INFLUENZA: vírus segue forte no país e positividade fica três vezes mais que o histórico

Taxa chega a 27,3%, após pico recente de 31,2%, ante 8,09% no mesmo período de 2025; “vacinação, atenção aos sintomas e busca por avaliação médica nos casos indicados ganham ainda mais importância neste momento”, afirma especialista da Abramed

Dados da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), que reúne empresas responsáveis por mais de 85% dos exames realizados na saúde suplementar no país, mostram que a influenza (vírus causador da gripe) segue com circulação elevada no Brasil.  A taxa de positividade da influenza chegou a 27,3% no início de abril. Apesar do recuo em relação ao pico recente de 31,2%, o índice segue três vezes mais do que o registrado no mesmo período de 2025 (8,09%).

A média móvel das últimas cinco semanas subiu de 17,5% para 26,4%.

Segundo o Dr. Carlos Eduardo Ferreira, médico patologista clínico e líder do Comitê Técnico de Análises Clínicas da Abramed, os dados indicam que a transmissão do vírus permanece intensa e acima do esperado para esta época do ano. Depois de semanas consecutivas de alta, os indicadores mostram acomodação em patamar elevado. 

“Ainda assim, a influenza pode manter a pressão sobre consultas e pronto-atendimentos por sintomas respiratórios.” Segundo ele, o cenário pode estar relacionado à circulação antecipada da Influenza A neste ano, ao avanço simultâneo em diferentes regiões do país e ao fato de a campanha de vacinação ainda estar em fase inicial.

Vacinação e diagnóstico ganham ainda mais relevância

O avanço dos casos coincide com a intensificação das campanhas de vacinação contra a gripe em diversas regiões do país, reforçando a necessidade de prevenção.

“Quando observamos esse cenário, ganham ainda mais relevância a imunização dos grupos prioritários, a atenção aos sintomas e a busca por avaliação médica nos casos indicados”.

Para a Abramed, a medicina diagnóstica tem papel essencial na resposta assistencial, ao permitir identificar casos com mais rapidez, orientar condutas médicas e apoiar o planejamento dos serviços de saúde.

“O diagnóstico no momento adequado contribui para decisões mais assertivas e ajuda o sistema de saúde a responder com mais eficiência.”

Monitoramento

Os dados são compilados pela plataforma de inteligência METRICARE, desenvolvida e gerenciada pela Controllab, parceira da Abramed. A ferramenta permite acompanhar tendências de forma estratégica e apoiar a tomada de decisões em saúde populacional.

As associadas da Abramed também enviam resultados diretamente à Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS/DATASUS), contribuindo com o monitoramento epidemiológico conduzido pelo Ministério da Saúde. Essas informações são essenciais para compreender a progressão das doenças respiratórias no Brasil e embasar medidas de saúde pública.

PESQUISA ABRAMED: inovação concentra até 30% do orçamento de laboratórios e impulsiona qualidade e segurança nos exames

Levantamento inédito aponta que investimentos em tecnologia reduzem retrabalho, aceleram diagnósticos e diminuem custos na cadeia de Medicina Diagnóstica

Os investimentos em inovação vêm redesenhando a jornada do paciente, ao mesmo tempo em que trazem mais eficiência financeira e operacional para o segmento de Medicina Diagnóstica. Segundo dados de uma pesquisa inédita da Abramed com seus associados, as empresas consultadas direcionam até 30% do seu orçamento anual em tecnologias que incluem equipamentos analíticos, soluções para automação de processos, IA, sistemas de informação, segurança e controle de qualidade – tecnologias que, juntas, têm gerado benefícios diretos na confiabilidade dos exames, redução de retrabalho e sustentabilidade da rede suplementar de laboratórios.  

Embora os percentuais de investimento variem conforme o perfil das empresas, as respostas indicam um movimento consistente de priorização da segurança do paciente e da eficácia de processos como eixos estratégicos para o setor diagnóstico.

De acordo com o levantamento, além dos investimentos em automação laboratorial e inteligência artificial com algoritmos de suporte diagnóstico, os sistemas de integração de dados, as soluções de rastreabilidade para padronização de processos e gestão de qualidade, e os programas de acreditação, qualificação de equipes e certificações tecnológicas aparecem entre as principais prioridades do orçamento dos entrevistados.

Na prática, esses aportes se traduzem em benefícios objetivos ao longo da jornada assistencial. Os laboratórios apontam a otimização do tempo médio para liberação de laudos, a diminuição dos percentuais de exames repetidos, do custo por diagnóstico, de reconvocações de pacientes e do extravasamento de dados, e uma maior eficiência no uso de insumos e na comunicação de resultados. 

“A tecnologia está diretamente associada à qualidade e segurança da Medicina Diagnóstica, que se traduz em experiências positivas para o paciente, na efetividade do cuidado e de todo o sistema laboratorial”, afirma Milva Pagano, diretora executiva da Abramed. 

Outro ponto destacado é o impacto dos investimentos na padronização das rotinas laboratoriais. A automação de etapas críticas, aliada a sistemas integrados de gestão, rastreabilidade e monitoramento de dados, contribui para aumentar a previsibilidade operacional e ampliar a confiabilidade dos resultados. 

A pesquisa também evidencia que os ganhos gerados pelos investimentos beneficiam a cadeia de Medicina Diagnóstica como um todo, favorecendo tanto decisões clínicas mais assertivas, quanto a redução de custos operacionais, ponto essencial em um contexto de crescimento da demanda por exames, envelhecimento populacional e maior complexidade dos perfis epidemiológicos.

Do ponto de vista econômico, assim como a diminuição nos indicadores de falhas operacionais e de desperdícios potencializa a segurança e a qualidade dos atendimentos, ela favorece um ecossistema laboratorial sustentável para enfrentar os novos desafios e demandas de saúde da sociedade brasileira.    

“Há uma dupla vantagem nesse contexto: o paciente ganha em atenção, precisão e agilidade, enquanto o setor aumenta sua eficiência e gera mais valor assistencial. Investir em inovação não é apenas uma decisão tecnológica, mas estratégica para o futuro”, diz Pagano.

Outro aspecto ressaltado pelas respostas é o papel das certificações, treinamentos, auditorias e programas formais de qualidade como indutores de boas práticas e de capacitação de profissionais. A adoção destas medidas tende, por sua vez, a fortalecer a cultura de segurança diagnóstica e a difusão de novas habilidades para um ambiente laboratorial cada vez mais digitalizado. 

“Em um cenário marcado por pressão sobre custos, necessidade de escala de atendimento e busca por maior efetividade, os dados de nossa pesquisa reforçam que inovação e tecnologia são pilares para uma Medicina Diagnóstica ainda mais confiável, financeiramente sustentável e verdadeiramente centrada no paciente”, conclui Milva Pagano.  

INFLUENZA: positividade chega a 20,2% e supera nível esperado para o iníciodo ano no país

 Índice é cinco vezes o registrado no mesmo período de 2025 indicando antecipação da circulação do vírus em relação ao histórico; para líder da Abramed, situação traz implicações no atendimento aos infectados

Dados da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) mostram que a taxa de positividade para influenza (vírus causador da gripe) está acima do esperado para este período do ano, no Brasil. No início de março de 2026, o índice alcançou 20,2%. Em 2025, no mesmo intervalo, a taxa era de 4,1%.

A evolução das últimas semanas indica uma mudança no comportamento esperado da doença. Após atingir 7,7% no fim de janeiro, a positividade avançou até ultrapassar 20%, indicando antecipação da circulação do vírus em relação ao padrão histórico de sazonalidade.

A média móvel das últimas cinco semanas confirma esse movimento. O indicador registra quatro semanas consecutivas de alta, passando de 9,7% para 15,1% — o maior nível observado em 2026 até o momento.

Segundo o Dr. Carlos Eduardo Ferreira, médico patologista clínico e líder do Comitê Técnico de Análises Clínicas da Abramed, o dado mais relevante não está apenas no nível da positividade, mas na forma como esse aumento se distribuiu ao longo das últimas semanas.

“Para este momento do ano, o esperado seria uma circulação mais baixa do vírus. Quando esse patamar sobe antes do habitual, isso indica que a transmissão já começou a se intensificar.”

Cenário exige atenção nas próximas semanas

Ainda de acordo com o especialista, a influenza costuma apresentar aumento mais expressivo a partir do outono. No entanto, o comportamento observado neste início de ano pode ter implicações diretas na assistência.

“Quando essa elevação acontece mais cedo, há uma tendência de antecipação da demanda por atendimentos relacionados a síndromes respiratórias, o que exige atenção na organização dos serviços de saúde.”

Esse cenário reforça a importância do acompanhamento contínuo, diante da possibilidade de crescimento dos casos e de evolução para quadros mais graves.

Diagnóstico laboratorial é fundamental para a vigilância epidemiológica

Para a Abramed, o acompanhamento dos dados laboratoriais é fundamental para entender mudanças no comportamento das doenças respiratórias.

“Os exames permitem identificar o avanço da circulação viral antes que ele se traduza em aumento mais amplo no sistema de saúde. Essa leitura antecipada ajuda a orientar decisões clínicas e a organização da resposta assistencial”, afirma o líder do Comitê da Abramed.

Monitoramento

Os dados são compilados pela plataforma de inteligência METRICARE, desenvolvida e gerenciada pela Controllab, parceira da Abramed. A ferramenta permite acompanhar tendências de forma estratégica e apoiar a tomada de decisões em saúde populacional.

As associadas da Abramed também enviam resultados diretamente à Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS/DATASUS), contribuindo com o monitoramento epidemiológico conduzido pelo Ministério da Saúde. Essas informações são essenciais para compreender a progressão das doenças respiratórias no Brasil e embasar medidas de saúde pública.

ABRAMED: Com trajetória de crescimento nos últimos 15 anos, Medicina Diagnóstica chega a 2026 com expectativa de expansão sustentada por investimentos em tecnologia

Com retomada da saúde financeira de operadoras e olhar para tendências como IA e interoperabilidade, Abramed projeta aumento da receita de inovação no setor laboratorial


A Medicina Diagnóstica consolida sua posição como um dos pilares estruturantes do sistema de saúde brasileiro, sustentando uma trajetória de crescimento contínuo ao longo da última década. Esse avanço tem sido impulsionado pela incorporação de novas tecnologias que propiciam ganhos relevantes de produtividade e eficiência, não gerando assim aumento proporcional de custos para as fontes pagadoras. Nesse sentido, uma pesquisa da Abramed (Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica) com seus associados aponta que as empresas consultadas direcionam até 30% do seu orçamento anual em inovações que incluem equipamentos para automação de processos, IA e sistemas analíticos.

Cesar Nomura, presidente do Conselho de Administração da Abramed, analisa os benefícios dessa jornada de digitalização para a Medicina Diagnóstica.  “O setor vem em alta nos últimos 15 anos e não deve ser diferente em 2026. Esse crescimento é sustentado por investimentos relacionados à inovação que permitem o avanço em novas tecnologias e oferta de mais exames. Com isso, clínicas e pacientes são beneficiados com mais eficácia, acurácia diagnóstica e redução de custos”.

E esse movimento se reflete diretamente na qualidade dos exames, com equipamentos cada vez mais precisos, rápidos e com melhor capacidade de visualização, permitindo identificar alterações com maior clareza, beneficiando pacientes e médicos sem pressionar o custo assistencial. 

Além da evolução tecnológica, o ambiente econômico do setor dá sinais positivos. A melhora da saúde financeira do ecossistema suplementar ao longo de 2025 é vista como fator relevante para toda a cadeia de prestadores. Segundo dados da ANS, nos primeiros 9 meses do ano, as operadoras tiveram variação positiva de 10% na receita em 2025 que deve se manter este ano. A expectativa é que esse cenário se traduza em fluxos de pagamento otimizados, redução de glosas e menor restrição na autorização de exames, fortalecendo a relação entre laboratórios e planos.   

Assim, muitos associados da Abramed veem 2026 como uma janela para retomar aportes mais robustos em tecnologias emergentes com foco em mais eficiência e qualidade para os pacientes.

Desafios e tendências

Diante do protagonismo da tecnologia, o Painel Abramed – O DNA do Diagnóstico aponta as principais tendências que devem moldar a Medicina Diagnóstica em 2026, incluindo Big Data e IA na personalização do cuidado; fortalecimento da cibersegurança e a consolidação de plataformas únicas de dados interoperáveis. 

“O diagnóstico correto, na hora certa e com suporte de tecnologias avançadas leva a um tratamento clínico mais preciso e no melhor momento para o paciente. Tudo isso se traduz em menos custo para a sociedade”, destaca Cesar Nomura. 

E esse ganho de eficiência pode ser impulsionado, justamente, pela interoperabilidade de dados. No Brasil, já temos exemplos positivos nesse sentido, como o caso do Hospital Israelita Albert Einstein, que participa da Mayo Clinic Platform Connect, plataforma federada que aumenta o potencial de integração de um dos principais polos clínicos do país.

Modelos de interoperabilidade federada com dados protegidos desde a origem despontam, segundo a Abramed, como alternativas para garantir integração sem compartilhamento indevido de informações sensíveis, diante de exigências regulatórias impostas por normas como a LGPD.

“O crescimento da Medicina Diagnóstica em 2026 depende dessa capacidade de integração. A jornada do paciente deve ser composta por cuidados contínuos e constantes, sem fragmentação”, reforça Milva Pagano, diretora executiva da Abramed.

Nesse cenário, a definição de um marco regulatório para a IA aplicada à saúde ganha importância estratégica, enquanto iniciativas como os projetos de interoperabilidade do SUS Digital e do OpenCare Interop, dos quais a Abramed é uma parceira importante, aparecem como vetores fundamentais para elevar a qualidade e a segurança do cuidado.

“É muito importante trazermos sempre o olhar para a interoperabilidade como o caminho para termos a interconexão de dados e informações, independentemente de onde o paciente está. Ela é recurso efetivo e indispensável para a promoção da saúde”, acrescenta Pagano. 

Ao mesmo tempo em que enxerga oportunidades, a Abramed avalia que 2026 trará desafios do ponto de vista político, regulatório e econômico, com a alta do dólar e a tributação de Pessoas Jurídicas como questões sensíveis. O calendário marcado por eventos como as eleições e a Copa do Mundo também pode impactar a tramitação de pautas relevantes no Congresso, como a execução da Política Nacional de Diagnóstico Laboratorial (PNDL). 

“O ano de 2026 vai ser desafiador. Para conseguirmos aprovar um Projeto de Lei, precisamos da disponibilidade de congressistas, que estarão em campanha. Tudo isso exige muita articulação institucional das entidades representativas da saúde, como a Abramed”, diz Milva Pagano.

Mesmo com estes pontos de atenção, a avaliação da Abramed é que a Medicina Diagnóstica entra em 2026 com bases sólidas e apoiada em inovação. O desafio do próximo ciclo será equilibrar investimentos, avanço tecnológico e sustentabilidade econômica, mantendo o foco na qualidade do diagnóstico e na integração do cuidado como pilares centrais para o sistema de saúde.

Brasil realiza 1,8 milhão de testes de HIV em 2025, aponta Abramed

País amplia testagem enquanto mortes por Aids caem 12,8% entre 2023 e 2024 e atingem menor patamar histórico

O Brasil ampliou de forma significativa o acesso ao diagnóstico do HIV em 2025. Levantamento da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), que reúne empresas responsáveis por mais de 85% do volume de exames realizados na saúde suplementar, aponta que 1.841.628 testes de HIV foram realizados no país ao longo do ano.

Esse avanço na testagem contribui para a consolidação de um cenário epidemiológico mais favorável. Dados do Boletim Epidemiológico HIV e Aids 2025, do Ministério da Saúde, mostram que o país registrou queda de 12,8% nas mortes por Aids entre 2023 e 2024, passando de 10,5 mil para cerca de 9,1 mil óbitos — o menor índice da série histórica e o menor patamar em mais de três décadas.

No mesmo período, o Brasil também alcançou a eliminação da transmissão vertical do HIV como problema de saúde pública, segundo critérios da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Para especialistas, a redução da mortalidade e o avanço no controle da transmissão vertical estão diretamente associados à expansão da testagem, ao fortalecimento do diagnóstico precoce e ao início imediato do tratamento no país.

“A ampla cobertura de testagem associada à identificação precoce e ao início oportuno do tratamento trouxe impactos relevantes na qualidade de vida das pessoas e na redução da transmissão do HIV, posicionando o Brasil como referência internacional na resposta à doença”, afirma Dr. Alex Galoro, líder do Comitê Técnico de Análises Clínicas da Abramed.

Testagem amplia diagnóstico precoce e estratégias de prevenção

O crescimento do volume de exames evidencia o papel estratégico dos laboratórios como porta de entrada para o cuidado em saúde. A ampliação da testagem permite identificar a infecção em fases iniciais, acelerar o encaminhamento para acompanhamento médico e garantir maior efetividade das terapias antirretrovirais.

“Com diagnóstico oportuno e acompanhamento adequado, o HIV é hoje uma condição crônica controlável”, explica Dr. Galoro.

Além do tratamento, a testagem também é fundamental para viabilizar o acesso às estratégias de prevenção combinada, como a profilaxia pré-exposição (PrEP), incluindo as versões injetáveis recentemente incorporadas ao SUS. O rastreamento regular permite identificar pessoas elegíveis para a PrEP, orientar o uso adequado da medicação e monitorar a segurança clínica, ampliando a proteção de populações com maior risco de exposição ao vírus.

Exames laboratoriais acompanham toda a jornada do paciente

Além do diagnóstico inicial, os exames laboratoriais seguem sendo fundamentais ao longo de toda a jornada do paciente.

“Eles garantem a qualidade dos testes de triagem e confirmação, além do monitoramento contínuo da resposta ao tratamento, da carga viral e do sistema imunológico, permitindo intervenções mais rápidas e um controle mais eficiente da infecção”, destaca Dr. Galoro.

Para a Abramed, o cenário atual reforça a importância de manter e ampliar os investimentos em testagem, diagnóstico precoce e monitoramento laboratorial, como parte de uma estratégia integrada que une prevenção, cuidado contínuo e redução das desigualdades em saúde.

Perfil da epidemia muda no Brasil

Os dados oficiais mais recentes também indicam mudanças importantes no perfil da epidemia no país, como o crescimento proporcional de casos entre pessoas acima de 50 anos, o maior impacto da infecção na população negra e os avanços sustentados no controle da transmissão vertical, resultado da ampliação do pré-natal, da testagem precoce e do início oportuno da terapia antirretroviral.

ABRAMED: positividade de dengue cai para 9,4% no início do ano

Índice é quase a metade do registrado em janeiro de 2025, quando a taxa chegou a 17,7%; ações preventivas contribuem para o cenário mais favorável, mas o clima ainda inspira cautela


Dados da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) — que reúne empresas responsáveis por mais de 85% do volume de exames realizados na saúde suplementar — indicam que a taxa de positividade para dengue no Brasil está abaixo do esperado para este início de ano. Até a segunda semana de janeiro de 2026, o índice gira em torno de 9,4%. Em 2025, no mesmo período, a taxa era de 17,7%.

A leitura dos dados laboratoriais consolidados até a 3º semana de janeiro de 2026 mostra que a média móvel das últimas cinco semanas ainda aponta tendência de queda, reflexo de uma redução pontual registrada no fim de dezembro. 

Ao mesmo tempo, as semanas mais recentes já indicam retomada da positividade, com aproximação aos níveis tradicionalmente observados neste momento do calendário epidemiológico.

Apesar do cenário inicial mais favorável, a Abramed alerta que, historicamente, a segunda semana de janeiro costuma representar um ponto de inflexão, antecedendo a elevação dos casos de dengue. Por isso, o acompanhamento das próximas semanas é considerado essencial.

Segundo o patologista clínico Dr. Alex Galoro, líder do Comitê Técnico de Análises Clínicas da Abramed, o momento exige cautela na leitura dos dados.

“A taxa de positividade permanece abaixo do que normalmente observamos em janeiro quando analisamos a média móvel. No entanto, os dados mais recentes já mostram retomada após uma queda pontual, em linha com o comportamento histórico deste início de ano. Por isso, o monitoramento atento nas próximas semanas é fundamental”, afirma Galoro.

Cenário inicial favorável não afasta risco de aumento nos próximos meses

Ainda de acordo com o especialista, fatores como ações preventivas mais intensas, maior conscientização da população e o início de estratégias de vacinação contra a dengue em alguns municípios brasileiros podem ajudar a explicar o comportamento observado nas primeiras semanas do ano. Ainda assim, a dinâmica da doença permanece fortemente associada a fatores climáticos e ambientais.

“A dengue apresenta um padrão bem definido, relacionado ao regime de chuvas, à temperatura e à circulação do vetor. Um começo de ano com taxa de positividade mais baixa não afasta a possibilidade de crescimento sustentado nas semanas seguintes”, explica o patologista.

Diagnóstico laboratorial é fundamental para a vigilância epidemiológica

Para a Abramed, o cenário reforça a importância da vigilância contínua apoiada pela medicina diagnóstica, especialmente em momentos de transição epidemiológica.

“Os dados laboratoriais funcionam como um termômetro quase em tempo real da circulação do vírus. Eles permitem identificar mudanças de comportamento com antecedência, apoiar decisões em saúde pública e orientar a prática clínica de forma mais precisa”, destaca Galoro.

Monitoramento

Os dados são compilados pela plataforma de inteligência METRICARE, desenvolvida e gerenciada pela Controllab, parceira da Abramed. A ferramenta permite acompanhar tendências de forma estratégica e apoiar a tomada de decisões em saúde populacional.


As associadas da Abramed também enviam resultados diretamente à Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS/DATASUS), contribuindo com o monitoramento epidemiológico conduzido pelo Ministério da Saúde. Essas informações são essenciais para compreender a progressão das doenças respiratórias no Brasil e embasar medidas de saúde pública.

Ministério da Saúde e Abramed: Renovação do acordo de cooperação técnica potencializa integração laboratorial privada com SUS

Além da ampliação do acesso, aliança fortalece a saúde digital e vigilância epidemiológica

Na última segunda-feira, 24/11, a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) realizou uma edição especial da sua Reunião Mensal de Associados (RMA), em Brasília, para celebrar os 15 anos da entidade e oficializar a renovação do Acordo de Cooperação Técnica – que avança para seu segundo ciclo (2025-2027). 

Além de reforçar o propósito de integrar o sistema de saúde brasileiro por meio de dados qualificados, o acordo também estabelece a interoperabilidade laboratorial como prioridade central e política de Estado. E propõe ainda o avanço na construção de um modelo informacional comum para exames laboratoriais no país, capaz de superar a fragmentação histórica entre o setor público, a saúde suplementar e as diversas redes de laboratórios, passo fundamental para fortalecer a saúde digital e a vigilância epidemiológica. 

O evento contou com a participação do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e da Secretária de Informação e Saúde Digital, Ana Estela Haddad, além de representantes da Anvisa: Diogo Soares, Daniela Marreco Cerqueira e Marcia Gonçalves de Oliveira.

Os Deputados Federais Ismael Alexandrino e Pedro Westphalen, e o Secretário-Executivo da Frente Parlamentar de Apoio à Cibersegurança e à Defesa Cibernética, Carlos Diego, participaram dos debates. 

Resultados Alcançados e Próximos Passos

O trabalho conjunto, que nasceu de uma interlocução com a Secretária de Informação e Saúde Digital (SEIDIGI), Ana Estela Haddad, e o então Ex-Presidente e atual membro do Conselho de Administração Abramed, Dr. Wilson Shcolnik, já gerou importantes entregas. 

A iniciativa alcançou a padronização nacional com a conclusão da tradução de todos os códigos dos exames constantes na Lista Nacional de Notificação Compulsória, garantindo a padronização e permitindo a harmonização entre diferentes sistemas e padrões utilizados pelos laboratórios clínicos. 

O modelo de Resultado de Exames Laboratoriais (REL) da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) também foi revisado e modernizado (conhecido como HELP na transcrição da fala), consolidando um modelo informacional capaz de atender às necessidades do SUS, da saúde suplementar e da vigilância epidemiológica. 

Validado e incorporado à RNDS, esse modelo já tornou possível a interoperabilidade de 204 exames, incluindo todos os relacionados às arboviroses (dengue, zika, Chikungunya e febre amarela). 

A cooperação está permitindo ainda a expansão contínua para doenças respiratórias, como febre do Nilo, mayaro, e futuramente, para toda a linha de cuidado da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). 

Dessa forma, a renovação amplia por mais 24 meses o escopo do acordo, permitindo aperfeiçoar fluxos de notificação, modernizar a infraestrutura de comunicação com a RNDS e priorizar novas doenças e agravos para integração. 

Benefícios para o Cidadão e para o Sistema de Saúde

Esse esforço conjunto traz benefícios diretos ao cidadão, que pode acessar resultados de exames de forma padronizada no Meu SUS Digital. Já para os profissionais de saúde, a integração dessas informações no SUS Digital Profissional favorece a continuidade, a segurança clínica e a resolutividade. 

A federalização do modelo já está em curso, ampliando o alcance da iniciativa para estados e municípios, o que é essencial para fortalecer a vigilância em saúde e possibilitar respostas mais rápidas a surtos, epidemias e emergências sanitárias. 

“A continuidade demonstra a confiança mútua construída ao longo do processo e reafirma que essa cooperação vai muito além da digitalização de processos: ela qualifica o cuidado, fortalece políticas públicas e aproxima o cidadão das informações que lhe pertencem”, declara Dr. Cesar Nomura, Presidente da Abramed. 

Mais sobre a Abramed

A Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) foi fundada em 2010 como resultado da junção de esforços de empresas de Medicina Diagnóstica do país. Em um momento em que o sistema de saúde brasileiro passava por transformações, tais como a consolidação de um novo perfil empresarial e regulamentações necessárias para o futuro da Medicina Diagnóstica, essas empresas de atuação de ponta no mercado perceberam os benefícios que uma ação integrada poderia trazer para a defesa de suas causas comuns.

Assim, a Abramed tornou-se a voz de seus associados nos diálogos com instituições públicas, governamentais e regulatórias, expressando a visão e os anseios do setor sobre assuntos relacionados à saúde e a adoção de políticas e medidas que considerem a importância da Medicina Diagnóstica para os cuidados da população brasileira.

Ainda traduz sua representatividade através da parceria com a comunidade científica e demais entidades envolvidas com o setor e no diálogo com a sociedade civil.

Seus associados, juntos, respondem por mais de 80% de todos os exames realizados pela saúde suplementar no país. Empresas essas, reconhecidas por sua qualidade na prestação de serviços, excelência tecnológica, práticas avançadas de gestão, inovação, governança e responsabilidade corporativa.

27 de novembro de 2025

Abramed e Novembro Azul: sem preconceito e com mais tecnologia, não há motivos para não prevenir o câncer de próstata

Da ressonância à imuno-histoquímica, novas ferramentas permitem identificar tumores mais cedo e orientar tratamentos personalizados

O movimento Novembro Azul reforça, ano após ano, a importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata — um dos tumores mais incidentes entre os homens. Em um cenário de modernização acelerada da Medicina Diagnóstica, a Abramed destaca que, hoje, o país dispõe de um arsenal tecnológico robusto, acessível e capaz de identificar alterações prostáticas com precisão cada vez maior.

Mais do que discutir números ou volumes de exames, a mensagem deste ano é clara: a combinação de tecnologia avançada, métodos complementares e cuidado contínuo elimina qualquer motivo para adiar a prevenção.

Entre os principais recursos usados na prática clínica estão exames laboratoriais e de imagem, como PSA, testes de imuno-histoquímica, ultrassom, ressonância magnética multiparamétrica, biópsia dirigida, além da análise anátomo-patológica, etapa decisiva para confirmar o diagnóstico e orientar o tratamento. Esse conjunto de ferramentas representa um ecossistema integrado capaz de detectar tumores em estágios cada vez mais iniciais — aumentando as chances de sucesso terapêutico e reduzindo impacto para o paciente.

Para o Dr. Marcos Queiroz, líder do Comitê de Radiologia e Diagnóstico por Imagem da Abramed e diretor de Medicina Diagnóstica do Hospital Israelita Albert Einstein, a evolução tecnológica transformou profundamente o diagnóstico do câncer de próstata:

“A imuno-histoquímica, além de auxiliar o diagnóstico nos casos duvidosos, tem a capacidade de detectar variantes histológicas e padrões especiais, fornecendo dados prognósticos que direcionam o tratamento. Esse avanço representa uma revolução silenciosa, que torna o tratamento mais eficaz e reduz a mortalidade”, explica.

Ele também destaca o papel da imagem na prevenção:

“A ressonância magnética tem altíssima acurácia para detectar tumores prostáticos e se tornou mais acessível nos últimos anos. Equipamentos modernos de 1,5 Tesla já permitem diagnósticos de grande qualidade, ampliando o acesso e fortalecendo a prevenção”, complementa.

O especialista reforça que a união entre tecnologia e cuidado contínuo coloca o Brasil em um cenário favorável:

“Temos um arsenal diagnóstico amplo — exames de sangue como PSA, testes de imunoquímica, ressonância magnética e o exame clínico. Não há motivo para que o câncer de próstata não seja diagnosticado precocemente. A mensagem central deste Novembro Azul é: o cuidado contínuo com a saúde masculina salva vidas.”

A Abramed destaca que o avanço dos métodos diagnósticos, somado à ampliação do acesso e à integração entre equipes clínicas, fortalece o combate ao câncer de próstata em todas as regiões do país. A prevenção segue como a principal aliada da sobrevida e da qualidade de vida dos pacientes — e a tecnologia, como um pilar fundamental para tornar esse cuidado cada vez mais preciso.

24 de novembro de 2025

Influenza volta a crescer e registra 19,1% de positividade, aponta Abramed

Taxa avança pelo 13º período consecutivo; média móvel da positividade chega a 14,2% na última semana e reforça tendência de circulação elevada do vírus às vésperas do verão.

Dados da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) — que reúne empresas responsáveis por mais de 85% do volume de exames realizados na saúde suplementar — apontam que a Influenza voltou a crescer no país.


A tendência de alta começou na semana epidemiológica 32 (03 a 09 de agosto) e, na leitura mais recente, a taxa de positividade chegou a 19,1%, o maior índice registrado desde junho. Antes disso, o último pico havia sido de 15,8%, reforçando o alerta para a circulação intensa do vírus às vésperas do verão.

De acordo com o patologista clínico Dr. Alex Galoro, líder do Comitê Técnico de Análises Clínicas da Abramed, o comportamento atual está ligado sobretudo a fatores sazonais e à imunidade populacional diante das cepas em circulação.

“É um comportamento típico dos vírus respiratórios. Fatores sazonais e imunidade populacional exercem grande influência na retomada da Influenza após um período de baixa”, explica o especialista.

Alta na positividade reflete sazonalidade, não gravidade clínica

Apesar do avanço da positividade, o aumento não indica que os casos estejam mais sintomáticos ou graves.

“A taxa de positividade não permite avaliar aumento de casos sintomáticos; apenas mostra que, entre os testes realizados, há maior proporção de positivos — o que é típico da sazonalidade”, reforça Galoro.

A média móvel da positividade da última semana está em 14,2%, indicando circulação elevada e sustentada do vírus.

Diagnóstico diferencial entre Influenza e Covid-19 continua essencial

Com a presença simultânea de diferentes vírus respiratórios, o Dr. Galoro destaca a importância do diagnóstico preciso tanto para medidas de prevenção quanto para a conduta clínica.

“O diagnóstico diferencial entre Influenza e Covid-19 segue fundamental. A testagem permite maior assertividade nas medidas de precaução, no monitoramento do tempo de transmissão e na indicação de antivirais e sintomáticos”, afirma.

Recomendações do especialista:

  • Isolamento ou uso de máscara por sintomáticos ou positivos;
  • Vacinação em dia, sobretudo em grupos de risco;
  • Testagem rápida para orientar condutas e reduzir transmissão;
  • Atenção dos laboratórios para fluxos internos, demanda por testes e comunicação com unidades de saúde.

Próximas semanas: tendência ainda incerta

“Quando um vírus entra em circulação, permanece ativo por um período influenciado pela imunidade da população — incluindo vacinação — e pelas condições climáticas. Em geral, dura ao menos de 4 a 5 semanas, mas não é possível definir com precisão”, explica Galoro.

O cenário reforça a necessidade de atenção de toda a cadeia da saúde para responder ao aumento da circulação viral no fim da primavera e início do verão.

Monitoramento

Os dados são compilados pela plataforma de inteligência METRICARE, desenvolvida e gerenciada pela Controllab, parceira da Abramed. A ferramenta permite acompanhar tendências de forma estratégica e apoiar a tomada de decisões em saúde populacional.


As associadas da Abramed também enviam resultados diretamente à Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS/DATASUS), contribuindo com o monitoramento epidemiológico conduzido pelo Ministério da Saúde. Essas informações são essenciais para compreender a progressão das doenças respiratórias no Brasil e embasar medidas de saúde pública.

24 de novembro de 2025

Com colaboração estratégica da Abramed, Política Nacional do Diagnóstico Laboratorial avança e une entidades do setor

Proposta inédita visa modernizar a regulação da Medicina Diagnóstica e fortalecer a rede de serviços laboratoriais no país

As principais entidades representativas da Medicina Diagnóstica se uniram para consolidar a Política Nacional do Diagnóstico Laboratorial (PNDL) — uma proposta inédita que avança no Congresso Nacional com o objetivo de estabelecer diretrizes técnicas, científicas e regulatórias para o setor, fortalecendo a rede de serviços laboratoriais e garantindo a sustentabilidade da Medicina Diagnóstica no Brasil.

O projeto, que conta com colaboração estratégica da Abramed (Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica), marca um movimento histórico de convergência entre os setores público e privado, com apoio de instituições como SBAC, SBPC/ML, CBDL, CFF, Fenafar, CFBM e Febralac.

“A PNDL apresenta as bases essenciais para um futuro marco regulatório do setor, reconhecendo o Diagnóstico Laboratorial como um componente essencial do sistema de saúde e propondo caminhos concretos para ampliar o acesso e a qualidade dos exames”, afirma Milva Pagano, diretora executiva da Abramed.

Recentemente apresentada ao Congresso Nacional, sob liderança do deputado federal Pedro Westphalen (PP-RS), a proposta está aguardando despacho do Presidente da Câmara dos Deputados. 

Modernização e integração

A PNDL busca consolidar a regulação do setor a partir de padrões rigorosos de qualidade, segurança e interoperabilidade, promovendo maior integração entre os serviços públicos e privados. Atualmente, 95% dos diagnósticos laboratoriais do SUS são realizados por laboratórios da rede privada, segundo o ElastiCNES (2025) — o que reforça a importância de uma política nacional que garanta equilíbrio e sustentabilidade no acesso aos exames.

“O sistema público depende fortemente da rede privada para oferecer exames à população. Essa integração precisa ser reconhecida e estruturada de forma estratégica”, destaca Milva Pagano.

Entre as ações previstas estão a ampliação da cobertura geográfica, a incorporação sustentável de novas tecnologias, a redução de custos para os usuários do SUS e a implementação de sistemas de gestão de qualidade. Hoje, o país conta com cerca de 18 mil laboratórios, incluindo unidades completas, postos de coleta e núcleos técnico-operacionais, conforme dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).

Alinhamento internacional

A proposta também está alinhada às diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), que recomenda parâmetros globais para a oferta de diagnósticos essenciais, seguros e de qualidade — conforme a Resolução 76.5 da agência.

“Ao adotar os princípios da OMS, a PNDL coloca o Brasil em sintonia com as melhores práticas internacionais e contribui para a consolidação de uma política robusta e sustentável”, conclui Milva.

Sobre a Abramed

A Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) foi fundada em 2010 como resultado da junção de esforços de empresas de medicina diagnóstica do país. Em um momento em que o sistema de saúde brasileiro passava por transformações, tais como a consolidação de um novo perfil empresarial e regulamentações necessárias para o futuro da medicina diagnóstica, essas empresas de atuação de ponta no mercado perceberam os benefícios que uma ação integrada poderia trazer para a defesa de suas causas comuns.

Assim, a Abramed tornou-se a voz de seus associados nos diálogos com instituições públicas, governamentais e regulatórias, expressando a visão e os

anseios do setor sobre assuntos relacionados à saúde e a adoção de políticas e medidas que considerem a importância da medicina diagnóstica para os cuidados da população brasileira.

Ainda traduz sua representatividade através da parceria com a comunidade científica e demais entidades envolvidas com o setor e no diálogo com a sociedade civil.

Seus associados, juntos, respondem por mais de 85% de todos os exames realizados pela saúde suplementar no país. Empresas essas, reconhecidas por sua qualidade na prestação de serviços, excelência tecnológica, práticas avançadas de gestão, inovação, governança e responsabilidade corporativa.

11 de novembro de 2025