Positividade em testes de covid-19 no primeiro semestre de 2022 é maior que no mesmo período de 2021, segundo Abramed

Foram 38,1% de positividade em 2022 contra 15,6% em 2021, apesar de ter sido realizado o dobro de exames

Mais de 3,2 milhões de testes de Covid-19 foram realizados no primeiro semestre de 2022, sendo 1,2 milhão de positivos. A taxa de positividade média do período foi de 38,1%. Os dados foram compilados pela Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), cujos laboratórios associados respondem por mais de 60% de todos os exames realizados pela saúde suplementar no país.

Como comparação, no primeiro semestre de 2021 foram realizados 7,2 milhões de testes, sendo 74% PCR e os demais, testes rápidos. O total de positivos foi de 15,6% ou 1,1 milhão. Ou seja, de janeiro a junho do ano passado, o total de casos positivos foi menor que neste ano, apesar de ter sido realizado o dobro de exames.


Os dados do primeiro semestre de 2021 estão relacionados à segunda onda de Covid-19, com predomínio da variante delta, enquanto os de 2022 estão na terceira onda, quando a predominância foi da variante ômicron. Segundo Alex Galoro, médico patologista e coordenador do Comitê de Análises Clínicas da Abramed, a delta era mais grave e gerava mais internação em hospitais, o que pode ter causado medo na população, ajudando a justificar o aumento na quantidade de testes realizados no segundo semestre de 2021. 


“Além disso, neste período, havia a exigência de exames para viagens, volta ao trabalho presencial e eventos culturais. As pessoas realizavam testes sem suspeita de terem a doença ou sem nenhum sintoma, apenas para comprovar o resultado negativo. Já no primeiro semestre de 2022, a positividade maior mostra que os testes foram efetuados realmente por pessoas que já apresentavam sintomas”, explica Galoro.


O patologista também cita a questão comportamental. Com o tempo, as pessoas foram perdendo o medo da doença e, com a confiança na vacina, passaram a fazer menos testes, já que os sintomas ficaram mais leves e persistem por menos tempo. “Também temos visto um relaxamento em relação às medidas não farmacológicas, ou seja, uso de máscara e de álcool em gel e distanciamento social. As pessoas não fazem mais questão de saber se estão infectadas com a covid-19”, diz. 


Esse comportamento também reflete a própria evolução da doença. Com o contato com o vírus e a criação de anticorpos, o organismo está mais preparado para a resposta imunológica, por isso os picos de casos de coronavírus são mais rápidos e mais curtos, como pode ser visto nas últimas semanas em relação a novas variantes. 


Mês a mês de 2022
Em janeiro foram realizados 1.246.598 exames de covid-19, sendo 559.972 positivos (taxa de 44,9%), enquanto em fevereiro, foram 604.900 exames, com 248.535 positivos (taxa de 41,1%). Março registrou 249.620 exames, com 20.318 positivos (taxa de 8,1%). Em abril, dos 88.606 exames realizados, 9.366 deram positivo (taxa de 10,6%). Maio fechou com 277.922 exames e 77.301 positivos (taxa de 27,8%). Por fim, junho registrou 802.135 exames, com 329.549 positivos (taxa de 41,1%).


Última semana de junho
A última semana de junho (25/06 a 01/07) foi marcada por queda no número de exames de covid-19 realizados, uma retração de 9% em relação à semana anterior (18/06 a 24/06). Foram feitos 154.000 exames, dos quais 64.000 deram positivo.


A proporção de exames PCR observada nas associadas se manteve estável, em 84%. A taxa de positividade geral caiu, passando de 44,6% na semana anterior para 42% na semana atual. “Esse resultado já indica uma tendência de redução tanto no número de testes quanto na positividade para os próximos períodos”, acrescenta Galoro.


Os números referentes a testes para diagnóstico são os primeiros que mostram a evolução de uma doença e o aumento da transmissibilidade, por isso os resultados apresentados semanalmente pela Abramed são tão importantes para o acompanhamento da covid-19 no país.


SOBRE A ABRAMED

Fundada em 2010, a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica – ABRAMED, surgiu num momento de transformações no sistema de saúde brasileiro, entre elas a consolidação de um novo perfil empresarial e o estabelecimento de regulamentações determinantes para o futuro da medicina diagnóstica no país. Esse cenário foi propício para que as empresas com atuação de ponta no país vislumbrassem os benefícios de uma ação integrada em torno da defesa de causas comuns.

A ABRAMED expressa também a visão de um setor de grande relevância socioeconômica, cujo desempenho tem impacto significativo sobre a saúde de parcela expressiva da população.


Segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), nada menos do que 50 milhões de brasileiros são beneficiários potenciais dos serviços disponibilizados pelo setor.


Como instrumento aglutinador de um segmento que mobiliza uma vasta cadeia de valor, a ABRAMED verbaliza os anseios de seus associados, atuando no diálogo com instituições públicas, governamentais e regulatórias, buscando contribuir para o debate nacional sobre saúde e influenciar na adoção de políticas e medidas que levem em conta a relevância da medicina diagnóstica para a população do país. A representatividade da ABRAMED se traduz ainda na parceria com a comunidade científica e no diálogo com as demais entidades do setor e com a sociedade civil.


A ABRAMED conta com associados, que, juntos, respondem por mais de 60% de todos os exames realizados pela saúde suplementar no país. Essas empresas também são reconhecidas por sua qualidade na prestação de serviços, pela excelência tecnológica e pelas práticas avançadas de gestão, inovação, governança e responsabilidade corporativa.

Nota | Casos de covid aumentam 200% em um mês, de acordo com Abramed

Número de testes passou de 47 mil na primeira semana de maio para 143 mil na primeira semana de junho

Segundo dados levantados pela Abramed, os exames de Covid-19 na rede privada aumentaram 200% em um mês, passando de 47 mil na primeira semana de maio para 143 mil na primeira semana de junho. O aumento em relação à semana anterior foi de 40%.

Os casos positivos aumentaram 501% na primeira semana de junho, em comparação à primeira semana de maio.

Veja tabela corrigida e dados abaixo:

  Acompanhamento semanal Covid-19 ABRAMED 
 24 a 30/04  1 a 07/058 a 14/0515 a 21/0522 a 28/0529/05 a 04/06Total 6 semanas* 
Nº de exames realizados                  44.095                  47.803                 65.156                  62.500                 102.463                 143.297                                                                                  465.314 
Taxa de positividade12,9%17,6%24,0%28,8%34,4%35,3%28,7% 
Número de positivos                     5.678                     8.420                 15.665                  17.996                    35.247                    50.568  
* a taxa de positividade total é a média ponderada do período     
 Aumento de número de testes em relação à semana anterior:   40%  
   Aumento de casos numero de testes em relação à primeira semana de maio:  200%    
  Aumento  da taxa de positividade em relação à primeira semana de maio:    100,3%   
  Aumento de taxa de positividada em relação à semana anterior:   2,6%   
  Aumento de positivos em relação à semana anterior:   43%   
Aumento de positivos em relação à primeira semana de maio:    501%  


O acompanhamento semanal voltou a ser feito pela Abramed após os casos começarem a aumentar, depois de terem apresentado queda em feveriro. Fazem parte da Abramed os laboratórios de medicina diagnóstica que atendem a cerca de 65% do volume de exames do país. Os dados são nacionais.

SOBRE A ABRAMED

Fundada em 2010, a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica – ABRAMED, surgiu num momento de transformações no sistema de saúde brasileiro, entre elas a consolidação de um novo perfil empresarial e o estabelecimento de regulamentações determinantes para o futuro da medicina diagnóstica no país. Esse cenário foi propício para que as empresas com atuação de ponta no país vislumbrassem os benefícios de uma ação integrada em torno da defesa de causas comuns.

A ABRAMED expressa também a visão de um setor de grande relevância socioeconômica, cujo desempenho tem impacto significativo sobre a saúde de parcela expressiva da população.

Segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), nada menos do que 50 milhões de brasileiros são beneficiários potenciais dos serviços disponibilizados pelo setor.

Como instrumento aglutinador de um segmento que mobiliza uma vasta cadeia de valor, a ABRAMED verbaliza os anseios de seus associados, atuando no diálogo com instituições públicas, governamentais e regulatórias, buscando contribuir para o debate nacional sobre saúde e influenciar na adoção de políticas e medidas que levem em conta a relevância da medicina diagnóstica para a população do país. A representatividade da ABRAMED se traduz ainda na parceria com a comunidade científica e no diálogo com as demais entidades do setor e com a sociedade civil.

A ABRAMED conta com associados, que, juntos, respondem por mais de 60% de todos os exames realizados pela saúde suplementar no país. Essas empresas também são reconhecidas por sua qualidade na prestação de serviços, pela excelência tecnológica e pelas práticas avançadas de gestão, inovação, governança e responsabilidade corporativa.

Total de exames para Covid-19 em laboratórios cai 28% na primeira semana de fevereiro. Positividade apresenta leve queda.

9 de fevereiro de 2022 – O total de exames para Covid-19, realizados pelos laboratórios de medicina diagnóstica associados à  Abramed (Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica) caiu 28% entre os dias 31 de janeiro e 6 de fevereiro de 2022. No total, foram 282 mil exames realizados. A taxa de positividade também recuou e ficou em 50% nesta semana.

Os laboratórios associados já realizaram, em 2022, mais de 1,7 milhão de exames para Covid-19 em todo o país. 


Semana

20 a 26/1203 a 09/0110 a 16/0117 a 23/0124 a 30/0131/01 a 06/02Total*
Nº de exames realizados120.000240.000375.000320.000390.000282.0001.727.000
Taxa de positividade7,90%40%52%57%60%50%49%

* a taxa de positividade total é a média ponderada do período

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Deborah Rezende

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Taxa de positividade de Covid em laboratórios chega a 60% em janeiro. Procura por exames de Influenza caiu

02 de Fevereiro de 2022 – Na última semana de janeiro de 2022 os laboratórios de medicina diagnóstica associados a Abramed (Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica) realizaram quase 390 mil exames de Covid-19. O número representa um aumento de 18% em relação à semana anterior – quando haviam sido realizados mais de 320 mil exames. A taxa de positividade também aumentou, passando de 57% na semana encerrada no dia 23 para 60% na semana encerrada no dia 30.  A procura por exames de Influenza caiu 12% no mesmo período, sendo realizados mais de 150 mil exames. A taxa de positividade passou de 7,7% para 2,8% . 

Ainda com relação ao influenza, o pico de positividade não foi em janeiro, mas sim na última semana de dezembro, quando a taxa de positividade chegou a 41%. Em janeiro a taxa de positividade média foi de 12,5%. Na primeira semana do mês essa taxa era de 30%. 

Estoques

Sobre os estoques dos insumos para a realização dos exames de Covid-19, que sofreram escassez nas primeiras semanas do ano, a Abramed informa que os  estoques estão sendo repostos e que algumas regiões já apresentam  normalidade no atendimento. 

Cabe ressaltar que a Diretoria de Portos e Aeroportos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem facilitado a liberação de reagentes importados, conforme disponibilidade, o que vem favorecendo a reposição dos estoques.

A Abramed vem acompanhando o cenário diariamente, e informará a respeito de atualizações.

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Fundada em 2010, a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica – ABRAMED, surgiu num momento de transformações no sistema de saúde brasileiro, entre elas a consolidação de um novo perfil empresarial e o estabelecimento de regulamentações determinantes para o futuro da medicina diagnóstica no país. Esse cenário foi propício para que as empresas com atuação de ponta no país vislumbrassem os benefícios de uma ação integrada em torno da defesa de causas comuns.

A Abramed expressa também a visão de um setor de grande relevância socioeconômica, cujo desempenho tem impacto significativo sobre a saúde de parcela expressiva da população.

A Abramed conta com associados, que, juntos, respondem por mais de 65% de todos os exames realizados pela saúde suplementar no país. Essas empresas também são reconhecidas por sua qualidade na prestação de serviços, pela excelência tecnológica e pelas práticas avançadas de gestão, inovação, governança e responsabilidade corporativa.

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Venda de autotestes de Covid-19 no Brasil

São Paulo – 28/01/2022 – Sobre a liberação da venda de autotestes de Covid-19 no Brasil, a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) apoia a utilização desta modalidade de testagem, pois reconhece sua utilidade como triagem neste momento da pandemia, e aguarda a inclusão das orientações sobre o uso dos autotestes em uma atualização do “Plano Nacional de Expansão de Testagem para Covid-19” (PNE Teste). 

Entretanto, sente-se na obrigação de alertar e reforçar a sua preocupação com a qualidade desses dispositivos e possíveis falhas na execução dos autotestes que, embora tenham uma aparente facilidade de aplicação, têm complexidade tecnológica e exigem que todas as etapas sejam realizadas com muito cuidado. 

Imperfeições nessas etapas levam a obtenção de falso-negativos, o que, do ponto de vista epidemiológico, é extremamente grave por trazer falsa sensação de segurança em relação a não transmissibilidade da COVID-19. 

Face a essas preocupações, a Abramed, junto a Sociedade Brasileira de Análises Clínicas – SBAC, e a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica / Medicina laboratorial – SBPC/ML, enviou ofício ao Ministério da Saúde, solicitando que os Laboratórios Clínicos participem da realização dos autotestes, em caráter temporário e excepcional, disponibilizando seu ambiente controlado para que os pacientes realizem o procedimento com a orientação e supervisão de profissionais capacitados, bem como para terem seus resultados comunicados aos órgãos sanitários competentes, como já é prática nesses estabelecimentos. 

Por fim, reafirmamos que o autoteste trata-se de um teste de triagem e requer confirmação para diagnóstico.

SOBRE A ABRAMED Fundada em 2010, a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica, entidade sem fins lucrativos, é resultante da união de importantes instituições de medicina diagnóstica, laboratorial e por imagem, comprometidas com a ética e a qualidade dos serviços prestados, promovendo a melhoria contínua de serviços no setor da saúde, além de reunir, produzir, sistematizar e disseminar conhecimentos interdisciplinares.

Laboratórios alertam para ameaça de desabastecimento de insumos para testes de Covid-19

Abramed orienta para utilização criteriosa de testes para evitar risco da redução da  oferta de exames

A importância da testagem de toda a população para controle epidemiológico e manejo de pacientes em uma pandemia é reconhecida por todos os profissionais de saúde e até mesmo por pacientes. Todavia a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) alerta que, assim como em outras partes do mundo,  a alta demanda de exames laboratoriais para o diagnóstico da Covid-19 trouxe ao setor de medicina diagnóstica brasileiro a preocupação com a falta de insumos necessários para a realização desses exames.

A alta transmissibilidade da nova variante Ômicron causou aumento exponencial de casos, o que vem demandando significativo aumento da  capacidade produtiva global de testes, tanto de PCR como de antígeno, e se os estoques não forem recompostos rapidamente poderá ocorrer a falta de oferta de exames. 

“Quando avaliamos as notícias que vêm de outros países, de que eles já estão sem insumos, é certo que o problema chegará ao Brasil”, explica o presidente do Conselho de Administração da Abramed, Wilson Shcolnik. “Não é possível mensurar nesse momento até quando poderemos atender, pois os estoques são variados dependendo do laboratório e da região, mas há um risco real de desabastecimento”, alerta o executivo.

A entidade prepara uma nota técnica para seus associados recomendando a priorização de pacientes para efetuarem os testes, segundo uma escala de gravidade: “O ideal seria seguirmos testando todo mundo que se expôs de alguma forma, porém, com o cenário que vislumbramos a curto prazo, recomendamos fortemente que sejam submetidos a testes apenas os pacientes que tenham maior gravidade de sintomas, pacientes hospitalizados e cirúrgicos, pessoas no  grupo de risco, trabalhadores assistenciais da área da saúde, e colaboradores de serviços essenciais, cessando a testagem de contactantes, assintomáticos e pessoas com sintomas leves, que devem permanecer em isolamento até que o cenário seja normalizado, deixando a possibilidade de teste para os pacientes mais críticos”, reitera Shcolnik.

SOBRE A ABRAMED

Fundada em 2010, a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica, entidade sem fins lucrativos, é resultante da união de importantes instituições de medicina diagnóstica, laboratorial e por imagem, comprometidas com a ética e a qualidade dos serviços prestados, promovendo a melhoria contínua de serviços no setor da saúde, além de reunir, produzir, sistematizar e disseminar conhecimentos interdisciplinares.

Exames para detecção de COVID-19 aumentaram 98% entre a semana do natal e o início de janeiro

Segundo dados extraídos dos associados da Abramed, além do salto na procura pelas testagens, houve um crescimento na taxa de positividade. Já os exames para detecção do vírus Influenza cresceram 1000% antes mesmo da virada do ano em alguns laboratórios

O início de 2022 está sendo marcado por um intenso aumento na demanda nos laboratórios privados nacionais por exames para detecção da infecção pelo novo coronavírus.  Dados da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) mostram que, entre as empresas associadas – que respondem por mais de 65%% de todos os exames realizados pela saúde suplementar no país,  entre os dias 3 e 8 de janeiro de 2022 foram mais de 240 mil exames feitos. Esses números representam aumento de 98% no número de exames realizados, em comparação a semana do natal (20 a 26 de dezembro de 2021).

A positividade também cresceu quando comparado esse mesmo período. O volume de exames com resultados positivos para Covid-19 passou de uma média de 7,6% na para mais de 40%, agora no início do mês. Apesar de não existirem dados comparativos com essa mesma semana em 2021, se o ritmo for mantido, a expectativa é que, até o final do mês, os números alcancem os registrados no final de  janeiro de 2021, quando foram realizados cerca de 1,5 milhão de exames.

Os exames para detecção do vírus Influenza também apresentaram aumento expressivo antes mesmo da virada do ano. Alguns laboratórios associados da Abramed registraram elevação superior a 1000% entre a primeira e a última semana de dezembro de 2021. A taxa de positividade chegou a 40% neste mesmo período. Entretanto, em janeiro, apesar do alto volume de testagens, a taxa de positividade caiu para 10% nos exames de Influenza.

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A Abramed conta com associados, que, juntos, respondem por mais de 65% de todos os exames realizados pela saúde suplementar no país. Essas empresas também são reconhecidas por sua qualidade na prestação de serviços, pela excelência tecnológica e pelas práticas avançadas de gestão, inovação, governança e responsabilidade corporativa.

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Margareth Dalcolmo, médica pneumologista da Fiocruz, é premiada durante 5º FILIS

A especialista foi agraciada com a terceira edição do prêmio Dr. Luiz Gastão Rosenfeld, reconhecimento da Abramed pela sua atuação durante a pandemia de covid-19

Há três anos a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) instituiu o prêmio Dr. Luiz Gastão Rosenfeld durante a realização anual do FILIS (Fórum Internacional de Lideranças da Saúde) a fim de homenagear profissionais que fomentam o desenvolvimento e a melhoria da saúde no Brasil. Nesta edição de 2021, a homenageada foi Margareth Dalcolmo, médica pneumologista e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

“Neste ano a Abramed conferiu o prêmio à doutora Margareth reconhecendo sua inestimável contribuição ao combate da pandemia especialmente pelo compartilhamento de informações científicas corretas e confiáveis com toda a população tanto sobre as características da doença quanto sobre as mais seguras formas de proteção”, disse Wilson Shcolnik, presidente do Conselho de Administração da Abramed ao entregar o prêmio.

Participando ao vivo da cerimônia, Margareth agradeceu a homenagem. “Esse troféu me deu honra e um enorme sentimento afetivo de pertencimento lembrando, mais uma vez, que a união entre clínica e laboratório nunca esteve tão presente”, disse. 

A especialista aproveitou a oportunidade para vangloriar a atuação de todos os profissionais de saúde que se mostraram prontos e disponíveis para gerir a crise no Brasil. “Esse não é um reconhecimento somente a mim, mas a todos os médicos que mais do que eu estiveram na linha de frente, no SUS e na rede suplementar, e foram exigidos exaustivamente em uma realidade tão adversa como a que enfrentamos há vinte meses”, pontuou agradecendo à Abramed.

Margareth Dalcolmo tem sido uma das grandes porta-vozes da ciência durante todo o período da pandemia, visto que, segundo a Fiocruz, tem mais de 100 artigos científicos publicados nacional e internacionalmente. 

Graduada em medicina pela Santa Casa de Misericórdia de Vitória, tem especialização em Pneumologia Sanitária pela Fiocruz e doutorado em medicina pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Com ampla experiência na condução e participação de protocolos de pesquisa clínica e tratamento da tuberculose e outras microbacterioses, é presidente eleita para a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia para o biênio 2022-2024.

Prêmio Dr. Luiz Gastão Rosenfeld

Ao criar o Prêmio Dr. Luiz Gastão Rosenfeld, a Abramed buscou prestar uma homenagem a este renomado profissional do setor que, por décadas, esteve empenhado em tornar o segmento de diagnóstico mais unido. Médico hematologista e patologista clínico, Luiz Gastão Rosenfeld foi membro da Câmara Técnica da Abramed, além de diretor de Relações Institucionais do DASA e conselheiro do Hospital Israelita Albert Einstein.

Programação do 5º FILIS começa com palestra do Ministro da Saúde

Na manhã do dia 13 de outubro, primeiro dia de programação da 5ª edição do FILIS (Fórum Internacional de Lideranças da Saúde), logo após a abertura conduzida por Wilson Shcolnik, presidente do Conselho de Administração da Abramed, o evento recebeu Marcelo Queiroga, Ministro da Saúde, para falar sobre a importância do diagnóstico na coordenação da pandemia e como as relações entre os sistemas público e privado de saúde são indispensáveis para a melhor sustentabilidade do setor. 

Marcelo Queiroga atualizou o cenário brasileiro da pandemia e enfatizou a relevância da medicina diagnóstica para melhor gestão da crise

Traçando um panorama atual da crise de covid-19, o ministro elencou três prioridades de sua gestão: acelerar a vacinação, garantir assistência aos infectados pelo novo coronavírus e reforçar a implementação de medidas de higiene e saúde pública, com foco especial em um programa de testagem ampla e sistemática. 

Enfatizando que o Governo Federal adotou a estratégia de diversificar a compra das vacinas e já contratou mais de 550 milhões de doses a serem entregues até o final do ano, Queiroga pontuou que, até o momento, já são mais de 150 milhões de brasileiros com ao menos uma dose do imunizante. Além disso, deu amplo destaque ao lançamento do Programa Nacional de Testagem para o coronavírus. “Ampliaremos, de forma sistemática, a testagem da população brasileira para continuidade segura de nossas atividades”, declarou. Segundo ele, o programa define critérios e parâmetros objetivos para os testes, com foco em populações vulneráveis e setores essenciais como educação, comércio e transporte público.

Parcerias entre os setores público e privado

Assim como muitos líderes do setor têm enfatizado, o ministro declarou ser preciso encarar com unicidade o sistema de saúde brasileiro considerando que fazem parte dele a área pública e a área suplementar. Para iniciar essa discussão, trouxe dados relevantes sobre os gastos da pasta.

“O Brasil destina 9,2% do seu PIB à saúde. Desse total, os gastos públicos representam 3,8% do PIB e os privados 5,4%. Apesar de proporcionalmente menores, os gastos públicos com a saúde representam parcela significativa do orçamento do Governo Federal e crescem a taxas mais elevadas do que a arrecadação fiscal”, declarou. Segundo o ministro, para que o Sistema Único de Saúde (SUS) possa responder a futuras emergências, é preciso obter mais investimentos, mas, principalmente, melhorar o uso dos recursos existentes.

Entre os principais desafios elencados por Queiroga durante sua apresentação no FILIS estão: ineficiência na prestação de serviços, fragmentação dos cuidados com a saúde com pouca coordenação entre os níveis de atenção e entre os provedores, e limitada ou inexistente integração do SUS com a Saúde Suplementar.

“Reforçar o sistema de saúde brasileiro passa necessariamente por formular políticas públicas que enfrentem esses desafios e melhorem a qualidade dos gastos”, pontuou. Para ele, as mudanças devem envolver alteração nos modelos de remuneração substituindo o atual modelo de pagamento por volume por um novo modelo de pagamento por desfecho, incentivo às práticas inovadoras de gestão através de parcerias público-privadas que garantam acesso a serviços gratuitos e de qualidade a toda a população, fortalecimento da regulação da saúde suplementar de modo a estimular a competitividade e potencializar sinergias com o setor público, e investimento no complexo econômico industrial da saúde, motor indiscutível da economia e com amplo potencial de crescimento.

Como exemplo de uma parceria exitosa, o ministro apresentou o case da Fiocruz/Biomanguinhos com a Universidade de Oxford e a empresa AstraZeneca diante do contrato de encomenda tecnológica e posterior transferência de tecnologia na fabricação das vacinas contra a covid-19. “Essa aposta bem-sucedida, que já resultou na entrega de mais de 78 milhões de doses, foi possível graças ao investimento de R$ 1,9 bilhão em agosto de 2020. A parceria permitirá a produção de uma vacina 100% nacional e o Brasil passará de importador para exportador, ajudando a população além de suas fronteiras”, disse.

Medicina diagnóstica como protagonista

O ministro Queiroga aproveitou a oportunidade para destacar a relevância da medicina diagnóstica no combate à covid-19 e pontuar a representatividade das associadas à Abramed no mercado, já que essas empresas são responsáveis pela realização de 516 milhões de exames, o que representa 56% do total de exames concretizados na saúde suplementar. 

“Esses números deixam claro a importância de o Brasil buscar a sustentabilidade tecnológica e econômica do SUS a curto, médio e longo prazos por meio da promoção de condições estruturais para aumentar a capacidade produtiva e de inovação do país, resultando na redução do déficit comercial do setor e na garantia do direito à saúde de todos os brasileiros”, finalizou.

O 5º FILIS foi realizado de forma totalmente digital, em dois dias com intensa programação. Confira, no site da Abramed, a cobertura completa de todas as palestras e painéis concretizados nesta edição.

Definir parâmetros e garantir a qualidade são ações essenciais diante das CPs 911 e 912

SindHosp reuniu especialistas da medicina diagnóstica, hospitais, indústria e farmácia em debate sobre consultas públicas da Anvisa

25 de novembro de 2020

Debatidas incessantemente nas últimas semanas pelos protagonistas do setor de saúde, as Consultas Públicas 911 e 912 – sobre realização de exames laboratoriais em qualquer serviço de saúde –, abertas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), foram tema de encontro virtual promovido em 19 de novembro pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SindHosp). Na reunião intitulada “Só os laboratórios estão sob ameaça?”, a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) foi representada pelo presidente do Conselho de Administração, Wilson Shcolnik, que defendeu o posicionamento da entidade de que liberar a realização de exames fora dos ambientes altamente controlados dos laboratórios aumenta o acesso, mas também aumenta o risco ao paciente.

Moderado por Francisco Balestrin e Luiz Fernando Ferrari Neto, respectivamente presidente e vice-presidente do SindHosp, o debate também recebeu Carlos Eduardo Gouvêa, presidente-executivo da Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial (CBDL), Gonzalo Vecina Neto, sanitarista, ex-presidente da Anvisa e ex-secretário municipal de Saúde; e Marcos Machado Ferreira, presidente do Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP). O intuito do encontro foi abrir o diálogo permitindo que todos os envolvidos tivessem voz.

Partindo do cenário da medicina diagnóstica, na ocasião representada por Shcolnik, foi feito um breve retrospecto regulatório. O executivo reforçou que a revisão da RDC 302 tem sido um pleito frequente do segmento, visto que com a modernização de tantos processos que impulsionaram novas práticas, uma atualização se fazia necessária. “A RDC 302 disciplinou o setor de forma sensacional trazendo requisitos de gestão de qualidade para as três fases do processo laboratorial: pré-analítica, analítica e pós-analítica. Porém, após 15 anos, essa regulamentação não estava mais adequada aos novos métodos adotados”, disse o presidente ao enfatizar que os profissionais do ramo diagnóstico receberam com motivação a notícia de que finalmente a RDC seria revisada.

Porém, a revisão da norma por meio das CPs 911 e 912 assustou o setor. “A CP 911 trata das práticas farmacêuticas após a Lei nº 13.021/2014 que dá a esses estabelecimentos o status de serviços de saúde. Desde então, farmácias e drogarias estão se preparando para esse novo papel. Mas, para nós, essa assistência farmacêutica estaria relacionada ao monitoramento e uso de medicamentos. Não seria tão abrangente como estamos vendo agora que outros serviços são também oferecidos”, explicou Shcolnik.

Um dos principais questionamentos do setor está na capacitação dos profissionais que atuam em farmácias. “Na medicina, são mais de 50 especialidades e os médicos não estão preparados para exercer qualquer uma delas. Eu, como médico patologista clínico, não posso fazer uma neurocirurgia. Os profissionais que trabalham nas farmácias estão preparados para essa mudança radical no papel desses estabelecimentos?”, questionou o executivo.

Para a Abramed, a ampliação que está sendo proposta pelas consultas públicas gera dúvidas, pois não é adequado facilitar o acesso colocando, em risco, a segurança dos pacientes. “A justificativa de acesso não me parece razoável, pois o maior risco está na população. Sabemos que existem, por exemplo, testes rápidos de altíssima qualidade que evoluíram consideravelmente ao longo do tempo. Entretanto, sabemos também que há testes de qualidade variável e desempenho questionável”, pontuou Shcolnik lembrando que inclusive durante a pandemia de COVID-19 a união de diversas entidades do setor de diagnóstico e de laboratórios criou um programa de validação para apresentar, à sociedade, quais testes para detecção do novo coronavírus eram confiáveis.

Farmacêutico bioquímico, Ferreira trouxe a visão dos profissionais de farmácia. “Esse debate não é tão simples de lidar”, iniciou sua argumentação. Para ele, o caminho natural – e que já vem sendo observado no mundo inteiro – é a farmácia avançar para outros cuidados de saúde, inclusive a realização de exames. “Minha preocupação está em qual caminho seguir. Na CP 912, a criação do SADT-TAC (serviços de saúde que realizam atividades relacionadas a testes de análises clínicas) permite que exames sejam feitos em qualquer ambiente. As farmácias vieram se preparando ao longo do tempo para isso, mas ao criar o SADT-TAC, a Anvisa permite que esses testes ocorram em qualquer local considerado estabelecimento de saúde. Ou seja, consultório médico, psicológico, nutricional, odontológico e muitos outros. E isso é um problema sim quando consideramos a qualificação dos profissionais”, declarou enfatizando que com essa abordagem perde-se o controle da situação. “Exames sairão das mãos de profissionais qualificados, que se prepararam para tal, e isso é preocupante demais”, completou.

Essa mudança de nomenclatura também foi um ponto de questionamento por parte de Ferrari: “nossa estranheza está na destruição da RDC 302 somada à mudança até do nome para SADT-TAC”, citou. Para Balestrin, a impressão é de início de um processo que transformará as farmácias em clínicas populares prontas para receber o cidadão não atendido pelo SUS. “Aquele que não tem cobertura de saúde vai até uma farmácia e resolve seu problema. Mas isso é muito insuficiente quando pensamos, de fato, na gestão de saúde do cidadão”, falou mencionando a importância de debater a saúde baseada em valor. Já Vecina acredita que colocar as farmácias como hubs de saúde é algo inaceitável. “Vivemos um tempo em que existem extravagâncias que fazem mal à civilização. Temos que entendê-las negando a possibilidade que ocorram”, declarou.

Qualidade e validação

Apresentando a perspectiva da indústria que se empenha em fornecer kits de testes para abastecer a demanda interna e externa, Gouvêa falou sobre a incorporação tecnológica que vem ocorrendo para otimizar os processos produtivos e enfatizou ser necessário desmistificar as más impressões que se instalaram após muitos testes rápidos de COVID-19 serem criticados, justamente, por seu baixo desempenho.

“Os primeiros testes que saíram não eram bons, tinham acabado de ser desenvolvidos. À medida em que fomos avaliando esses testes, os fabricantes melhoraram seus processos. Nossa inovação é incremental, ou seja, utiliza o feedback dos profissionais que estão na ponta. Tivemos, inclusive, fabricantes que desistiram de lançar esses kits por perceber que seus produtos não tinham qualidade e que não teriam condições de melhorá-los rapidamente”, declarou.

Para o executivo da CBDL, o teste rápido nunca terá a mesma sensibilidade e especificidade dos apontados como padrão ouro, mas podem atingir um segmento da população maior, atuando como triagem. “A pessoa que passa por esse teste e tem um resultado positivo, precisará de confirmação”, declarou. Segundo Gouvêa, com essa ampliação proposta pelas consultas públicas, os laboratórios serão ainda mais acessados para exames complementares, de maior qualidade.

Vecina parte do pressuposto de que é impossível negar os avanços do sistema. “Não podemos nos posicionar contra melhorias que promovem o bem-estar. O que é melhor, tem que ficar”, disse. Para o especialista, os testes rápidos podem ser realizados por diferentes profissionais de saúde, desde que tenham sua qualidade comprovada. Para ele, o importante é não transformar o cuidado em saúde em algo totalmente comercial.

“O consumidor, protegido pelo Código de Defesa do Consumidor, tem direito a fazer o que bem entender, mas o produto a ele ofertado precisa de adequada especificidade e precisa ser validado”, pontuou. A liberação de testes rápidos para COVID-19 sem validação no começo da pandemia foi, na opinião de Vecina, um grande erro. “A Anvisa errou, mas todo mundo errou. O que fizemos foi fruto da nossa ignorância na ocasião. Mas agora as coisas melhoraram e temos de olhar para o futuro”, alertou.

Impor limites é fundamental

Para Ferreira – e também para a Abramed –, é preciso discutir a normatização definindo parâmetros assim como ocorre em outras partes do mundo. “Quais testes laboratoriais são possíveis de serem feitos nas farmácias? Precisamos discutir de forma mais clara”, alegou.

Vecina também concorda com a ideia de que é imprescindível definir os limites: “temos que decidir o que pode e o que não pode ser feito em farmácia; discutir quais testes serão liberados”.

Para encerrar a apresentação, Shcolnik pediu a todos que jamais esqueçam que o tema central de todo esse debate é saúde. E que é preciso sempre pensar até que ponto a liberalidade protege o cidadão. “A Anvisa foi criada para proteger a população, mitigar os riscos. Se há um risco identificado, é papel da Anvisa atuar. E ela tem mecanismos para isso”, encerrou.