Radiologia, radiômica e o desafio da sustentabilidade em saúde 

Imagens com maior resolução e Inteligência Artificial ampliam a capacidade diagnóstica e apoiam decisões clínicas mais precisas, contribuindo para o direcionamento adequado de tratamentos e procedimentos.  

Em 2016, o cientista Geoffrey Hinton, vencedor do Prêmio Nobel de Física de 2024, afirmou publicamente que em poucos anos não seria mais necessário formar radiologistas. A previsão não se confirmou e a demanda pela especialidade só cresceu desde então. A necessidade do radiologista não desapareceu; pelo contrário, aumentou. 

A radiômica vem apresentando publicações cada vez mais robustas e, apesar de ainda ser experimental, o horizonte a médio e longo prazo é promissor. Estamos em uma etapa em que melhorar a imagem significa também extrair mais informação e compreender aquilo que o olho humano não consegue perceber sozinho.  

Essa transformação pode modificar de forma significativa o papel do diagnóstico por imagem. Em vez de apenas responder o que está presente em determinado momento, caminhamos para uma radiologia capaz de estimar o que determinado achado pode representar e como poderá se comportar. 

Na tomografia computadorizada, uma das tecnologias que apontam nessa direção é a contagem de fótons, ou photon counting. O ganho de resolução espacial permite caracterizar melhor pequenas estruturas e alterações cuja caracterização, com tecnologias anteriores, seria menos precisa. Na avaliação das artérias coronárias, por exemplo, pode significar maior precisão na caracterização das placas e do grau de obstrução. O mesmo princípio ajuda, em outros órgãos, a compreender lesões pequenas ou inicialmente indeterminadas. 

Produzir imagens melhores, porém, é apenas uma parte dessa evolução. A Inteligência Artificial, o aprendizado de máquina e o deep learning dependem essencialmente da qualidade da informação que recebem. É o velho garbage in, garbage out: não existe algoritmo capaz de compensar indefinidamente uma base de má qualidade. Quanto melhores a imagem e os dados, maior a possibilidade de extrair informações clinicamente úteis. 

É nesse aspecto que a radiômica, método que transforma exames de imagem em dados numéricos detalhados, ganha importância. A partir dos pixels e de diferentes atributos quantitativos da imagem, ela permite analisar características não necessariamente identificáveis pela observação humana convencional e buscar correlações com achados, comportamentos ou desfechos. 

Isso abre uma perspectiva particularmente relevante diante dos achados indeterminados. Depois dos 50 anos, até 15% das pessoas apresentam algum nódulo pulmonar identificado num exame de tomografia. Isso não é sinônimo de câncer, pois a imensa maioria dessas alterações é benigna. Dependendo das características da lesão e do perfil do paciente, porém, novas imagens podem ser necessárias alguns meses depois para verificar se houve crescimento e, em determinadas situações, chega-se à necessidade de uma biópsia. 

Esse acompanhamento é indispensável quando bem indicado. O desafio é saber se novas tecnologias poderão nos ajudar a distinguir, com maior segurança, quem realmente precisa avançar para uma investigação invasiva e quem poderia ser acompanhado de outra maneira. 

A possibilidade de combinar características quantitativas da imagem com genética, genômica, histórico familiar, fatores de risco e outros dados clínicos poderá permitir calcular com maior precisão a probabilidade de uma lesão apresentar risco de malignidade. 

Vejo nessa integração uma das principais transformações dos próximos anos. A tecnologia amplia a quantidade de informação disponível e, com isso, aumenta a responsabilidade de quem precisa interpretá-la e integrá-la ao contexto clínico. O radiologista terá de compreender a imagem, os algoritmos, suas limitações e sua relação com outras informações do paciente. 

É nesse sentido que vejo esse profissional se tornando cada vez mais um gatekeeper: alguém que tem a imagem em mãos e está bem posicionado para integrar essas informações e discuti-las com o médico responsável pela conduta. Quanto mais complexa a medicina se torna, menos sentido faz trabalhar com informações fragmentadas. 

Há ainda uma dimensão importante de eficiência. Já existem algoritmos capazes de acelerar exames de ressonância magnética, como os musculoesqueléticos, reduzindo o tempo necessário para a captação das imagens. Isso permite utilizar melhor um equipamento de alto custo, ampliar sua capacidade de atendimento e melhorar a experiência do paciente. Para quem sente dor, ansiedade ou claustrofobia, permanecer menos tempo dentro do aparelho também faz parte da qualidade do cuidado.  

Por isso, a discussão econômica sobre inovação em saúde não pode se limitar ao preço de compra de uma tecnologia ou à remuneração de determinado exame. Quando incorporamos um equipamento mais avançado, o retorno não aparece necessariamente como receita maior naquele procedimento. O valor pode estar em um exame mais rápido e confortável, em menos repetições, em um diagnóstico mais preciso, em uma intervenção evitada ou no início mais adequado de um tratamento. 

Tecnologia também pode ser instrumento de sustentabilidade. Uma inovação mais cara pode reduzir custos globais se eliminar etapas desnecessárias da jornada assistencial. Da mesma forma, uma solução aparentemente mais barata pode gerar desperdício quando produz informação insuficiente, exige repetição ou leva a decisões menos precisas. 

A lógica precisa ser de custo-efetividade e geração de valor. Esse talvez seja um dos debates mais importantes para o futuro da medicina diagnóstica. 

Não basta saber quantos exames conseguimos realizar ou quantas novas tecnologias conseguimos incorporar. Precisamos avaliar quanto conhecimento extraímos de cada exame, quanto essa informação melhora a decisão médica e quais etapas da jornada do paciente podem ser evitadas ou qualificadas. 

Radiômica, Inteligência Artificial, novas gerações de equipamentos e integração de dados são ferramentas. O verdadeiro valor delas estará na capacidade de diminuir incertezas para o médico e para o paciente, permitindo melhor utilização dos recursos do sistema de saúde. Esse é o valor que a inovação diagnóstica precisa entregar. 

Cesar Higa Nomura – Presidente do Conselho de Administração da Abramed e Diretor de Medicina Diagnóstica do Hospital Sírio-Libanês 

Dengue: positividade começa 2026 em patamar mais baixo, mas exige atenção

Índice é quase a metade do registrado em janeiro de 2025, quando a taxa chegou a 17,7%; ações preventivas contribuem para o cenário mais favorável, mas o clima ainda inspira cautela

Dados da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) indicam que a taxa de positividade para dengue no Brasil está abaixo do esperado para este início de ano. Até a segunda semana de janeiro de 2026, o índice gira em torno de 9,4%. Em 2025, no mesmo período, a taxa era de 17,7%.

A leitura dos dados laboratoriais consolidados até a 3º semana de janeiro de 2026 mostra que a média móvel das últimas cinco semanas ainda aponta tendência de queda, reflexo de uma redução pontual registrada no fim de dezembro.

Ao mesmo tempo, as semanas mais recentes já indicam retomada da positividade, com aproximação aos níveis tradicionalmente observados neste momento do calendário epidemiológico.

Apesar do cenário inicial mais favorável, a Abramed alerta que, historicamente, a segunda semana de janeiro costuma representar um ponto de inflexão, antecedendo a elevação dos casos de dengue. Por isso, o acompanhamento das próximas semanas é considerado essencial.

Segundo o patologista clínico Alex Galoro, líder do Comitê Técnico de Análises Clínicas da Abramed, o momento exige cautela na leitura dos dados.

“A taxa de positividade permanece abaixo do que normalmente observamos em janeiro quando analisamos a média móvel. No entanto, os dados mais recentes já mostram retomada após uma queda pontual, em linha com o comportamento histórico deste início de ano. Por isso, o monitoramento atento nas próximas semanas é fundamental”, afirma Galoro.

Cenário inicial favorável não afasta risco de aumento nos próximos meses

Ainda de acordo com o especialista, fatores como ações preventivas mais intensas, maior conscientização da população e o início de estratégias de vacinação contra a dengue em alguns municípios brasileiros podem ajudar a explicar o comportamento observado nas primeiras semanas do ano. Ainda assim, a dinâmica da doença permanece fortemente associada a fatores climáticos e ambientais.

“A dengue apresenta um padrão bem definido, relacionado ao regime de chuvas, à temperatura e à circulação do vetor. Um começo de ano com taxa de positividade mais baixa não afasta a possibilidade de crescimento sustentado nas semanas seguintes”, explica o patologista.

Diagnóstico laboratorial é fundamental para a vigilância epidemiológica

Para a Abramed, o cenário reforça a importância da vigilância contínua apoiada pela medicina diagnóstica, especialmente em momentos de transição epidemiológica.

“Os dados laboratoriais funcionam como um termômetro quase em tempo real da circulação do vírus. Eles permitem identificar mudanças de comportamento com antecedência, apoiar decisões em saúde pública e orientar a prática clínica de forma mais precisa”, destaca Galoro.

29 de janeiro de 2026.

Abramed integra o Movimento Empresarial pela Saúde e reforça a Medicina Diagnóstica como pilar da gestão da saúde corporativa

A atuação da entidade no projeto liderado pelo SESI e pela CNI  fortalece a governança corporativa do cuidado, evidenciando a importância da Medicina Diagnóstica para decisões mais qualificadas ao longo da jornada do paciente.

O aumento dos custos assistenciais e o envelhecimento da população colocaram a saúde entre as principais preocupações do setor produtivo. Nos últimos anos, os gastos com assistência médica têm se tornado uma fatia expressiva dos custos de pessoal e benefícios nas empresas, muitas vezes ficando atrás apenas da folha de pagamento, o que torna a gestão da saúde dos trabalhadores um tema cada vez mais estratégico para a competitividade dos negócios.

Desde 2024, a Abramed integra o Conselho Deliberativo do Movimento Empresarial pela Saúde (MES) por meio de uma contribuição técnica para uso adequado de exames clínicos. A iniciativa é liderada pelo Serviço Social da Indústria (SESI) e foi criada em conjunto com a Confederação Nacional da Indústria (CNI) para reunir empresas, entidades setoriais, Governo e especialistas, construir soluções para a saúde no Brasil e responder a demandas crescentes relacionadas ao cuidado dos colaboradores, ao bem-estar no ambiente de trabalho e à manutenção dos custos assistenciais.

A centralidade das empresas nesse debate é justificada por dados objetivos. Segundo dados do SESI, atualmente, 13,1% da folha de pagamento das indústrias é destinada a gastos com planos de saúde, o que faz da assistência médica um dos principais custos corporativos, atrás apenas da folha salarial. Além disso, 10,8 milhões de pessoas estão vinculadas a planos coletivos sob responsabilidade da indústria, o que comprova o peso desses players como principais financiadores da saúde suplementar no país.

Mas, apesar desse papel determinante, por muitos anos a governança da gestão do cuidado esteve concentrada principalmente em operadoras e intermediários.. O MES nasceu justamente para alterar esse cenário, reposicionando as organizações como protagonistas da governança da saúde corporativa, com maior capacidade de influenciar modelos assistenciais, políticas de promoção da saúde e mecanismos de incentivo à qualidade.

Para Emmanuel Lacerda, gerente executivo de Saúde e Segurança na Indústria da CNI, a iniciativa representa uma mudança concreta na forma como o setor produtivo se posiciona diante do tema.
 “Construímos um movimento de empresas para melhorar a saúde do ponto de vista do acesso, da qualidade, da eficiência e da sustentabilidade. Isso passa pelos planos de saúde, mas também por uma melhoria da saúde pública, já que nem todas as companhias conseguem prover esse benefício aos seus trabalhadores”.

O MES está estruturado em dois níveis principais — Conselho Estratégico, formado por lideranças empresariais, representantes institucionais e Governo, e Comitê Executivo, composto por gestores das companhias —, além de Grupos Temáticos que organizam a atuação em frentes como sustentabilidade do sistema, saúde mental, dados e inteligência em saúde. Esse desenho permite às organizações acompanhar de forma mais ativa a gestão do cuidado dos seus colaboradores e alinhar decisões a objetivos de longo prazo.

Ao longo de suas reuniões, o MES tem promovido um diálogo estruturado entre diferentes atores do setor, reunindo representantes da indústria farmacêutica, entidades setoriais, dirigentes das indústrias-membro do movimento, associações médicas, executivos de planos de saúde e especialistas do ecossistema. Em agendas específicas, também há interlocução com órgãos públicos e reguladores, como Ministério da Saúde, Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), fortalecendo o debate sobre sustentabilidade, eficiência e qualidade na saúde.

São encontros que permitem alinhar diagnósticos, debater o aumento dos custos assistenciais, discutir caminhos regulatórios e firmar agendas de trabalho integradas, reforçando o papel do movimento como espaço de convergência entre empresas e formuladores de políticas públicas.

Para a Abramed, a participação no MES é estratégica justamente porque conecta esse debate estrutural ao papel da Medicina Diagnóstica na gestão da saúde. “Ao trazer as empresas para o centro da discussão, o MES contribui para uma mudança de foco: da simples mensuração de utilização para a avaliação da qualidade e do valor entregue”, afirma Milva Pagano, diretora executiva da Abramed.

Nesse contexto, discutir o uso adequado dos exames — o exame certo, no momento certo e com a finalidade correta — torna-se essencial para reduzir desperdícios, qualificar desfechos e apoiar decisões baseadas em evidências ao longo da jornada do paciente, reforçando o papel da Medicina Diagnóstica como ferramenta essencial desse processo.

De acordo com Milva Pagano, esse é um dos principais avanços do movimento. “Diagnóstico não é um evento isolado nem restrito ao momento da doença. Não existe promoção de saúde, prevenção ou tratamento sem diagnóstico. Ele sustenta decisões clínicas e a coordenação do cuidado. Quando utilizado de forma adequada, o diagnóstico empodera a empresa, otimiza a gestão e contribui para um sistema mais sustentável”, conclui.

29 de janeiro de 2026.

Comitê de Radiologia da Abramed reuniu representantes da indústria e associados para debater inovação e sustentabilidade

Mesa-redonda realizada na sede da GE HealthCare explorou a necessidade de ações estruturadas e métricas claras para o avanço sustentável do diagnóstico por imagem no país.

A busca pelo equilíbrio entre inovação tecnológica, sustentabilidade e eficiência assistencial em exames radiológicos pautou a mesa-redonda realizada pelo Comitê Técnico de Radiologia e Diagnóstico por Imagem da Abramed na sede da GE HealthCare, em São Paulo.

Juntos, representantes da indústria e associados exploraram a necessidade de ações estruturadas e métricas claras para o avanço sustentável do diagnóstico por imagem no país.

O encontro foi conduzido por Milva Pagano, diretora-executiva da Abramed, e pelos líderes do Comitê Técnico de Radiologia e Diagnóstico por Imagem: Alexandre Marconi, coordenador de Radiologia Abdominal do Hospital Sírio-Libanês, e Marcos Queiroz, diretor de Medicina Diagnóstica do Einstein Hospital Israelita.

Sustentabilidade além do discurso

A sustentabilidade foi tratada como eixo estratégico do diagnóstico por imagem, com a importância de indicadores mensuráveis sendo colocada no centro da discussão. Para João Paulo Souza, CEO da GE HealthCare Brasil, a sustentabilidade já é um pilar de mercado.

“O debate já está na sociedade. O desafio é transformar o discurso em ações tangíveis, com números efetivos. Para fazê-lo avançar, nós olhamos para o conceito de economia circular e para o lançamento contínuo de novas tecnologias de foco sustentável. Mais do que uma boa intenção, essa é uma exigência do mercado diagnóstico: qualidade técnica e sustentabilidade são pilares de sobrevivência”.

Cesar Nomura, presidente do Conselho de Administração da Abramed e diretor de Medicina Diagnóstica do Hospital Sírio-Libanês, reforçou a necessidade de atuação conjunta para o avanço da sustentabilidade. “Na Abramed, pensamos no setor como um todo, indústria, prestadores, academia, governo e associações. Esse olhar conjunto é fundamental: entre nossos associados, por exemplo, já temos relatórios indicando redução no consumo de água em exames laboratoriais na casa de 20%”.

Inteligência artificial como vetor de práticas sustentáveis

Dentro do contexto de integração entre tecnologia e sustentabilidade, a IA apareceu como uma das principais alavancas para ganhos simultâneos de eficiência, melhores práticas e experiência do paciente. Os participantes compartilharam casos de redução de tempo de exames, otimização de fluxos e melhor aproveitamento da capacidade instalada com o apoio da inteligência artificial

Alexandre Valim, diretor de Operações Médicas da Dasa, ressaltou os ganhos operacionais. “Cada vez mais, médicos e profissionais veem a IA como aliadas da produção radiológica, ela ajuda o radiologista nos relatórios, na identificação de lesões, no suporte diagnóstico e no ganho de eficiência diária”, afirmou, indicando que ainda há muito espaço para avanço da tecnologia no Brasil.

Angela Caiado, head de Radiologia e Diagnóstico por Imagem do Grupo Fleury, destacou iniciativas práticas da integração entre tecnologia e sustentabilidade. “Com apoio da inovação e da IA, já conseguimos reduzir em quase 50% o tempo dos exames. Há ganhos em redução de energia elétrica, de água e de emissões: mas é preciso demonstrá-los em métricas que sustentem essa jornada.”

Eficiência operacional e consumo energético

Outro ponto central foi a incorporação do consumo energético e do custo total de propriedade (TCO) como fatores centrais na aquisição de equipamentos. Alexandre Marconi, líder do Comitê, chamou atenção para a ausência de métricas padronizadas. “Ainda há um espaço importante para avançar em critérios objetivos de eficiência energética no setor, o que pode orientar melhores decisões de investimento”, afirmou.

Marcos Queiroz, também líder do Comitê , reforçou a importância de decisões baseadas em dados. “Quando olhamos para o ciclo dos equipamentos, eficiência operacional e sustentabilidade devem caminhar juntas e os dados precisam demonstrar isso”.

Boas práticas assistenciais, educação e próximos passos

A discussão também abordou estratégias para reduzir no-show, evitar exames desnecessários e melhorar a gestão da demanda. Algoritmos preditivos, confirmação ativa de agendamentos e maior integração entre sistemas foram apontados como caminhos para ganhos assistenciais e operacionais. Nesse contexto, a interoperabilidade dos sistemas de informação em saúde foi destacada como elemento-chave para evitar repetições de exames e promover integração.

O papel do radiologista como protagonista foi outro ponto de consenso. Mais do que emitir laudos, o profissional é um agente ativo na definição de protocolos, uso racional da tecnologia e na orientação de equipes multiprofissionais. Assim, a educação continuada apareceu como condição essencial para que os avanços tecnológicos se traduzam em benefícios clínicos, operacionais e de sustentabilidade.

Ao final, o Comitê definiu como próximos passos o mapeamento de boas práticas de sustentabilidade, a avaliação de indicadores mensuráveis, a integração dos debates à agenda ESG da Abramed e o aprofundamento das discussões sobre capacitação e uso efetivo da tecnologia. E a Abramed reforçou seu compromisso pelo diálogo estruturado com todo o ecossistema de Medicina Diagnóstica, avançando na construção de soluções alinhadas à realidade do país.

29 de janeiro de 2026