Milva Pagano aborda papel da medicina diagnóstica na longevidade em artigo no Futuro da Saúde

Milva Pagano aborda papel da medicina diagnóstica na longevidade em artigo no Futuro da Saúde

Diretora-executiva da Abramed relaciona prevenção, acompanhamento contínuo e Diagnóstico 5.0 à promoção da saúde e da autonomia ao longo da vida

Viver mais não significa, necessariamente, viver melhor. Essa é uma das reflexões apresentadas por Milva Pagano, diretora-executiva da Abramed, no artigo “Longevidade e diagnóstico 5.0: viver mais é apenas o começo”, publicado no Futuro da Saúde. No texto, a executiva destaca a importância de incorporar a prevenção e o acompanhamento da saúde à rotina desde as primeiras etapas da vida, em vez de concentrar os cuidados apenas na velhice.

Milva explica que os exames, quando indicados de acordo com o histórico clínico, a idade e os fatores de risco, ajudam a identificar alterações, acompanhar doenças crônicas e orientar decisões médicas, mesmo antes do aparecimento de sintomas. “A longevidade não começa aos 60, 70 ou 80 anos. Ela começa muito antes”, afirma.

Outro ponto abordado é o Diagnóstico 5.0, conceito que reúne tecnologia, dados e conhecimento clínico para apoiar um cuidado mais individualizado. A executiva destaca o potencial da Inteligência Artificial, da automação e dos avanços em biologia molecular e genética, mas ressalta que essas ferramentas precisam estar conectadas à jornada do paciente. 

Leia o artigo completo no Futuro da Saúde: https://futurodasaude.com.br/longevidade-diagnostico-artigo-milva-pagano/

Postado em: 28/10/2026

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