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Esta edição contém análises sobre temas que devem mobilizar a saúde nos próximos meses e que estarão na programação da 10ª edição do FILIS. Abrimos com os impactos da Lei nº 15.377/2026 e o ​​papel das empresas na conscientização sobre vacinação e exames de rastreamento.

Falamos sobre a importância da medicina diagnóstica na pesquisa clínica, os desafios de construir uma regulação capaz de acompanhar a velocidade da inovação e a importância da confiança e da governança em um setor cada vez mais orientado por dados.

Também discutimos como a Inteligência Artificial está redefinindo o perfil dos profissionais de saúde e analisamos o cenário que deve marcar o segundo semestre, com a agenda regulatória, o ambiente eleitoral e os principais temas que permanecerão no radar do setor. 

Boa leitura!

Nova lei amplia o papel das empresas na promoção do diagnóstico

Ao incentivar ações de conscientização sobre vacinação e rastreamento, a Lei nº 15.377/2026 reforça a prevenção e amplia o papel da medicina diagnóstica nas estratégias corporativas de promoção da saúde.  

Confira as mudanças

Diálogo e decisões estratégicas orientam a agenda da saúde no segundo semestre

Definições regulatórias, eleições e iniciativas da Abramed devem movimentar o segundo semestre. Inteligência artificial, sustentabilidade, transformação assistencial e governança estarão entre as pautas que exigirão articulação, dados e propostas do setor.
 

FILIS chega à 10ª edição transformando debates em propostas para a saúde  

No dia 26 de agosto, o FILIS reunirá lideranças, executivos e autoridades para construir propostas em torno de quatro temas centrais para a saúde: regulação, valor da medicina diagnóstica, ESG e inteligência artificial.

A programação abordará os caminhos para acompanhar a inovação com segurança, fortalecer a governança das organizações, ampliar o reconhecimento do diagnóstico na jornada de cuidado e incorporar a inteligência artificial de forma responsável.


Confira a programação completa

O desafio de regular uma saúde em transformação sem perder segurança

A inovação torna a jornada do paciente mais conectada e amplia a capacidade e a precisão do diagnóstico. Ao mesmo tempo, a velocidade das mudanças desafia modelos regulatórios historicamente construídos para um ritmo mais lento.

Como equilibrar essa relação?

A inovação em saúde começa pelo diagnóstico: a importância dos exames na pesquisa clínica

Por trás de cada nova terapia existe uma etapa indispensável para transformar o conhecimento científico em cuidado: a medicina diagnóstica. Por meio dos exames, pesquisadores identificam biomarcadores, selecionam pacientes para estudos clínicos, acompanham uma resposta aos tratamentos e produzem evidências que sustentam a incorporação de novas tecnologias à prática médica. 

Entenda essa relação

Confiança será o principal ativo da saúde digital

Na saúde, um dado inconsistente, um algoritmo pouco transparente ou uma informação sem rastreabilidade podem comprometer diagnósticos, tratamentos e a segurança do paciente.

Descubra por que a confiança será o principal ativo do setor

O novo profissional de saúde: entre a prática clínica, os dados e a Inteligência Artificial

Hoje, médicos, gestores e equipes multiprofissionais precisam aliar excelência técnica à capacidade de lidar com dados, sistemas e ferramentas de IA. Isso exige novas competências e conhecimentos.

O que esperar do novo profissional de saúde?
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