Bracco 10 anos de Brasil

A Bracco Imaging do Brasil está comemorando 10 anos de presença direta no Brasil. Durante uma década, a Bracco vem trabalhando como um parceiro em soluções de diagnóstico por imagem, oferecendo um amplo portfólio de produtos para possibilitar diagnósticos mais precisos, rápidos e menos invasivos.

Para celebrar este marco memorável com seus parceiros e clientes, a Bracco e a Fundação Bracco, um braço cultural do Grupo Bracco que dissemina cultura, arte e ciência, selecionaram um rico conteúdo cultural e exclusivo para que você junto com sua família possa desfrutar no conforto de sua casa.

Os conteúdos estarão disponíveis em nosso site www.braccoimaging.com onde nossos clientes e parceiros terão acesso a diversos eventos nas áreas de Artes, Música e aprendizado Cultural. Confira abaixo a lista completa:

Revelando os segredos da arte através da Ciência

Art from Inside: O uso de técnicas de diagnóstico por imagem aplicadas em peças culturais revelando o  invisível: Caravaggio, o Veneziano Renascentista, e “Piccolo”, o famoso violino de Lorenzo Storioni de 1773. É a ciência contribuindo para a compreensão da criação e dos segredos de uma obra de arte.

Uma seleção das sonatas de Ludwig van Beethoven para violino e piano

Neste vídeo em colaboração com a Classica HD (canal de TV italiano), a Fundação Bracco apresenta o violinista Fulvio Luciani e o pianista Massimiliano Motterle com uma seleção dos principais músicos da música contemporânea e seus estilos, são quatro obras-primas das sonatas de Ludwig van Beethoven para violino e piano precedidas com uma introdução de Ugo Martelli em uma conversa com Fulvio Luciani. Esta é uma homenagem que comemora o 250º aniversário do nascimento do grandioso compositor Ludwig van Beethoven e uma excelente oportunidade para compreender a ópera.

Uma análise aprofundada da ópera “La Bohème” de Giacomo Puccini

Em uma hora de uma profunda imersão ao mundo da ópera lírica, este conteúdo guiado pelo Maestro Fabio Sartorelli, leva o expectador para conhecer “La Bohème” de Giacomo Puccini, após de mais de 120 anos de sua primeira apresentação. Esta certamente é uma emocionante viagem repleta de descoberta dos jovens protagonistas, dos seus sonhos, da música apaixonada, do drama e do amor.

Concerto da Extraordinária Orquestra da Academia de Teatro La Scala

Este grande concerto realizado em 2016 para a Fundação Bracco na cidade de Torviscosa (Udine, Itália), site de produção do Grupo Bracco e oferecido gratuitamente aos cidadãos e cidades vizinha, a Orquestra da Academia de Teatro La Scala, conduzida pelo Maestro Pietro Mianiti, apresenta uma belíssima homenagem aos mais conhecidos compositores italianos: Verdi, Bellini, Rossini, Puccini e Mascagni, com sinfonias e intermezzos de obras famosas, entre elas o Barbeiro de Sevilha, Norma, As Vésperas Sicilianas, A Cavalaria Rusticana e Nabucco.

Sobre a Bracco Imaging

Bracco Imaging S.p.A. é uma empresa do Grupo Bracco, líder mundial no segmento de diagnóstico por imagem, com receita superior a € 1 bilhão em 2018. Com sede em Milão, na Itália, a Bracco Imaging desenvolve, fabrica e comercializa meios de contraste e soluções em diagnóstico por imagem.

A Bracco Imaging oferece portfólio de produtos e soluções em diagnóstico por imagem nas modalidades: Raio-X (incluindo Tomografia Computadorizada-TC, Radiologia Intervencionista e Cateterismo Cardíaco), Ressonância Magnética (MRI), Ultrassonografia Contrastada (CEUS), e Medicina Nuclear através de marcadores radioativos. O portfólio de diagnóstico por imagem é complementado por uma gama de dispositivos médicos e sistemas de administração avançados para meios de contraste.

A empresa opera em mais de 100 mercados mundialmente, seja direta ou indiretamente, através de subsidiárias, joint-ventures, licenças e acordos de parceria com distribuidores. A Bracco Imaging possui forte presença nas principais geografias: América do Norte, China, Europa, Japão, Brasil, México e Coreia do Sul.

As fábricas da Bracco Imaging operam em total conformidade com as melhores práticas e com processos de produção sustentáveis e ecologicamente corretos. As plantas de fabricação estão localizadas na Itália, Suíça, Alemanha, Canadá, China e Japão.

A Bracco Imaging possui uma organização de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) bem qualificada e inovadora, com uma abordagem eficiente e orientada a processos e um histórico na indústria de diagnóstico por imagem. As atividades de P&D estão localizadas em centros na Itália, Suíça e Estados Unidos. Para saber mais sobre a Bracco Imaging, visite: www.braccoimaging.com.

COMUNICADO: Casos suspeitos de coronavírus devem ter prioridade para exames diagnósticos

Com a declaração de pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e diante do aumento do número de casos de infecção pelo coronavírus (COVID-19) no Brasil, a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) reforça que as empresas do setor associadas à entidade estão fornecendo todo o suporte necessário para o processo diagnóstico conduzido pela comunidade médica e hospitais, de acordo com as diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Saúde.

A ABRAMED destaca, contudo, que os exames para COVID-19 devem ser realizados a partir de avaliação clínica criteriosa para realização do exame, seguindo a prescrição médica. Essa prática assegura a assistência adequada aos pacientes, bem como uso racional dos recursos diagnósticos disponíveis.

Ainda de acordo com as orientações do Ministério da Saúde, a entidade salienta que os exames laboratoriais para COVID-19 devem ser realizados exclusivamente em hospitais e seus postos avançados, ou em atendimento restrito, reduzindo o risco de disseminação do vírus.

Por fim, a Abramed informa que está em contato constante com a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, contribuindo com as autoridades sanitárias e mantendo-se atualizada sobre novas recomendações acerca da atual pandemia do coronavírus.

Abramed apresenta estudo de impactos da reforma tributária na medicina diagnóstica a presidente da Câmara dos Deputados

Representando a Abramed, Wilson Shcolnik, presidente do Conselho de Administração; Priscilla Franklim Martins, diretora-executiva; Fábio Cunha, diretor do Comitê Jurídico; Armando de Queiroz Monteiro Bisneto, assessor parlamentar; e Eduardo Muniz, consultor; estiveram em Brasília, no dia 4 de dezembro, em audiência com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), para tratar dos impactos da reforma tributária no setor de medicina diagnóstica. 

Na oportunidade, foi declarado que a entidade apoia a reforma tributária, desde que não haja aumento de encargo tributário, e apresentado o estudo preliminar realizado pelo departamento de inteligência setorial da Associação, que mostra a carga tributária na medicina diagnóstica com as propostas de emendas à Constituição (PECs) da Câmara dos Deputados (PEC n° 45) e do Senado Federal (PEC n° 110). Ambas as PECs preveem a substituição de cinco tributos por um imposto único, chamado de imposto sobre bens e serviços (IBS). O modelo é inspirado em sistemas utilizados em outros países, que reúnem em um único imposto sobre valor adicionado (IVA) toda a tributação sobre o consumo, com uma alíquota uniforme. Ambas propostas simplificam o modelo tributário brasileiro, diminuem o número de tributos, mas apresentam prazos diferentes de transição; e há distinção no tratamento dado à atual zona franca de Manaus, e em relação à distribuição dos tributos entre União, Estados e municípios.

O estudo da Abramed apresentado ao presidente da Câmara dos Deputados demonstra que a arrecadação federal referente somente às atividades de atenção à saúde cresceu 172% entre 2011 e 2018, enquanto o valor total arrecadado em todos os setores da economia teve aumento de 47% no mesmo período. Ao isolar a medicina diagnóstica, a carga tributária prevista deve aumentar mais de 70%, segundo análise da Abramed. 

Shcolnik alertou que da maneira que estão sendo encaminhadas as propostas para a reforma tributária, os resultados serão o encolhimento do setor e redução de empregabilidade. “O setor da saúde promove mais de 250 mil empregos diretos e isso vai ser reduzido se as PECs tramitarem como estão hoje.” 

Reforma unindo o setor

Os potenciais efeitos drásticos da reforma tributária com as PECs 45 e 110 uniram as entidades da saúde, que estão trabalhando juntas na análise dos impactos da reforma em toda a cadeia da saúde. Em setembro, os presidentes da Abramed, Abramge, Anahp, CNSaúde, FenaSaúde, FBH, Unidas e Unimed foram recebidos pelos relatores de ambas as PECs, para apresentarem os impactos em seus respectivos setores. 

Além disso, Abramed e Anahp criaram um grupo de trabalho para melhor entender os impactos da reforma tributária para os prestadores de serviços de saúde – hospitais e laboratórios. Clique aqui e acesse o comunicado sobre o assunto, ou leia abaixo na íntegra.

COMUNICADO

A Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (ABRAMED) e a Associação Nacional dos Hospitais Privados (ANAHP), unindo propósitos, informam a constituição de um Grupo de Trabalho para monitoramento das propostas de reforma tributária. O foco dos trabalhos está nas repercussões que possam impactar as atividades desempenhadas na área das instituições de saúde privada e de medicina diagnóstica.

Como é de conhecimento público, além das reformas que já tramitam no Congresso Nacional, o Governo Federal trabalha com a perspectiva de instituição gradativa de um novo modelo de tributação, a ser composto por etapas.

Há estudos, inclusive, para que essas alterações sejam conduzidas sem a necessidade de uma ampla alteração constitucional, o que pode tornar mais célere o processo legislativo necessário, tendo como primeira fase a unificação das contribuições ao PIS e a Cofins, com extinção do regime cumulativo e fixação de alíquota entre 11% e 12%.

Essa medida, por si, implicaria impacto significativo e não desejado aos nossos associados, o que gera a necessidade comum de um assessoramento técnico, jurídico e estratégico. É fundamental que sejam adotadas as medidas adequadas a evitar a oneração excessiva na prestação dos serviços, ainda que o equilíbrio das incidências tributárias seja alcançado com o advento das demais etapas da reforma, dentre as quais insere-se a desoneração dos encargos sobre a folha de pagamento, ainda de contornos indefinidos.

Os hospitais privados e as empresas da área de medicina diagnóstica, para além da relevância dos serviços prestados, formam um relevante e imprescindível setor da economia para a geração de empregos, o que confere peso ao papel de suas entidades representativas no debate sobre o recondicionamento do sistema tributário nacional.

Nesse sentido, o Grupo de Trabalho composto por especialistas da ANAHP e da ABRAMED está atuando nas seguintes frentes:

a) estudos aprofundados sobre as propostas já divulgadas;
b) reunião de elementos técnicos e jurídicos relativos ao setor que orientem

o posicionamento construtivo a ser adotado;
c) desenvolvimento de cenários e de proposições que mitiguem ou

compensem eventuais impactos negativos da reforma;
d) construção de canais de interlocução com os Poderes Executivo e Legislativo.

A atuação especializada e direcionada proporcionará o tratamento da questão de forma profissional, pragmática e serena, no sentido de subsidiar as decisões a serem tomadas pelo poder público. Dessa forma, acredita-se na viabilidade de uma reforma sem aumento de carga tributária sobre as atividades dos nossos associados, preservando-se, assim, a capacidade de investimento, expansão e empregabilidade do setor de saúde.

Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica ABRAMED

Associação Nacional de Hospitais Privados ANAHP

SBPC/ML anuncia segunda lista de recomendações do Choosing Wisely Brasil

Ao todo são 5 novas recomendações de acordo com a inciativa da Fundação American Board of Internal Medicine que visa ampliar a cultura da sabedoria na saúde

Rio de Janeiro, 03 de outubro de 2019 – A Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) anuncia cinco novas recomendações para adesão à campanha Choosing Wisely Brasil. O objetivo é dar continuidade ao programa que visa ampliar a percepção dos profissionais da área para a importância do uso adequado, consciente e sem excessos de recursos e vai ao encontro do conceito Less is more ou “menos é mais”.

“A segunda lista de recomendações reforça o compromisso de nossa sociedade em auxiliar os especialistas na busca pelo equilíbrio entre a gestão de recursos da saúde para fins de prevenção, diagnóstico e monitoramento de doenças e a excelência no atendimento ao paciente”, afirma o vice-presidente da SBPC/ML, Gustavo Campana.

Com base nas orientações do projeto Choosing Wisely Brasil, a SBPC/ML, com a colaboração de seus associados, elaborou a segunda Lista de Recomendações para orientar os especialistas dessa e de outras áreas em relação ao uso de exames laboratoriais. São elas:

1) Evite exames laboratoriais pré-operatórios de rotina, sem indicação clínica, para cirurgias de baixo risco

A maioria dos testes pré-operatórios (comumente hemograma. Tempo de Protrombina, e TTPA, exames bioquímicos e urinálise) realizados em cirurgias eletivas são normais. Achados clínicos ocorrem em menos de 3% dos pacientes testados. Em quase todos os casos, não há eventos adversos relatados quando pacientes estáveis passam por cirurgias eletivas. Os exames pré-operatórios são indicados para pacientes com fatores de risco ou quando os exames podem esclarecer o risco cirúrgico.

2) Não solicite múltiplos exames na avaliação inicial de pacientes com suspeita de doença tireoidiana. Solicite o Hormônio Tireoestimulante (TSH) e, se anormal, prossiga com avaliação adicional ou tratamento dependendo dos achados

A dosagem de TSH pode detectar doença tireoidiana subclínica em pacientes sem sintomas de disfunção tireoidiana. Uma dosagem de TSH dentro dos valores de referência exclui na maioria dos casos doença primária de Tireoide. Se a dosagem de TSH for anormal, confirmar o diagnóstico com avaliação de T4 Livre.

3) Não realize triagem com CA-125 ou ultrassom, para câncer de ovário, em pacientes de baixo risco do sexo feminino.

O CA-125 e o ultrassom em pacientes de baixo risco e assintomáticas, sem diagnóstico de câncer, não reduzem a mortalidade nestes pacientes. Resultados falso-positivos acarretam a realização de exames ou procedimentos desnecessários e possuem riscos de complicações.

4) Não realize repetição de Carga Viral de Hepatite C em pacientes sem uso de terapia antiviral.

Os exames de Hepatite C quantitativos de alta sensibilidade são apropriados para diagnóstico e são parte do acompanhamento da terapia antiviral. Em outras condições, o exame de Carga Viral não modifica o manejo clínico ou desfecho.

5) Não solicite teste genético para HFE para pacientes sem sobrecarga de ferro evidenciada ou sem histórico familiar de Hemocromatose Hereditária.

A maioria dos casos de Hemocromatose Hereditária é devido à herança de mutações no gene HFE. Estas mutações são comuns em indivíduos de ancestralidade Europeia, entretanto apenas uma pequena proporção destes indivíduos desenvolve condições clínicas. Outros fatores genéticos e não genéticos contribuem para este desenvolvimento. A genotipagem do HFE deve ser realizada em pacientes com sobrecarga de Ferro (ex. Saturação de Transferrina > 45%) ou aqueles com história familiar de Hemocromatose Hereditária.

A primeira lista de recomendações da SBPC/ML foi lançada em 2018, quando a sociedade aderiu ao programa. Para acessar, clique aqui.

O Choosing Wisely foi criado pela American Board of Internal Medicine (ABIM), em 2011, e chegou ao Brasil em 2015. O projeto engaja diversas sociedades médicas para que apontem, através de uma lista de recomendações, condutas que não devem ser indiscriminadamente adotadas, fazendo com que os especialistas reflitam sobre os procedimentos de sua atividade.

De acordo com Choosing Wisely, atualmente mais de 70 sociedades médicas na Alemanha, Canadá, Inglaterra, Japão e Brasil, já publicaram mais de 400 recomendações sobre exames e tratamentos que devem ser reavaliados pelos especialistas.

Tecnologia de ponta e procedimentos de saúde foram assuntos do 4º FILIS

Shafi Ahmed, um dos principais influenciadores mundiais em saúde digital e realidade virtual, abordou o tema “Transformando a saúde”

O mundo passa pela quarta revolução industrial e vive a “época mais empolgante da biomedicina”. Esse é a ótica de Shafi Ahmed, cirurgião oncológico dos hospitais The Royal London e St. Bartholomew, professor das universidades Bradford e Singularity, e um dos principais influenciadores mundiais em saúde digital e realidade virtual. Sua palestra encerrou o 4º FILIS – Fórum Internacional de Lideranças da Saúde, evento promovido pela Abramed (Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica).

Em 2014, usando o Google Glass, Ahmed removeu um câncer de um paciente sob os olhares de centenas de universitários, em mais de 100 países. À medida que as perguntas surgiam na lente do seu Glass, ele respondia às dúvidas como se as pessoas que o questionavam estivessem ao seu lado. O procedimento transmitido ao vivo, em realidade virtual, tornou-se um novo paradigma de aprendizagem. Além disso, o cirurgião alcançou vários reconhecimentos relevantes da indústria, incluindo o Future NHS Award e o Webit International Award de Melhor Uso de Inovação Digital em Saúde.

No FILIS, ele ressaltou que o dinheiro disponível no mundo é escasso e que é preciso estabelecer metas sustentáveis para os novos desafios tecnológicos. “Precisamos mudar os currículos das universidades e ensinar os médicos a serem empreendedores. As inovações vão ocorrer em um ritmo mais acelerado e os centros de ensino precisam acompanhar. Estamos mais conectados do que nunca”, reforçou.

Para o médico, as altas tecnologias de baixo custo estarão cada vez mais acessíveis. “Sou consultor de cirurgias que ocorrem em diferentes lugares do mundo: Londres, Índia, Estados Unidos. Eu não vou a esses lugares, mas a tecnologia me leva até eles”, afirmou Ahmed, que deve lançar um novo livro em novembro sobre o tema.

Entre os exemplos de lugares que estão passando por transformação tecnológica na área da saúde, ele citou Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. “É um país rico e pequeno, com apenas três milhões de habitantes. Lá existem cerca de 50 hospitais e estão todos conectados por meio de tecnologia de ponta”, afirma, lembrando que o país investiu US$ 5,5 bilhões no sistema de saúde.

Ao final da palestra, o presidente do Conselho de Administração da Abramed 2019-2022, Wilson Shcolnik, encerrou o evento fazendo um balanço do evento e seus principais destaques. E aproveitou para convidar a todos para o 5° FILIS, que tem data marcada para o dia 28 de agosto de 2020.

Implementação de lei de proteção de dados é urgente, avaliam especialistas participantes do 4° Filis

Painel “Quais as mudanças a LGPD trará para o setor da saúde?” trouxe exemplo da lei europeia e debateu a importância da regulação para o Brasil

02 de Setembro de 2019

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) é a primeira normatização específica sobre o assunto no Brasil. Entrando em vigor a partir de 14 de agosto de 2020, ela deverá proporcionar maior transparência, segurança e confiabilidade para todos os atores da cadeia de saúde e usuários dos serviços do setor, abrindo ainda mais espaço para a inovação.

A LGPD acolhe regras constantes no Marco Civil da Internet, no Código de Defesa do Consumidor e em outras normativas precedentes inspiradas na lei de proteção de dados europeia, a GDPR (General Data Protection Regulation). Para contar a experiência nesses outros países, o 4º Filis (Fórum Internacional de Lideranças da Saúde) trouxe o palestrante internacional Vicenzo Salvatore, professor de Direito da União Europeia na Università degli studi dell’Insubria.

A lei de proteção de dados da União Europeia foi aprovada em maio de 2016 e teve dois anos para implementação. Apesar de ser recente, tem abordagem antiga, uma vez que havia diretivas desde 1995, agora regulamentadas sob o formato de legislação. “Quando a GDPR foi apresentada, o parlamento europeu fez várias emendas”, contou Salvatore, classificando o processo como lento. Para ele, “a lei veio tarde”, mas agora caminha no sentido certo, após 140 mil reclamações e pedidos de esclarecimentos.

A regulamentação prevê ainda um conselho de proteção de dados que estabelece normas, por exemplo, para como são feitos estudos clínicos, além de litígios e privacidade por projetos. “Há condução de avaliação de risco e adoção de medidas específicas para determinadas operações de dados, para aplicar as informações que estão disponíveis”, explicou.

Um exemplo de caso real citado pelo especialista é de um paciente que operou o quadril, cujas informações são disponibilizadas para a empresa que fabrica produtos ortopédicos. “O mapeamento desses dados é repassado para contribuir para que a empresa possa atender esse tipo de paciente da melhor forma”, exemplificou.

Há ainda discussão sobre por quanto tempo esse tipo de dado será armazenado e quem poderá ter acesso a ele. Hoje, a Europa usa como padrão geral cinco anos.

No Brasil, as empresas terão que se adaptar à lei de dados em menos de um ano, como ressaltou o presidente da Associação Brasileira de Segurança Cibernética, Sandro Süffert, em sua palestra no 4º Filis. “A mensagem é de urgência para que elas acelerem seus processos.”

Ele ainda falou sobre segurança de dados, ressaltando que cada vez é preciso mais sofisticação para hackear acessos. “A globalização ajuda para o bem e para o mal, uma vez que há contribuição entre decodificadores de processos de vários países nessas invasões”, completou. Quando ocorre a invasão e há vazamento de dados, levam-se em média 350 dias para as empresas descobrirem e começarem a tomar atitudes – prazo considerado extenso para conseguir dar respostas.

Além de Salvatore e Süffert, também compuseram o debate, discutindo os benefícios e desafios na implementação da lei no Brasil, Fernando Terni, CEO Alliar Médicos à Frente; Patrícia Holland, diretora-executiva da BP Medicina Diagnóstica; e Vera Valente, diretora-executiva da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde).

Süffert lembrou que a informação é importante para saber quais riscos as empresas correm. Ele citou como exemplo a invasão do site do Hospital das Clínicas, noticiada em março deste ano, quando hackers invadiram cinco servidores do complexo. Na ocasião, o HC afirmou que houve tentativa de invasão a seu site, mas a própria estrutura de segurança do hospital impediu o acesso a dados sensíveis da instituição, como informações sobre pacientes, e retirou momentaneamente sua página do ar para garantir a segurança e avaliar detalhadamente a tentativa de ataque. “Essa é a notícia que chegou a todos, mas outros casos ocorreram e não foram noticiados”, salientou, lembrando que não há gasto para adequação, uma vez que o investimento para a implementação da lei se reverterá em redução de prejuízos por parte das empresas no futuro, quando estarão mais protegidas.

Vera Valente ressaltou que a legislação é um “grande avanço”, coloca o Brasil na era da proteção de dados, “mas o sucesso depende de como a lei será regulada e implementada”. Ela lembrou de pesquisa do Serasa apontando que 65% das empresas ainda não estão preparadas, e sugeriu a extensão do prazo para entrar em vigor como uma solução. “Consultas e audiências públicas são importantes”, disse e complementou afirmando que “temos que tomar cuidado para não virar indústria da judicialização, afinal as multas são pesadas”, considerou.

Para Fernando Terni, o governo tem contribuído para a implementação da lei, e a nova regra ainda assusta as empresas por ser desconhecida. “Mas todos sabem da necessidade de efetivação e sabem que precisam trabalhar para isso”, afirmou, emendando que “não há como evitar a aplicação da lei. Ela não pode representar impeditivo para a integração dos dados, que é tão necessária para o setor”.

Patricia Holland mostrou-se otimista com o modo que esses dados podem ser usados para melhorar o atendimento aos próprios usuários. “Em um momento em que o setor discute cada vez mais o empoderamento do paciente e sua efetiva participação no cuidado com a própria saúde, devemos encarar esse desafio como mais uma oportunidade para trazer o paciente para perto das nossas instituições, numa relação mais ética e transparente, com potencial para gerar mais adesão e comprometimento de quem, afinal, é o centro das nossas atenções”, finalizou.

NOTA DE FALECIMENTO | Dr. Hermes Pardini, Fundador do Grupo Pardini

Faleceu na noite desta terça-feira, 13 de agosto, aos 85 anos, o médico endocrinologista Dr. Hermes Pardini, fundador do Hermes Pardini, um dos maiores grupos de Medicina Diagnóstica do país. Ele estava internado no Hospital Mater Dei e faleceu devido a complicações de uma pneumonia. Deixa esposa, Carmen Pardini, três filhos e seis netos. O velório será a partir das 10h, no Cemitério do Bonfim, em Belo Horizonte, com enterro às 16h, restrito a familiares.

Formado em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Dr. Hermes Pardini fundou o laboratório com seu nome há 60 anos. Antes, ajudou a criar o laboratório da Faculdade de Medicina da UFMG, onde também lecionou.

Com espírito inovador já naquele momento, Dr. Hermes investia seu tempo, estudos e amor ao novo negócio. Observando o movimento de envio de amostras mais complexas dos belo-horizontinos a laboratórios do Rio de Janeiro ou de São Paulo, decidiu adquirir equipamentos para realizar modernos exames, como os de tireoide. E foi desta mesma maneira que ampliou sua atuação para um laboratório geral de patologia clínica.

Em 1975, inaugurou uma nova sede, na Rua Aimorés, no bairro Funcionários, que ainda hoje é uma das principais unidades de atendimento ao paciente. Graças ao conhecimento técnico e à inovação empreendidos, o crescimento exponencial levou a empresa a investir em outras áreas de negócio. Em 1997, a empresa foi pioneira no Brasil a prestar serviço de terceirização de exames, área que atualmente atende a quase 6 mil laboratórios parceiros em todo o Brasil.

Em 2006, Dr. Hermes se afastou do cotidiano da empresa, assumindo o cargo de presidente do Conselho da Família.

Sobre o Grupo Pardini
O Grupo Pardini está entre as maiores empresas de Medicina Diagnóstica do Brasil. Em 2018, realizou mais de 92 milhões de exames em todo o país, por meio das marcas Hermes Pardini, Padrão, Diagnóstika, Progenética, Biocod, Centro de Medicina Nuclear da Guanabara, Ecoar, Humberto Abrão, DLE e Toxicologia Pardini. São 120 unidades próprias, em Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Rio de Janeiro, além de quase 6 mil laboratórios parceiros.

Diagnósticos do Brasil bate recorde e assume a liderança do mercado nacional

No mês de maio, o laboratório superou a incrível marca de 7 milhões de exames processados em todo país

Julho de 2019

Com 8 anos de história, o Grupo Diagnósticos do Brasil (DB), laboratório exclusivo de apoio no país, ou seja, especializado em prestar serviços de terceirização de exames de análises clínicas para outros laboratórios, tem motivos de sobra para comemorar. No mês de maio, a empresa quebrou recordes e superou a casa de 7 milhões de exames processados, assumindo a liderança do mercado nacional. Atualmente, o DB conta com três grandes unidades técnicas no país localizadas nos estados do Paraná, São Paulo e Pernambuco, duas unidades especializadas, localizadas no estado de São Paulo, o DB Molecular e o DB Patologia, além de mais de 40 unidades regionais de atendimento distribuídas em diferentes estados.

“Nos últimos anos, conseguimos inovar muito dentro de um segmento tão complexo e desafiador. Com investimentos contínuos, desenvolvemos e aplicamos ações de melhorias em nossos serviços, dedicando uma atenção especial para a excelência dos processos e de atendimento, tudo para proporcionar as melhores soluções para os nossos clientes”, comenta Tobias Thabet Martins, diretor comercial do DB.

Levando em consideração as principais tendências e conceitos do mercado, o grupo atua em todas áreas de análises clínicas, realizando mais de três mil exames diferentes, e apostou na segmentação de seus serviços em três marcas: DB Toxicológico, que tem como carro-chefe o exame de larga janela de detecção e toda medicina ocupacional; DB Patologia, focado em áreas como anatomopatologia, citopatologia e imuno-histoquimica; e DB Molecular, especializado em biologia molecular, genética e citogenética.

“Remodelamos toda a nossa marca e trabalhamos de forma dedicada a cada uma delas. São 3 empresas voltadas a diferentes segmentos, com áreas comerciais, técnicas e de assessoria científica distintas. Mesmo oferecendo as vantagens da atuação como laboratórios de nicho, as unidades especializadas desfrutam da capilaridade do grupo, que conta com regionais de atendimento, distribuídas pelo país, além de uma estrutura logística que permite que os laboratórios recebam amostras de qualquer lugar do Brasil em menos de 24 horas”, explica o diretor do DB. Dessa maneira, o DB consegue atender o mercado nacional colocando em prática suas principais premissas: foco em qualidade e gestão de pessoas, investimento constante em tecnologia e pesquisa, assessoria científica especializada para atendimento ao cliente e agilidade na entrega de resultados.

Investimento em infraestrutura

Motivado pelos números positivos do mercado, o Diagnósticos do Brasil vai inaugurar, no início do segundo semestre uma mega unidade na Região Metropolitana de Curitiba. O projeto da nova matriz da empresa, fruto de um investimento de mais de R$ 20 milhões, contará com mais de 7.400 m² de área construída. “Os nossos resultados são incríveis, mas não podemos nos dar por satisfeitos. Sendo assim, os investimentos em infraestrutura irão continuar, tudo para oferecermos serviços cada vez mais completos, atendendo a demanda do mercado nacional com muita agilidade e eficiência. A nova unidade nos dará um fôlego extra para continuarmos na liderança do mercado nacional. Com ela, teremos nossa capacidade de processamento de exames aumentada consideravelmente”, explica Martins.

A nova unidade do DB, localizada próxima ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, levando em consideração a facilidade para o transporte das amostras, terá capacidade para realizar mais de 5 milhões de exames por mês, reunindo tudo o que há de mais moderno em inovação, tecnologia e serviços. Com a conclusão do espaço, a empresa será capaz de realizar mensalmente 15 milhões de exames, atingindo a incrível marca de 180 milhões de exames ao ano. “Os investimentos realizados reforçam a excelente atuação do Diagnósticos do Brasil no mercado. Além da estrutura física de excelência, contamos com uma logística exclusiva, que consegue atender o mercado nacional com agilidade por meio de dezenas de unidades de atendimento e mais de 400 rotas que atendem, aproximadamente, 1.800 cidades”, detalha o diretor do DB, que conta com uma rede de quase 5 mil laboratórios clientes em todos os estados do país.

Além dos investimentos no Estado do Paraná, as unidades técnicas de Sorocaba e Recife irão passar por ampliações nos próximos meses. Para completar, o DB está iniciando as obras de sua unidade especializada em exames de toxicologia, espaço com mais de 3.500m² que receberá um investimento de R$ 30 milhões. “Com esses mais de R$ 50 milhões investidos em nossas unidades, consolidaremos o nosso crescimento de forma robusta e sustentável. Com toda essa excelência, conseguimos oferecer, ainda, apoio para nossos clientes em diferentes setores, seja na assessoria da gestão dos exames, treinamento para a coleta, auxílio em tecnologia da informação e marketing, tudo para que eles sejam fortes e sustentáveis, pois, dessa forma, nós seremos também”, completa Tobias Thabet Martins.

Dasa lança maior Centro de Diagnóstico em Genômica da América Latina

Líder brasileira em diagnósticos reforça sua atuação em Medicina de Precisão com investimento de mais de R$ 60 milhões na criação de parque tecnológico pioneiro

26 de junho de 2019

 A Dasa, líder brasileira em medicina diagnóstica, apresenta seu Centro de Diagnóstico em Genômica, maior parque tecnológico especializado em sequenciamento genético da América Latina, que recebeu investimentos de mais de R$ 60 milhões. O local processará exames genéticos e genômicos de mais de 700 unidades de laboratórios Dasa em todo o País, como Delboni (SP), Sergio Franco (RJ), Exame (DF) etc. O Centro de Diagnóstico em Genômica é formado pelo GeneOne, laboratório de genômica que integra a Dasa e oferece Medicina Personalizada em áreas como Oncogenética, Cardiogenética, Doenças Raras, Neurogenética, Reprodução Humana, entre outras.

Emerson Gasparetto, vice-presidente da área médica da Dasa, explica o foco da companhia para a criação do Centro. “Em 2003, a conclusão do sequenciamento do DNA humano marcou a evolução da saúde. Isso possibilitou individualizar cuidados por meio da medicina de precisão. O Centro de Diagnóstico em Genômica da Dasa reforça nossa atuação em medicina personalizada, com testes genômicos e exames genéticos preditivos”, reforça.

Formado por equipe multidisciplinar, com 34 profissionais mestres e doutores que têm parcerias com instituições de ensino e produção de estudos de ciência básica, clínica e translacional, como biólogos especialistas em genética molecular, bioinformatas, patologistas e geneticistas, o Centro de Diagnóstico em Genômica oferece o maior corpo clínico em genética do Brasil.

Sequenciadores NGS como o NovaSeq 6000, o mais moderno equipamento para sequenciamento do genoma humano, compõem o arsenal tecnológico. Também estarão disponíveis equipamentos como NextSeq/NextSeq550, MiSeq (Illumina) e S5 System (ThermoFisher), a plataforma para SNP-array iScan (Illumina) e PCR digital (BioRad). A automação de procedimentos técnicos, como extração de DNA e preparo de biblioteca de NGS, ampliam a capacidade de escala, garantindo alto padrão de qualidade e reprodução de exames com acurácia e precisão.

Os espaços do Centro são integrados por paredes transparentes de vidro. Do hall de entrada, a área técnica já pode ser visualizada pelos visitantes. Isso possibilita, de forma inédita no mercado diagnóstico, proximidade do corpo clínico com os pacientes e seus médicos. Favorece também trocas de conhecimento entre as áreas técnica, médica e de bioinformática para validações de novas metodologias em tempo real, sem prejudicar agilidade do processo. “Intensificaremos encontros científicos sobre genética e atenderemos os pacientes que desejarem ter mais informações sobre genômica. Hoje, com o empoderamento do paciente, essa disponibilidade é fundamental”, aponta o diretor médico da Dasa, Gustavo Campana.

Outro conceito inovador é o peer learning (aprendizagem entre pares). Todos os laudos processados serão vistos por, pelo menos, dois profissionais (peer review) e os casos mais complexos serão discutidos pelo grupo de especialistas em genética. Para Campana, esta interação permite que os resultados da rotina diagnóstica e as validações de novas metodologias sejam otimizados. “Criamos um núcleo de discussão e aprendizagem, em tempo real, que conta inclusive com médicos e parceiros internacionais. Isso possibilita a criação de um banco de dados de genética e em razão da ampla presença dos laboratórios da Dasa no País, atendidos com exames do GeneOne é um grande diferencial para a saúde dos brasileiros”, explica.

Associado ao novo espaço, a Dasa mantém parcerias com empresas internacionais que são referência na área para transferência de tecnologia, como Natera (Reprodução Humana), Health in Code (Cardiogenética), Quest Diagnostics (Neurogenética), Sophia Genetics (Doenças Raras e Oncogenética), Strand e Myriad (Oncogenética).

Exames

O Centro de Diagnóstico em Genômica tem capacidade para realizar exames de alta complexidade como sequenciamento de nova geração (NGS), análise cromossômica por microarray (SNP-array) e outras metodologias complementares, como MLPA, Sequenciamento Sanger, PCR digital e PCR em tempo real.

Os processos embrionários, como a fertilização in vitro (FIV), estão mais frequentes no país. Segundo o IBGE, o grupo de mães que tem entre 30 e 39 anos passou de 22,5% em 2005 para 30,8% em 2015. Dados da Anvisa apontam que mulheres acima de 35 anos são as que mais recorrem ao método FIV e têm os exames genéticos de Reprodução Humana como grandes aliados, já que a partir de 30 anos, a fertilidade feminina inicia a redução de produção de óvulos e aumenta o risco de problemas durante a gestação e de o bebê apresentar falhas genéticas. Por isso, o Centro de Diagnóstico em Genômica oferece os mais modernos exames com esta finalidade, como o NIPT, teste pré-natal não invasivo para identificar síndromes, como Down).

Outro exame com foco em Reprodução Humana é a Triagem Genética Pré-Implantação, PGD e PGS, que amplia as chances de a FIV ser bem-sucedida. O processo analisa o material genético do embrião antes da implantação no útero, permitindo detectar possíveis comorbidades e, assim, implantar apenas embriões saudáveis, sem riscos genéticos hereditários.

“Trouxemos a tecnologia utilizada para análise das amostras para São Paulo e enviamos a nossa equipe para um treinamento com os maiores especialistas em medicina fetal do mundo, em São Francisco, na Califórnia. Com isso, garantimos autonomia para processar exames de Reprodução Humana aqui, com o nosso corpo clínico”, destaca Campana.

Os exames de medicina genética e genômica da Dasa são oferecidos pela GeneOne, que integra a Dasa, nos mais de 40 laboratórios que compõem a rede diagnóstica em todo o País, em 11 Estados e no DF. Os testes também estão disponíveis em www.geneone.store

SantéCorp amplia coordenação de cuidado em saúde corporativa com plataforma digital e capilaridade nacional

Depois de ser adquirida pelo Grupo Fleury em 2018, SantéCorp amplia serviços para saúde corporativa por meio de soluções digitais que integram o cuidado de saúde e bem-estar de forma personalizada somada a uma rede de atenção primária nacional

Junho de 2019

Para reforçar a jornada de promoção e criação de soluções cada vez mais completas e integradas para a gestão da saúde e bem-estar das pessoas, a SantéCorp amplia portfólio ao unir sua expertise de coordenação de cuidado em saúde corporativa com a estrutura, qualidade técnica e presença nacional do Grupo Fleury. A aquisição da companhia pelo Fleury, realizada em dezembro de 2018, representa importante avanço na prestação de serviços à demanda crescentede empresas, corretoras e planos de saúde por soluções que garantam a sustentabilidade do sistema.

Com o objetivo de gerenciar recursos médicos para melhores desfechos clínicos com menores custos, a jornada de cuidado proposta pela SantéCorp – que contempla serviços de promoção e prevenção à saúde, atenção à saúde primária, atenção secundária e gestão da atenção terciária -, passa a integrar uma plataforma digital que monitora e gerencia as frentes de serviços oferecidos. Dentre eles estão medicina ocupacional; telemedicina; gestão de crônicos e de alta complexidade; segunda opinião médica; atendimento 24 horas; ambulatórios de atenção primária dentro de empresas e, agora, também em unidades das marcas a+ Medicina Diagnóstica e Fleury Medicina e Saúde nos Estados do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte e também no Distrito Federal.

“Com o Fleury, temos potencial de levar atenção primária para muitas regiões do Brasil, pois nem todas as empresas têm estrutura para montar um ambulatório para seus colaboradores e dependentes”, explica Dr. Eduardo Reis de Oliveira, CEO da SantéCorp. As unidades a+ Medicina Diagnóstica e Fleury Medicina e Saúde contempladas em contrato terão médico da família para atendimento assistencial com suporte de equipe multidisciplinar, inclusive com acompanhamento da saúde dos clientes à distância.

De acordo com Dr. Oliveira, os atendimentos da SantéCorp seguem diretrizes de agilidade, resolutividade e personalização.  Além de promover conforto e agilidade com a capilaridade nacional do Grupo Fleury, a SantéCorp incorporou os seus serviços e prontuários médicos a uma plataforma digital e, com isso, é capaz depredizer os potenciais agravamentos de quadro de saúde de forma cada vez mais precoce e, assim, atuar na coordenação do cuidado integrado, evitando desperdícios e garantindo a qualidade da atenção em saúde ao colaborador. “A partir da gestão de saúde de carteira de uma empresa cliente com 1.135 casos mapeados de usuários com alto grau de utilização do plano de saúde, a atuação do nosso modelo de abordagem a high users otimizou a realização de 2.161 consultas e gerou uma economia de aproximadamente R$ 700 mil”, destaca Dr. Oliveira.

Para o Fleury, a atuação da SantéCorp enfatiza a estratégia de negócios da empresa de oferecer soluções pautadas na sustentabilidade do sistema de saúde. “A plataforma terá papel estratégico para a integração de informações e, assim, gerar mais eficiência na cadeia de saúde. Ao ofertar uma solução que proporciona melhor qualidade de vida ao paciente e auxilia o médico na gestão clínica de cada caso, é possível otimizar a utilização dos recursos nas empresas e contribuir para a gestão de saúde realizada pelas fontes pagadoras”, avalia a diretora executiva de Negócios da marca Fleury Medicina e Saúde, Dra. Jeane Tsutsui.