a Diretoria de Portos e Aeroportos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem facilitado a liberação de reagentes importados, conforme disponibilidade, o que vem favorecendo a reposição dos estoques.

A Abramed vem acompanhando o cenário diariamente, e informará a respeito de atualizações.

SOBRE A ABRAMED

Fundada em 2010, a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica – ABRAMED, surgiu num momento de transformações no sistema de saúde brasileiro, entre elas a consolidação de um novo perfil empresarial e o estabelecimento de regulamentações determinantes para o futuro da medicina diagnóstica no país. Esse cenário foi propício para que as empresas com atuação de ponta no país vislumbrassem os benefícios de uma ação integrada em torno da defesa de causas comuns.

A Abramed expressa também a visão de um setor de grande relevância socioeconômica, cujo desempenho tem impacto significativo sobre a saúde de parcela expressiva da população.

A Abramed conta com associados, que, juntos, respondem por mais de 65% de todos os exames realizados pela saúde suplementar no país. Essas empresas também são reconhecidas por sua qualidade na prestação de serviços, pela excelência tecnológica e pelas práticas avançadas de gestão, inovação, governança e responsabilidade corporativa.

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Deborah Rezende

Jornalista | Assessora de Imprensa

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Venda de autotestes de Covid-19 no Brasil

São Paulo – 28/01/2022 – Sobre a liberação da venda de autotestes de Covid-19 no Brasil, a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) apoia a utilização desta modalidade de testagem, pois reconhece sua utilidade como triagem neste momento da pandemia, e aguarda a inclusão das orientações sobre o uso dos autotestes em uma atualização do “Plano Nacional de Expansão de Testagem para Covid-19” (PNE Teste). 

Entretanto, sente-se na obrigação de alertar e reforçar a sua preocupação com a qualidade desses dispositivos e possíveis falhas na execução dos autotestes que, embora tenham uma aparente facilidade de aplicação, têm complexidade tecnológica e exigem que todas as etapas sejam realizadas com muito cuidado. 

Imperfeições nessas etapas levam a obtenção de falso-negativos, o que, do ponto de vista epidemiológico, é extremamente grave por trazer falsa sensação de segurança em relação a não transmissibilidade da COVID-19. 

Face a essas preocupações, a Abramed, junto a Sociedade Brasileira de Análises Clínicas – SBAC, e a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica / Medicina laboratorial – SBPC/ML, enviou ofício ao Ministério da Saúde, solicitando que os Laboratórios Clínicos participem da realização dos autotestes, em caráter temporário e excepcional, disponibilizando seu ambiente controlado para que os pacientes realizem o procedimento com a orientação e supervisão de profissionais capacitados, bem como para terem seus resultados comunicados aos órgãos sanitários competentes, como já é prática nesses estabelecimentos. 

Por fim, reafirmamos que o autoteste trata-se de um teste de triagem e requer confirmação para diagnóstico.

SOBRE A ABRAMED Fundada em 2010, a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica, entidade sem fins lucrativos, é resultante da união de importantes instituições de medicina diagnóstica, laboratorial e por imagem, comprometidas com a ética e a qualidade dos serviços prestados, promovendo a melhoria contínua de serviços no setor da saúde, além de reunir, produzir, sistematizar e disseminar conhecimentos interdisciplinares.

Falta reagente e política para autoteste

Em nota publicada no Jornal Zero Hora, Alex Galoro, diretor do Comitê de Análises Clínicas da Abramed, disse que a mesma falta de reagentes que afeta os laboratórios limita a produção de autotestes. Mesmo que a Fiocruz fosse demandada a aumentar a produção de testes destinados a postos de saúde – o que não deve ocorrer, por não haver intenção de fazer distribuição gratuita -, esbarraria na dificuldade de importação que afeta os laboratórios privados. Confira a publicação na íntegra AQUI.

Presidente do Conselho de Administração da Abramed, Wilson Scholnik, fala ao Jornal Nacional

O presidente do Conselho de Administração da Abramed, Wilson Scholnik, falou ao Jornal Nacional, no último dia 12 de janeiro, em reportagem sobre o aumento de casos de Covid e a escassez de testes pelo Brasil. Segundo Scholnik, a corrida global por testes provocou uma escassez de insumos e não há previsão para normalização do fornecimento. A Abramed recomenda que alguns pacientes sejam priorizados. Confira a reportagem na íntegra aqui.

Em matéria sobre o mesmo tema, publicada pelo O GLOBO, a Abramed recomendou aos laboratórios privados brasileiros que “cessem” a testagem de pacientes com poucos sintomas ou assintomáticos para a Covid-19. A justificativa para essa medida está na iminente falta de insumos para realização de testes RT-PCR, que identificam o material genético do vírus, e de testes de antígeno, que detectam proteínas ligadas ao coronavírus. Leia a reportagem aqui.

Segundo a Abramed, seus associados respondem por mais de 65% de todos os exames realizados pela saúde suplementar no País. Para eles, a associação emitiu nota técnica pedindo pela priorização de pacientes a serem testados.  A escala de gravidade se dá na seguinte ordem: pacientes que tenham maior gravidade de sintomas; doentes hospitalizados e cirúrgicos; pessoas no grupo de risco; gestantes; trabalhadores assistenciais da área da saúde; e colaboradores de serviços essenciais. Veja reportagem do Estadão clicando aqui.

Laboratórios alertam para ameaça de desabastecimento de insumos para testes de Covid-19

Abramed orienta para utilização criteriosa de testes para evitar risco da redução da  oferta de exames

A importância da testagem de toda a população para controle epidemiológico e manejo de pacientes em uma pandemia é reconhecida por todos os profissionais de saúde e até mesmo por pacientes. Todavia a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) alerta que, assim como em outras partes do mundo,  a alta demanda de exames laboratoriais para o diagnóstico da Covid-19 trouxe ao setor de medicina diagnóstica brasileiro a preocupação com a falta de insumos necessários para a realização desses exames.

A alta transmissibilidade da nova variante Ômicron causou aumento exponencial de casos, o que vem demandando significativo aumento da  capacidade produtiva global de testes, tanto de PCR como de antígeno, e se os estoques não forem recompostos rapidamente poderá ocorrer a falta de oferta de exames. 

“Quando avaliamos as notícias que vêm de outros países, de que eles já estão sem insumos, é certo que o problema chegará ao Brasil”, explica o presidente do Conselho de Administração da Abramed, Wilson Shcolnik. “Não é possível mensurar nesse momento até quando poderemos atender, pois os estoques são variados dependendo do laboratório e da região, mas há um risco real de desabastecimento”, alerta o executivo.

A entidade prepara uma nota técnica para seus associados recomendando a priorização de pacientes para efetuarem os testes, segundo uma escala de gravidade: “O ideal seria seguirmos testando todo mundo que se expôs de alguma forma, porém, com o cenário que vislumbramos a curto prazo, recomendamos fortemente que sejam submetidos a testes apenas os pacientes que tenham maior gravidade de sintomas, pacientes hospitalizados e cirúrgicos, pessoas no  grupo de risco, trabalhadores assistenciais da área da saúde, e colaboradores de serviços essenciais, cessando a testagem de contactantes, assintomáticos e pessoas com sintomas leves, que devem permanecer em isolamento até que o cenário seja normalizado, deixando a possibilidade de teste para os pacientes mais críticos”, reitera Shcolnik.

SOBRE A ABRAMED

Fundada em 2010, a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica, entidade sem fins lucrativos, é resultante da união de importantes instituições de medicina diagnóstica, laboratorial e por imagem, comprometidas com a ética e a qualidade dos serviços prestados, promovendo a melhoria contínua de serviços no setor da saúde, além de reunir, produzir, sistematizar e disseminar conhecimentos interdisciplinares.

Exames para detecção de COVID-19 aumentaram 98% entre a semana do natal e o início de janeiro

Segundo dados extraídos dos associados da Abramed, além do salto na procura pelas testagens, houve um crescimento na taxa de positividade. Já os exames para detecção do vírus Influenza cresceram 1000% antes mesmo da virada do ano em alguns laboratórios

O início de 2022 está sendo marcado por um intenso aumento na demanda nos laboratórios privados nacionais por exames para detecção da infecção pelo novo coronavírus.  Dados da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) mostram que, entre as empresas associadas – que respondem por mais de 65%% de todos os exames realizados pela saúde suplementar no país,  entre os dias 3 e 8 de janeiro de 2022 foram mais de 240 mil exames feitos. Esses números representam aumento de 98% no número de exames realizados, em comparação a semana do natal (20 a 26 de dezembro de 2021).

A positividade também cresceu quando comparado esse mesmo período. O volume de exames com resultados positivos para Covid-19 passou de uma média de 7,6% na para mais de 40%, agora no início do mês. Apesar de não existirem dados comparativos com essa mesma semana em 2021, se o ritmo for mantido, a expectativa é que, até o final do mês, os números alcancem os registrados no final de  janeiro de 2021, quando foram realizados cerca de 1,5 milhão de exames.

Os exames para detecção do vírus Influenza também apresentaram aumento expressivo antes mesmo da virada do ano. Alguns laboratórios associados da Abramed registraram elevação superior a 1000% entre a primeira e a última semana de dezembro de 2021. A taxa de positividade chegou a 40% neste mesmo período. Entretanto, em janeiro, apesar do alto volume de testagens, a taxa de positividade caiu para 10% nos exames de Influenza.

SOBRE A ABRAMED

Fundada em 2010, a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica – ABRAMED, surgiu num momento de transformações no sistema de saúde brasileiro, entre elas a consolidação de um novo perfil empresarial e o estabelecimento de regulamentações determinantes para o futuro da medicina diagnóstica no país. Esse cenário foi propício para que as empresas com atuação de ponta no país vislumbrassem os benefícios de uma ação integrada em torno da defesa de causas comuns.

A Abramed expressa também a visão de um setor de grande relevância socioeconômica, cujo desempenho tem impacto significativo sobre a saúde de parcela expressiva da população.

A Abramed conta com associados, que, juntos, respondem por mais de 65% de todos os exames realizados pela saúde suplementar no país. Essas empresas também são reconhecidas por sua qualidade na prestação de serviços, pela excelência tecnológica e pelas práticas avançadas de gestão, inovação, governança e responsabilidade corporativa.

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Deborah Rezende

Jornalista | Assessora de Imprensa

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Antígeno ou PCR? Abramed participa de reportagem da BBC sobre qual teste fazer em cada suspeita de Covid

O avanço da variante ômicron é um dos principais fatores por trás do aumento impressionante no número de novos casos de covid-19 registrados em várias partes do mundo. 

No Brasil, o apagão de dados do Ministério da Saúde após um ataque hacker no início de dezembro dificulta a notificação dos casos e impede análises mais aprofundadas sobre o atual cenário da crise sanitária por aqui. Por enquanto, os relatos mais confiáveis vêm da linha de frente, onde os profissionais de saúde já lidam com o aumento na chegada de pacientes com sintomas de infecção respiratória em hospitais, prontos-socorros e laboratórios de diagnóstico nos últimos dias.

Mas o que uma pessoa que está com sintomas de covid, como febre, tosse, cansaço, perda de paladar ou olfato, dores e diarreia, pode fazer para saber se está (ou não) com a doença? Quais exames são indicados?

RT-PCR: alto grau de confiança, mas resultado costuma demorar

Esse teste é considerado “padrão ouro” pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Na prática, isso significa que ele traz os resultados mais confiáveis e define se um indivíduo está com covid-19 ou não.

Ele também traz algumas desvantagens: é uma opção mais cara (chega a custar entre 200 e 400 reais na rede privada) e o laudo com o resultado pode demorar mais de um dia para ficar pronto. 

“Além disso, o RT-PCR é um método que exige profissionais muito capacitados e equipamentos de alta complexidade, que não estão facilmente disponíveis em todos os laboratórios”, acrescentou o presidente do conselho de administração da Abramed, Wilson Shcolnik.

Confira a reportagem na íntegra AQUI.

O texto também foi replicado pelo portal G1. Veja AQUI.

Abramed é consultada pelo O GLOBO em matéria sobre falta de dados da Covid-19

No último sábado (08/01), o presidente do conselho de administração da Abramed, Wilson Shcolnik, falou ao #OGLOBO, em matéria intitulada “Ataque hacker, lentidão de sistema e aumento de casos explicam falta de dados da Covis-19”. Sistema fora do ar após ataque hacker, atraso de digitação e avalanche de novos testes. São diversos os motivos que explicam o atual apagão de dados sobre casos de Covid-19 no Brasil. Apenas no que diz respeito aos laboratórios privados, a Abramed estima que há mais de 1 milhão de exames da doença represados desde 10 de dezembro, quando os sistemas do Ministério da Saúde foram invadidos.

“Todos os grandes laboratórios estão acumulando resultados de Covid, e, pela nossa estimativa, já devemos ter mais de um milhão de resultados represados, pois a transmissão foi totalmente interrompida”, disse Shcolnik.

Leia a reportagem na íntegra AQUI.

Abramed manteve papel de destaque na mídia em 2021

Entidade atuou como principal fonte de dados do setor para veículos de grande imprensa no Brasil

A Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), como entidade que representa instituições líderes no mercado de medicina diagnóstica, manteve seu papel de destaque na mídia em 2021, sendo fonte de informação falando sobre os testes para covid-19; os exames que deixaram de ser feitos durante a pandemia; as preocupações pela realização de testes para covid em farmácias; e a importância da medicina diagnóstica, com destaque em caderno especial na Folha de S. Paulo.

Além disso, atuou com parceria frequente junto a veículos como Globo, Record, TV Cultura, Estadão, G1 e Valor Econômico, que estabeleceram a entidade como fonte segura quando o assunto é diagnóstico.

Outros importantes destaques são a matéria do UOL Viva Bem para explicar a diferença entre testes de covid após caso de reinfecção pela doença. Também a participação como fonte principal para falar sobre o aumento na demanda por testes RT-PCR no primeiro semestre e o amplo destaque no jornal Valor Econômico, em caderno especial dedicado ao tema Medicina Diagnóstica. O veículo ressaltou que investimentos em pesquisa e tecnologia, além de aquisições, alteram o perfil do setor de medicina diagnóstica no Brasil.

Outra matéria ressaltou a busca do segmento para governança de dados e mencionou que, no início de outubro, a Associação lançou o Guia de Boas Práticas em Proteção de Dados para o Setor de Medicina Diagnóstica.

Essas e outras matérias podem ser acessadas em detalhes na seção Abramed na Mídia em nosso site. Clique aqui e confira.

Abramed é citada em reportagem do Valor Econômico

Dados da Abramed integraram reportagem do #ValorEconômico publicado ontem (06/12), que destacou que menos da metade das mulheres com planos de saúde realizam mamografia e papanicolau, exames preventivos que contribuem para o diagnóstico precoce do câncer de mama e colo do útero. E esse comportamento já era observado em 2019, ou seja, antes da pandemia que derrubou o volume de exames de rotina. 

Segundo levantamento da consultoria americana Lockton, de abril de 2019 a março de 2020, com 59,2 mil mulheres com idade entre 25 e 64 anos, só 37% realizaram o papanicolau. Durante a pandemia (abril de 2020 a março de 2021) o percentual foi o mesmo.

Segundo a Abramed, entre março e agosto de 2020, o volume de exames de mamografia caiu 46,4% em relação ao mesmo período de 2019. Na comparação do acumulado do ano, a queda é de 28%. Confira a publicação na íntegra aqui.