Nova lei amplia o papel das empresas na promoção do diagnóstico

Ao incentivar ações de conscientização sobre vacinação e  rastreamento, a legislação reforça a prevenção e fortalece a presença da medicina diagnóstica nas estratégias corporativas de promoção da saúde. 

A Lei nº 15.377/2026 reforça uma das principais contribuições da medicina diagnóstica para a saúde: o diagnóstico precoce. Ao ampliar o papel das empresas na conscientização sobre vacinação e rastreamento de doenças, a legislação fortalece a prevenção e incentiva a incorporação de exames laboratoriais e de imagem às estratégias permanentes de promoção da saúde.

Essa abordagem favorece a identificação de doenças em fases iniciais, etapa em que as possibilidades de sucesso terapêutico são maiores e os impactos clínicos e econômicos tendem a ser menores.

A efetividade dessa estratégia já encontra respaldo na literatura científica. Revisão sistemática publicada em 2024 na revista BMC Cancer concluiu que programas de rastreamento realizados no ambiente de trabalho aumentam a adesão aos exames e fortalecem a cultura da detecção precoce, com diversos estudos registrando crescimento superior a 30% na participação dos trabalhadores.

A importância de ampliar estratégias de diagnóstico precoce também é reforçada pelos dados epidemiológicos. Segundo estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deverá registrar cerca de 781 mil novos casos de câncer por ano no triênio 2026-2028. Entre eles estão cânceres de mama, próstata e colo do útero, além daqueles relacionados ao HPV, todos contemplados pelas ações de conscientização previstas na nova legislação.

Como a norma se aplica a todas as empresas com empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), independentemente do porte ou segmento de atuação, o potencial de alcance é amplo e distribuído por todo o país, incluindo organizações que historicamente não contam com programas estruturados de promoção da saúde.

O que muda na prática

A nova lei, em vigor desde sua publicação (6 de abril de 2026), inclui o artigo 169-A na CLT e determina que os empregadores disponibilizem aos colaboradores informações sobre campanhas oficiais de vacinação, o papilomavírus humano (HPV) e os cânceres de mama, colo do útero e próstata, em conformidade com as orientações do Ministério da Saúde. Mais do que informar, a norma estabelece que as organizações promovam ações de conscientização e orientem os trabalhadores sobre o acesso aos serviços de diagnóstico.

O artigo 473 da CLT também passa a prever expressamente que o empregador informe aos trabalhadores sobre o direito de se ausentar do trabalho para vacinação e exames preventivos previstos na legislação. O benefício, de até três dias por ano sem prejuízo da remuneração, já existia, mas passa a contar com previsão expressa de comunicação ao empregado.

Embora a lei não determine como essa comunicação deverá ser realizada nem obrigue a contratação direta de serviços diagnósticos, ela cria condições para que laboratórios e redes de diagnóstico atuem como parceiros das organizações na implementação de programas de conscientização. Convênios corporativos, campanhas de rastreamento, iniciativas em conjunto com operadoras de saúde e modelos de encaminhamento facilitado passam a representar possibilidades de atuação alinhadas às novas diretrizes.

“O diagnóstico precoce depende de informação, acesso e conscientização. Quando esses elementos passam a integrar a rotina das organizações, ampliam-se as oportunidades para que os exames cumpram seu papel de apoiar decisões clínicas mais precoces e contribuir para melhores desfechos em saúde”, afirma Milva Pagano, diretora-executiva da Abramed.

Segundo ela, mais do que atender a uma exigência legal, essa é uma oportunidade para fortalecer a cultura da prevenção e ampliar a geração de valor proporcionada pela medicina diagnóstica, aproximando empresas, profissionais de saúde e pacientes em torno de um cuidado mais estruturado, eficiente e sustentável.

Um debate estratégico para a saúde

A valorização da medicina diagnóstica como elemento estratégico para a tomada de decisão clínica e para a sustentabilidade do sistema de saúde está no centro das transformações discutidas pelo setor.

Esse é um dos pilares do eixo Valor da Medicina Diagnóstica, que integra a programação do 10º FILIS – Fórum Internacional de Lideranças da Saúde, promovido pela Abramed, em 26 de agosto, em São Paulo.

Sob o macrotema “Diagnóstico 5.0: impactos e estratégias que transformam a saúde”, o fórum discutirá como a medicina diagnóstica gera valor ao apoiar modelos assistenciais mais eficientes, orientar decisões clínicas mais precisas e contribuir para melhores desfechos e para a sustentabilidade da saúde.

Para adquirir seu ingresso e participar, acesse: https://www.abramed.org.br/filis/

O desafio de regular uma saúde em transformação sem perder segurança

Enquanto novas tecnologias transformam a medicina diagnóstica,  reguladores, empresas e profissionais de saúde trabalham para  construir regras que garantam qualidade, segurança e previsibilidade. 

Nunca a inovação avançou tão rapidamente na saúde. Ferramentas de inteligência artificial apoiam médicos na interpretação de exames, identificam padrões associados a doenças, ampliam o uso da medicina personalizada e, juntamente com a integração de dados, tornam a jornada do paciente mais conectada.

Ao mesmo tempo em que essas transformações ampliam a capacidade diagnóstica e tornam o cuidado mais preciso, elas desafiam um modelo regulatório historicamente construído para um ritmo muito mais lento.

Tecnologias digitais evoluem em meses, enquanto processos regulatórios, modelos de incorporação e adaptações normativas costumam demandar anos. Esse descompasso reforça a necessidade de um diálogo permanente entre os diferentes atores do ecossistema da saúde.

Em áreas como a medicina diagnóstica, na qual aproximadamente 70% das decisões clínicas são apoiadas por exames, esse equilíbrio torna-se ainda mais necessário. Mais do que impor exigências, a regulação tem papel essencial para garantir que novas tecnologias cheguem à população com qualidade, segurança, previsibilidade e responsabilidade.

Como o Brasil começa a responder

Em fevereiro deste ano, o Conselho Federal de Medicina publicou a Resolução nº 2.454/2026, estabelecendo regras para o uso de inteligência artificial na prática médica. A norma formaliza que a IA atua como ferramenta de apoio, mas a responsabilidade final pelas decisões clínicas permanece com o médico. Transparência, rastreabilidade e supervisão humana passam a ser requisitos inegociáveis.

Apesar de importante, esse marco também revela o tamanho do desafio que ainda está pela frente. A Anvisa trabalha na revisão de sua regulamentação para softwares médicos, buscando incluir conceitos como o de algoritmo adaptativo — sistemas que continuam aprendendo e evoluindo após a aprovação.

Esse é um dos pontos mais críticos, visto que a lógica regulatória tradicional foi construída para produtos estáticos. Para tecnologias que se modificam continuamente com o uso, esse modelo ainda precisa ser reinventado.

“Diante do ritmo acelerado da inovação em saúde, não considero suficiente escolher entre velocidade e segurança, mas construir uma regulação adaptativa, baseada em risco e em evidências, capaz de evoluir junto com a inovação”, avalia Wilson Shcolnik, membro do Conselho de Administração da Abramed.

Para ele, nem toda inovação representa o mesmo potencial de dano. Tecnologias de maior impacto sobre decisões clínicas, como sistemas de inteligência artificial para diagnóstico, devem ser submetidas a exigências mais rigorosas do que soluções administrativas ou de apoio.

“Uma regulação adaptativa, em vez de normas de longa duração, que permitam revisões periódicas, atualização contínua e incorporação rápida de novas evidências científicas e sandboxes regulatórios, onde existam ambientes controlados para empresas e instituições testarem novas tecnologias sob supervisão do regulador, também seriam bem-vindos”, completa.

Interoperabilidade e dados: o próximo desafio regulatório

A integração de dados clínicos apresenta dilema semelhante. A interoperabilidade entre sistemas reduz repetições desnecessárias, acelera decisões médicas e melhora a utilização dos recursos disponíveis. Contudo, essa circulação de informações exige critérios bem definidos de governança, proteção de dados e padronização, algo que o ambiente regulatório ainda está construindo.

O PL 2.338/2023, que cria o marco legal de inteligência artificial no Brasil, ainda tramita no Congresso. Enquanto isso, empresas que precisam decidir sobre investimentos em sistemas de IA operam sem clareza sobre as obrigações que serão impostas, o prazo de adequação e a autoridade responsável pela fiscalização. Para o setor diagnóstico, essa incerteza tem custo.

Wilson Shcolnik reforça que o setor privado de medicina diagnóstica não deve ser apenas destinatário da regulação; ele tem uma responsabilidade ativa na sua construção. Em áreas de rápida evolução tecnológica, uma regulação eficaz depende do diálogo permanente entre reguladores, prestadores de serviços, indústria, academia, sociedades científicas e representantes dos pacientes.

Nesse sentido, o membro do Conselho de Administração da Abramed destaca que a atuação da entidade nas discussões regulatórias ocorre de forma técnica, transparente e orientada pelo interesse público, contribuindo para a construção de normas que conciliem inovação, segurança e qualidade assistencial.

Regulação como o motor da inovação

A experiência internacional mostra que marcos regulatórios claros aceleram a inovação ao reduzir a insegurança jurídica, aumentar a confiança de médicos e pacientes e criar condições para que boas tecnologias cheguem ao mercado.

Esses temas estarão na agenda do FILIS 2026 — Fórum Internacional de Lideranças da Saúde. Na sua 10ª edição, o fórum reúne o macrotema “Diagnóstico 5.0: impactos e estratégias que transformam a saúde” e organiza os debates em quatro eixos complementares ao longo do dia.

O Eixo Regulatório abre a programação discutindo como construir um ambiente capaz de acompanhar a velocidade das transformações na saúde sem abrir mão da inovação, da segurança e da sustentabilidade. Na sequência, o Eixo Valor da Medicina Diagnóstica mostrará como dados e precisão diagnóstica contribuem para modelos assistenciais mais eficientes e orientados a desfechos.

Para adquirir o seu ingresso e participar, acesse www.abramed.org.br/filis.

Confiança será o principal ativo da saúde digital 

À medida que a transformação digital avança, a confiança passa a depender da forma como organizações de saúde protegem dados, comunicam suas decisões e utilizam novas tecnologias.

Inteligência Artificial e automação de processos ampliam a capacidade de gerar informações, apoiar decisões clínicas e tornar a assistência mais eficiente. Mas, à medida que essas tecnologias ganham espaço, cresce um desafio igualmente importante: garantir que elas sejam confiáveis.

Na saúde, inovar não significa apenas desenvolver novas soluções. Diferentemente de outros setores, em que eventuais falhas podem representar prejuízos financeiros ou operacionais, um dado inconsistente, um algoritmo pouco transparente ou uma informação sem rastreabilidade podem comprometer diagnósticos, tratamentos e a própria segurança do paciente.

A medicina diagnóstica está entre os segmentos que mais incorporam novas tecnologias e, por isso, enfrenta o desafio de equilibrar inovação e governança. Dados sensíveis circulam em plataformas cada vez mais integradas, algoritmos auxiliam profissionais na interpretação de exames e automações tornam processos mais ágeis e precisos.

Por isso, antes de falar em Inteligência Artificial preditiva ou telemedicina avançada, é preciso lembrar que existe um alicerce para toda essa transformação: a confiança. Sem ela, a inovação perde legitimidade, encontra barreiras para ganhar escala e pode gerar resistência, riscos regulatórios e perda de credibilidade entre pacientes, profissionais de saúde e fontes pagadoras.

Nesse contexto, a construção da confiança não depende apenas da tecnologia. A forma como as organizações comunicam essas mudanças também influencia a percepção dos pacientes e fortalece sua participação na própria jornada de cuidado.

Para Andrea Pinheiro, líder do Comitê de Comunicação da Abramed, a comunicação exerce papel fundamental nesse processo. “A construção de elos de confiança por meio da comunicação está relacionada a como as empresas podem apoiar o letramento dos pacientes sobre as novas tecnologias, com informações e orientações claras, precisas e acessíveis. Quando a inovação é acompanhada de educação e diálogo, fortalecemos a credibilidade das instituições e contribuímos para que essa evolução aconteça de forma segura e responsável”, afirma.

Governança de dados fortalece a confiança digital

À medida que a saúde amplia o uso de dados, proteger essas informações torna-se uma condição para a própria sustentabilidade da transformação digital. Incidentes de vazamento ou manipulação podem comprometer não apenas a privacidade individual, mas também a confiança necessária para a adoção de novas tecnologias.

Por isso, investimentos em criptografia, controles de acesso, auditorias permanentes e conformidade com legislações como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) são parte de uma estratégia mais ampla de governança.

Mais do que incorporar tecnologias de ponta, laboratórios e serviços de medicina diagnóstica precisarão fortalecer padrões consistentes de gestão dos dados, desde a coleta até seu uso analítico, garantindo informações íntegras, atualizadas, rastreáveis e auditáveis.

Esse desafio ganha novos contornos com a expansão da Inteligência Artificial generativa. O aumento da circulação de conteúdos produzidos artificialmente, incluindo desinformação e deepfakes, reforça a necessidade de que as organizações de saúde atuem como fontes confiáveis de informação.

Andrea Pinheiro destaca que a credibilidade também será construída pela capacidade das instituições de oferecer informações qualificadas e confiáveis, apoiando pacientes na compreensão das novas tecnologias e fortalecendo sua autonomia ao longo da jornada de cuidado.

“As instituições que se destacarão nos próximos anos serão aquelas capazes de oferecer experiências fluidas, eficientes e seguras em todos os pontos de contato, reforçando as relações de confiança com serviços e profissionais de saúde”, avalia.

Essa discussão fará parte da programação do 10º FILIS – Fórum Internacional de Lideranças da Saúde, promovido pela Abramed, que será realizado em 26 de agosto. Entre outros temas, o encontro mostrará como governança, ética, segurança da informação e comunicação contribuem para fortalecer a confiança nas organizações e criar condições para que a inovação tecnológica gere valor para pacientes, profissionais e para todo o sistema de saúde.

Mais informações sobre a programação e as inscrições estão disponíveis em www.abramed.org.br/filis.

Dados da Abramed sobre influenza ganham destaque no Portal Terra e reforçam importância da vacinação e do diagnóstico precoce

Segundo levantamento da Associação, a taxa de positividade para gripe alcançou 27,3% no início de abril, índice três vezes superior ao registrado no mesmo período do ano anterior, evidenciando um cenário de transmissão ainda intensa em diversas regiões do país.

Na reportagem, o médico patologista clínico e líder do Comitê Técnico de Análises Clínicas da Abramed, Carlos Eduardo Ferreira, explicou que, apesar da estabilização dos indicadores após semanas consecutivas de crescimento, a circulação do vírus permanece em patamar elevado e pode continuar pressionando consultas e atendimentos por sintomas respiratórios.

Dados mais recentes da entidade mostram que, após queda entre as semanas epidemiológicas 13 e 19, a taxa de positividade para influenza voltou a crescer no intervalo de 17 a 23 de maio de 2026 (SE 20), saltando de 22,9% para 31,4%. O percentual segue muito acima do observado no mesmo intervalo de 2025, quando a positividade era de 17,0%.

A matéria destacou a relevância da vacinação e do diagnóstico para a resposta assistencial diante desse cenário de alta.

Confira a matéria completa no portal do Terra.

Medicina S/A destaca dados de levantamento inédito da Abramed sobre o avanço da inovação no setor

Investimentos em automação, Inteligência Artificial e integração de dados vêm consolidando a Medicina Diagnóstica como um dos setores mais eficientes e seguros da saúde brasileira.

A Abramed participou de reportagem publicada pelo portal Medicina S/A que mostra como os laboratórios de Medicina Diagnóstica têm direcionado recursos crescentes para inovação tecnológica. Segundo levantamento inédito da entidade, empresas associadas destinam até 30% do orçamento anual para automação de processos, sistemas de rastreabilidade, Inteligência Artificial, segurança da informação e controle de qualidade.

Na matéria, a diretora-executiva da Abramed, Milva Pagano, reforça que tecnologia e qualidade caminham juntas e já produzem impactos concretos ao longo da jornada do paciente. A modernização das rotinas laboratoriais tem contribuído para reduzir retrabalho, diminuir reconvocações, agilizar a liberação de laudos e ampliar a confiabilidade dos exames, ao mesmo tempo em que fortalece a sustentabilidade financeira do setor.

A publicação também evidencia que a inovação deixou de ser um diferencial pontual para se tornar uma diretriz estratégica da Medicina Diagnóstica, especialmente em um cenário de envelhecimento populacional, maior complexidade epidemiológica e pressão crescente por eficiência no sistema de saúde.

Confira a matéria completa no Medicina S/A.

Abramed reforça urgência da PNDL em reportagem do Futuro da Saúde sobre fortalecimento do diagnóstico laboratorial no SUS

Projeto em tramitação na Câmara busca preencher lacuna histórica e estruturar uma política nacional para ampliar qualidade, cobertura e integração dos exames laboratoriais no país.

Em matéria publicada pelo portal Futuro da Saúde sobre o avanço do Projeto de Lei que propõe a criação da Política Nacional de Diagnóstico Laboratorial (PNDL), iniciativa considerada estratégica para organizar, modernizar e ampliar a oferta de exames no Sistema Único de Saúde, foi destacado o pedido de urgência apresentado na Câmara dos Deputados e o amadurecimento de uma pauta construída ao longo dos últimos anos por entidades representativas do setor.

Na publicação, a diretora-executiva da Abramed, Milva Pagano, ressalta que o sistema público depende fortemente da capilaridade e da expertise da rede privada para garantir acesso laboratorial em escala nacional, o que torna indispensável a criação de um marco regulatório capaz de consolidar essa integração com critérios técnicos, sustentabilidade e previsibilidade.

Além de ampliar cobertura geográfica e qualificar a jornada diagnóstica, a proposta também avança em temas como interoperabilidade entre sistemas, rastreabilidade de dados, monitoramento em tempo real e fortalecimento da vigilância em saúde. A política ainda prevê estímulo à produção nacional de insumos e à inovação diagnóstica, conectando o tema à agenda de soberania tecnológica e ao Complexo Econômico-Industrial da Saúde.

Confira a matéria completa no Futuro da Saúde.

Milva Pagano assina artigo no Jornal LaborNews e defende avanço da PNDL para colocar o diagnóstico no centro da saúde brasileira

A diretora-executiva da Abramed, Milva Pagano, assina artigo na mais recente edição do Jornal LaborNews, contextualizando o avanço do Projeto de Lei nº 5.478/2025, que propõe a criação da Política Nacional de Diagnóstico Laboratorial (PNDL).

Ela reforça que, embora o diagnóstico laboratorial sustente a maior parte das decisões clínicas e seja determinante para prevenção, monitoramento e definição terapêutica, o setor ainda convive com ausência de diretrizes nacionais capazes de organizar sua expansão de forma integrada e sustentável.

O artigo evidencia ainda a importância dessa rede assistencial, responsável pela ampla geração de empregos qualificados e presença decisiva no suporte à jornada do paciente, ressaltando que, mesmo com sua essencialidade, persistem desigualdades regionais, lacunas de cobertura e desafios regulatórios que limitam a consolidação de um acesso verdadeiramente qualificado ao diagnóstico.

Confira o artigo completo no Jornal LaborNews.

Abramed analisa avanço tecnológico e perspectivas da Medicina Diagnóstica em 2026 em matéria do site Medicina S/A


Investimentos em inovação, interoperabilidade e eficiência operacional sustentam o crescimento do setor no Brasil.

A Abramed participou de reportagem publicada pelo portal Medicina S/A que aborda como as novas tecnologias impulsionam a Medicina Diagnóstica no Brasil e consolidam o setor como um dos pilares estruturantes do sistema de saúde. A matéria destaca o ciclo contínuo de investimentos em inovação, automação, inteligência artificial e sistemas analíticos, que ampliam a produtividade e a qualidade assistencial sem pressionar proporcionalmente os custos.

Segundo levantamento da Abramed com seus associados, empresas do setor destinam até 30% do orçamento anual a iniciativas de inovação tecnológica. O presidente do Conselho de Administração da entidade, Cesar Nomura, ressalta que esse movimento sustenta o crescimento observado nos últimos 15 anos e deve permanecer em 2026, com ganhos em eficácia, acurácia diagnóstica e eficiência operacional.

A reportagem também traz a visão da diretora-executiva da Abramed, Milva Pagano, que aponta a interoperabilidade como elemento central para o próximo ciclo de evolução do setor. A integração segura de dados, o avanço da IA aplicada à saúde e o fortalecimento da governança digital são apresentados como vetores estratégicos para ampliar a qualidade do cuidado e reduzir desperdícios no sistema.

Além das oportunidades tecnológicas, a publicação aborda o contexto regulatório e político de 2026, destacando a importância da articulação institucional em pautas como a Política Nacional de Diagnóstico Laboratorial (PNDL) e o debate sobre o marco regulatório da Inteligência Artificial.

Confira a matéria completa no Medicina S/A.

18 de fevereiro de 2026.

Abramed aponta tendências para 2026 em matéria do Labnetwork sobre o futuro da medicina diagnóstica

Inteligência artificial, interoperabilidade e eficiência operacional despontam como eixos centrais para a evolução dos laboratórios e da jornada do cuidado.

A Abramed participou de matéria especial publicada pelo LabNetwork que analisa as perspectivas para a medicina diagnóstica em 2026 e o novo papel dos laboratórios na jornada do cuidado. O conteúdo reúne visões de grandes grupos do setor e destaca as tendências que devem orientar o mercado diante de um cenário de maior complexidade clínica, pressão por eficiência e avanço acelerado das tecnologias em saúde.

Na reportagem, a diretora-executiva da Abramed, Milva Pagano, contribui com a leitura institucional sobre os principais vetores de transformação do setor, com ênfase na Inteligência Artificial, na interoperabilidade de dados, na eficiência operacional e na sustentabilidade do sistema de saúde. Segundo ela, os laboratórios iniciam 2026 em um ambiente mais desafiador, marcado por fatores regulatórios, macroeconômicos e pela necessidade de decisões cada vez mais baseadas em evidências.

Milva destaca ainda que o fortalecimento da governança, a qualificação das equipes e a adoção responsável de tecnologias aplicadas serão determinantes para ampliar o papel da medicina diagnóstica na prevenção, no acompanhamento contínuo da saúde e no cuidado integrado ao paciente. Iniciativas de interoperabilidade, incluindo a integração de dados em parceria com o Ministério da Saúde, são apontadas como essenciais para qualificar a jornada do cuidado, reduzir desperdícios e otimizar recursos.

Confira a matéria completa.

26 de janeiro de 2026.

Abramed contribui para matéria do Saúde Business sobre longevidade e sustentabilidade do sistema de saúde

A Abramed participou de matéria especial sobre os desafios e oportunidades da gestão do envelhecimento no Brasil, que analisa os impactos da longevidade sobre a sustentabilidade do sistema de saúde, a organização do cuidado e a economia. O conteúdo reúne dados demográficos, experiências nacionais e internacionais e reflexões sobre a necessidade de transição para modelos mais preventivos e integrados de atenção à saúde.

Na reportagem, a diretora executiva da Abramed, Milva Pagano, destaca o papel estratégico da medicina diagnóstica diante do envelhecimento populacional e do aumento da prevalência de doenças crônicas. Segundo ela, o diagnóstico precoce e preciso é determinante para antecipar riscos, orientar intervenções clínicas e reduzir a progressão para quadros mais complexos e de alto custo, contribuindo para a sustentabilidade do sistema e para melhores desfechos em saúde.

Milva ressalta ainda que a longevidade precisa ser tratada como um projeto estruturante, que articule prevenção, acompanhamento contínuo e integração entre os sistemas público e privado. Nesse contexto, a medicina diagnóstica atua como instrumento de resiliência social e econômica, ao fornecer dados que apoiam políticas públicas, planejamento assistencial e modelos de cuidado mais eficientes ao longo da vida.

A participação da Abramed reforça o compromisso da entidade com o debate qualificado sobre o envelhecimento da população, evidenciando a importância do diagnóstico como base para um cuidado mais sustentável, integrado e orientado por evidências em um país que envelhece de forma acelerada.

Confira a matéria completa

07 de janeiro de 2026