Dados da Abramed sobre influenza ganham destaque no Portal Terra e reforçam importância da vacinação e do diagnóstico precoce

Segundo levantamento da Associação, a taxa de positividade para gripe alcançou 27,3% no início de abril, índice três vezes superior ao registrado no mesmo período do ano anterior, evidenciando um cenário de transmissão ainda intensa em diversas regiões do país.

Na reportagem, o médico patologista clínico e líder do Comitê Técnico de Análises Clínicas da Abramed, Carlos Eduardo Ferreira, explicou que, apesar da estabilização dos indicadores após semanas consecutivas de crescimento, a circulação do vírus permanece em patamar elevado e pode continuar pressionando consultas e atendimentos por sintomas respiratórios.

Dados mais recentes da entidade mostram que, após queda entre as semanas epidemiológicas 13 e 19, a taxa de positividade para influenza voltou a crescer no intervalo de 17 a 23 de maio de 2026 (SE 20), saltando de 22,9% para 31,4%. O percentual segue muito acima do observado no mesmo intervalo de 2025, quando a positividade era de 17,0%.

A matéria destacou a relevância da vacinação e do diagnóstico para a resposta assistencial diante desse cenário de alta.

Confira a matéria completa no portal do Terra.

Medicina S/A destaca dados de levantamento inédito da Abramed sobre o avanço da inovação no setor

Investimentos em automação, Inteligência Artificial e integração de dados vêm consolidando a Medicina Diagnóstica como um dos setores mais eficientes e seguros da saúde brasileira.

A Abramed participou de reportagem publicada pelo portal Medicina S/A que mostra como os laboratórios de Medicina Diagnóstica têm direcionado recursos crescentes para inovação tecnológica. Segundo levantamento inédito da entidade, empresas associadas destinam até 30% do orçamento anual para automação de processos, sistemas de rastreabilidade, Inteligência Artificial, segurança da informação e controle de qualidade.

Na matéria, a diretora-executiva da Abramed, Milva Pagano, reforça que tecnologia e qualidade caminham juntas e já produzem impactos concretos ao longo da jornada do paciente. A modernização das rotinas laboratoriais tem contribuído para reduzir retrabalho, diminuir reconvocações, agilizar a liberação de laudos e ampliar a confiabilidade dos exames, ao mesmo tempo em que fortalece a sustentabilidade financeira do setor.

A publicação também evidencia que a inovação deixou de ser um diferencial pontual para se tornar uma diretriz estratégica da Medicina Diagnóstica, especialmente em um cenário de envelhecimento populacional, maior complexidade epidemiológica e pressão crescente por eficiência no sistema de saúde.

Confira a matéria completa no Medicina S/A.

Abramed reforça urgência da PNDL em reportagem do Futuro da Saúde sobre fortalecimento do diagnóstico laboratorial no SUS

Projeto em tramitação na Câmara busca preencher lacuna histórica e estruturar uma política nacional para ampliar qualidade, cobertura e integração dos exames laboratoriais no país.

Em matéria publicada pelo portal Futuro da Saúde sobre o avanço do Projeto de Lei que propõe a criação da Política Nacional de Diagnóstico Laboratorial (PNDL), iniciativa considerada estratégica para organizar, modernizar e ampliar a oferta de exames no Sistema Único de Saúde, foi destacado o pedido de urgência apresentado na Câmara dos Deputados e o amadurecimento de uma pauta construída ao longo dos últimos anos por entidades representativas do setor.

Na publicação, a diretora-executiva da Abramed, Milva Pagano, ressalta que o sistema público depende fortemente da capilaridade e da expertise da rede privada para garantir acesso laboratorial em escala nacional, o que torna indispensável a criação de um marco regulatório capaz de consolidar essa integração com critérios técnicos, sustentabilidade e previsibilidade.

Além de ampliar cobertura geográfica e qualificar a jornada diagnóstica, a proposta também avança em temas como interoperabilidade entre sistemas, rastreabilidade de dados, monitoramento em tempo real e fortalecimento da vigilância em saúde. A política ainda prevê estímulo à produção nacional de insumos e à inovação diagnóstica, conectando o tema à agenda de soberania tecnológica e ao Complexo Econômico-Industrial da Saúde.

Confira a matéria completa no Futuro da Saúde.

Milva Pagano assina artigo no Jornal LaborNews e defende avanço da PNDL para colocar o diagnóstico no centro da saúde brasileira

A diretora-executiva da Abramed, Milva Pagano, assina artigo na mais recente edição do Jornal LaborNews, contextualizando o avanço do Projeto de Lei nº 5.478/2025, que propõe a criação da Política Nacional de Diagnóstico Laboratorial (PNDL).

Ela reforça que, embora o diagnóstico laboratorial sustente a maior parte das decisões clínicas e seja determinante para prevenção, monitoramento e definição terapêutica, o setor ainda convive com ausência de diretrizes nacionais capazes de organizar sua expansão de forma integrada e sustentável.

O artigo evidencia ainda a importância dessa rede assistencial, responsável pela ampla geração de empregos qualificados e presença decisiva no suporte à jornada do paciente, ressaltando que, mesmo com sua essencialidade, persistem desigualdades regionais, lacunas de cobertura e desafios regulatórios que limitam a consolidação de um acesso verdadeiramente qualificado ao diagnóstico.

Confira o artigo completo no Jornal LaborNews.

Com colaboração estratégica da Abramed, Política Nacional do Diagnóstico Laboratorial avança e une entidades do setor

Proposta inédita visa modernizar a regulação da Medicina Diagnóstica e fortalecer a rede de serviços laboratoriais no país

As principais entidades representativas da Medicina Diagnóstica se uniram para consolidar a Política Nacional do Diagnóstico Laboratorial (PNDL) — uma proposta inédita que avança no Congresso Nacional com o objetivo de estabelecer diretrizes técnicas, científicas e regulatórias para o setor, fortalecendo a rede de serviços laboratoriais e garantindo a sustentabilidade da Medicina Diagnóstica no Brasil.

O projeto, que conta com colaboração estratégica da Abramed (Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica), marca um movimento histórico de convergência entre os setores público e privado, com apoio de instituições como:

  • SBAC (Sociedade Brasileira de Análises Clínicas),
  • SBPC/ML (Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial), 
  • CBDL (Câmara Brasileira de Diagnóstico Laboratorial), 
  • CFF (Conselho Federal de Farmácia), 
  • Fenafar (Federação Nacional dos Farmacêuticos), 
  • CFBM (Conselho Federal de Biomedicina) 
  • e Febralac (Federação Brasileira das Redes de Apoio à Lactação).

“A PNDL apresenta as bases essenciais para um futuro marco regulatório do setor, reconhecendo o Diagnóstico Laboratorial como um componente essencial do sistema de saúde e propondo caminhos concretos para ampliar o acesso e a qualidade dos exames”, afirma Milva Pagano, Diretora Executiva da Abramed.

Recentemente apresentada ao Congresso Nacional, sob liderança do deputado federal Pedro Westphalen (PP-RS), a proposta está aguardando despacho do Presidente da Câmara dos Deputados. 

Modernização e integração

A PNDL busca consolidar a regulação do setor a partir de padrões rigorosos de qualidade, segurança e interoperabilidade, promovendo maior integração entre os serviços públicos e privados. 

Atualmente, 95% dos diagnósticos laboratoriais do SUS são realizados por laboratórios da rede privada, segundo o ElastiCNES (2025) — o que reforça a importância de uma política nacional que garanta equilíbrio e sustentabilidade no acesso aos exames.

“O sistema público depende fortemente da rede privada para oferecer exames à população. Essa integração precisa ser reconhecida e estruturada de forma estratégica”, destaca Milva Pagano.

Entre as ações previstas estão a ampliação da cobertura geográfica, a incorporação sustentável de novas tecnologias, a redução de custos para os usuários do SUS e a implementação de sistemas de gestão de qualidade. Hoje, o país conta com cerca de 18 mil laboratórios, incluindo unidades completas, postos de coleta e núcleos técnico-operacionais, conforme dados do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).

A proposta também está alinhada às diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), que recomenda parâmetros globais para a oferta de diagnósticos essenciais, seguros e de qualidade — conforme a Resolução 76.5 da agência.

“Ao adotar os princípios da OMS, a PNDL coloca o Brasil em sintonia com as melhores práticas internacionais e contribui para a consolidação de uma política robusta e sustentável”, conclui Milva.