Grupo DMS Burnier apresenta campanhas sociais realizadas ao longo da pandemia

Empresa realiza ações na área social da medicina diagnóstica e comunitária

Em meio às complicações geradas pela pandemia na sociedade, a DMS Burnier segue o caminho da solidariedade, gerando grandes feitos para as pessoas que necessitam de ajuda. Dentre doações para comunidades e orfanatos, a empresa busca sempre ressaltar seus valores através de boas ações, assim, atingindo grandes números durante as campanhas.

“Sempre realizamos algumas ações pontuais de doação para instituições de caridade. Não existia frequência, metas, contrapartidas do DMS ou envolvimento de clientes. A pandemia deu mais significado a um de nossos Valores: Se colocar no lugar do outro. Assim, criamos nosso braço social: DMS VIDA & AÇÃO, que tem como principal objetivo, nas palavras de um dos fundadores, o dr. Renato, meu pai, retornar para a sociedade o que ela nos deu nestes 40 anos de existência.”, comenta Caio Duarte Hashimoto, diretor administrativo financeiro da DMS Burnier.

De fato, as ações da DMS foram apresentadas através de diversas campanhas solidárias. Dentre elas estão as campanhas do agasalho e brinquedos. A campanha do agasalho entrou visando arrecadar mais de 700 peças de roupas, entretanto, a meta foi superada, arrecadando mais de 1.983 peças de roupas para pessoas necessitadas que moram no bairro de Campo Grande, em Campinas (SP). 

Assim como os agasalhos, os brinquedos não ficaram em desvantagem e renderam 898 presentes. Desde o início, a principal meta da empresa era doar a mesma quantidade de brinquedos, em litros de leite. O foco principal eram crianças de orfanato, que estavam completamente isoladas devido à pandemia de Covid-19 e ganharam 900 litros de leite.

Os objetivos da empresa perpassam áreas, como medicina diagnóstica e abordam temas e problemas comunitários, “O objetivo principal das campanhas sociais da DMS Burnier está alinhado com os valores da empresa, de nos colocarmos sempre no lugar do outro. Não só dos nossos clientes, mas de toda a comunidade que participa da nossa cadeia de valor” completa Hashimoto.

Einstein deu suporte inconteste aos seus colaboradores durante pandemia

Entre funcionários e dependentes, a instituição somou quase 5 mil infectados e para o melhor controle desse cenário investiu em um monitoramento forte, promovendo assistência segura de forma remota

Considerando que a Covid-19 não é apenas um comprometimento clínico, visto que traz consigo impactos sociais, econômicos, comunitários e psicológicos, do mesmo modo que se vivenciou o lado triste, também se notou uma grande preocupação social que merece ser destacada. Durante a pandemia, o Hospital Israelita Albert Einstein buscou identificar as necessidades dos infectados e planejar ações para o acolhimento dos colaboradores e seus familiares. 

Foram envolvidos o Serviço Social e a equipe de Saúde Populacional e após o diagnóstico positivo, médico e enfermeiro responsáveis pelo contato com o colaborador, identificavam as necessidades para que a assistente social entrasse em contato. No total, o projeto fez a avaliação social de 4.726 pessoas com Covid-19 (97% sintomáticos). Além do suporte social e emocional, foram direcionados 1.362 kits de higiene e 298 cestas básicas a essa população. Importante frisar que foram somente dois óbitos neste grupo.

“Criamos um cinturão de segurança durante o qual foram realizados mais de 150 mil contatos para identificação das necessidades básicas das pessoas, inclusive daquelas que viviam nas comunidades e tinham dificuldade de manter o isolamento”, disse a Gerente Médica de Saúde Populacional e Saúde Corporativa do Hospital Israelita Albert Einstein, Raquel Dilguerian de Oliveira Conceição.

Nesta ação, o Einstein fez um mapeamento da força interna de trabalho, detectou necessidades básicas de alimentação em 30% da equipe, e para isso fez a opção de, mesmo com a pandemia, manter o refeitório aberto de modo a prover refeição de qualidade para todos. Para a comunidade, além de doação de cestas básicas, foram feitas captação e distribuição de máscaras e álcool gel para que as pessoas pudessem evitar a disseminação do novo coronavírus em casa.

A abordagem centrada no monitoramento e estratificação de riscos no ambiente de cuidado hospitalar, com foco na garantia de equidade para o atendimento de colaboradores e dependentes, encabeçou a responsabilidade social da instituição nesse período. Todos os casos graves de Covid-19 de colaboradores e suas famílias, por exemplo, poderiam receber atendimento na UTI do Einstein, caso necessário – isso foi determinante para que não houvesse nenhum óbito em 2020. 

A instituição atuou de diferentes maneiras no enfrentamento à crise do coronavírus. Outro exemplo foi a preocupação em atender a todos os pacientes, usando a gestão inteligente de leitos para responder às diferentes demandas. Houve rápida mobilização de todas as áreas, da assistencial à pesquisa, o que garantiu que a organização apresentasse respostas rápidas e eficientes.

“Além disso, atuamos para a criação ou expansão de estruturas em São Paulo voltadas ao atendimento via SUS – Sistema Único de Saúde, como: o hospital de campanha do Pacaembu – que  em dez dias estava com 216 leitos prontos para uso, sendo 16 de UTI, frutos de doações também da iniciativa privada; ampliação de leitos de UTI para pacientes infectados na Unidade de Pronto Atendimento do Campo Limpo e no Hospital Municipal Vila Santa Catarina; e uma nova ala para Covid-19 no Hospital Municipal Dr. Moysés Deutsch – M’Boi Mirim, com ajuda das empresas Ambev e Gerdau”, detalha a gerente.

Raquel conta que a solidariedade e atuação em parceria, inclusive entre setores público e privado, aconteceu em todas as frentes. O Einstein é parte, por exemplo, da Aliança para condução de estudo multicêntrico que é formada, além dele, pelo HCor, Hospital Sírio-Libanês, Hospital Moinhos de Vento, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Beneficência Portuguesa, Brazilian Clinical Research Institute (BCRI) e Rede Brasileira de Pesquisa em Terapia Intensiva (BRICNet). Denominada Coalizão Covid-19 Brasil, a iniciativa conduz estudos voltados a diferentes populações de pacientes infectados pelo novo coronavírus. Os achados dos estudos permitiram avanços no tratamento de pacientes com Covid-19.

Além de plataforma própria de telemedicina, que já vinha sendo utilizada desde 2012 e foi ampliada devido à pandemia, Raquel cita também o desenvolvimento de uma nova técnica de sequenciamento genético chamada Viroma, como outro destaque do investimento em inovação no combate à crise. Viroma foi o primeiro exame capaz de identificar novas variantes do SARS-CoV-2 no Brasil. 

“Padronizamos, também, um método de RT-PCR específico para detecção do coronavírus e foi a partir deste exame que o primeiro caso positivo de Covid-19 foi diagnosticado no Brasil, em nosso hospital. Por fim, em parceria, desenvolvemos um equipamento chamado Atmus que auxilia na prevenção da propagação do coronavírus e outros agentes infecciosos no ambiente hospitalar”, finaliza.

bioMérieux adotou campanha liderada por funcionários e doou 13 toneladas de alimentos na pandemia

 A cada R$ 1 real doado por colaborador, a empresa colocava mais R$ 2. Confira detalhes das ações sociais da companhia

Visando contribuir com a minimização dos impactos da pandemia de Covid-19, a bioMérieux – líder global em diagnóstico in vitro, parceira da Abramed, integra o time de empresas que promoveram ações sociais nesse período. A participação na saúde pública faz parte dos valores da companhia desde sua fundação e sua responsabilidade social em meio à crise ganhou forma com um único objetivo: auxiliar a quem precisa. Duas foram as preocupações nesses últimos meses: a resistência antimicrobiana ocasionada pelo uso indevido de antibióticos para tratamento da Covid-19 e os impactos alimentares na sociedade.

A bioMérieux tomou conhecimento do engajamento dos funcionários e decidiu aderir à iniciativa, organizando esforços para convidar todos que desejassem participar. Embora importantes, as ações foram amplamente divulgadas internamente, não ganhando tanto destaque fora dos muros da companhia.

“O principal desafio foi como seria coordenar o processo de transformação das doações efetuadas por cada colaborador, acrescida de dois reais por parte da empresa para cada real doado pelos funcionários, revestidos em mantimentos para as pessoas que desejávamos beneficiar – especialmente com a adoção das medidas de prevenção da Covid-19”, explica o gerente médico da bioMérieux, Bernardo Silveira Barros.

Barroso detalhou que após se identificar diferentes ONGs com experiência na distribuição de alimentos, foram doadas cerca de 13 toneladas de itens para serem distribuídos geograficamente às regiões carentes ao redor do Brasil. Buscaram-se organizações que tivessem foco em populações e regiões mais atingidas pela Covid-19, como o estado do Amazonas e bairros carentes de São Paulo. Novas campanhas de arrecadação devem ser organizadas enquanto a pandemia persistir.

Além de colaborar com o empenho dos funcionários, a matriz da bioMérieux disponibilizou valores a cada uma de suas filiais para poderem contribuir localmente independente de outras ações que estivessem a ocorrer ali. “Já existe essa tradição na empresa, que na década de 1970 doou 100 milhões de doses da vacina da meningite para imunizar toda a população brasileira na epidemia que ocorria à época”, lembra Barros.

Preocupada em ampliar seu olhar para além da medicina diagnóstica e, primeiro, sobre seus colaboradores, ainda no início da crise provocada pelo coronavírus, a bioMérieux determinou o fechamento dos escritórios e migração para o trabalho remoto – nos setores não-críticos, pois as fábricas e centros de pesquisa não podiam parar para suprir o mercado com os exames para Covid-19 e outras doenças. Em ambos, foram introduzidas medidas preventivas e de isolamento no possível.

Segundo o gerente médico, a empresa também assumiu o compromisso de não realizar demissões, independente de qual fosse o impacto da Covid-19 nos negócios – tranquilizando toda a equipe para se esforçar ao máximo na busca por soluções diagnósticas para a pandemia.

“Diversos laboratórios se aliaram com a bioMérieux para disponibilizar rapidamente os testes diagnósticos para Covid-19 com máxima presteza. Além disso, foram firmadas parcerias com indústrias farmacêuticas, oferecendo nossa tecnologia para fazer o diagnóstico de Covid-19 em estudos para identificar medicamentos que pudessem combater a evolução da, então, nova doença”, ressaltou Barros.

Para auxiliar no enfrentamento da pandemia, bioMérieux também reforçou uma interface entre o laboratório e os clínicos, que leva rapidamente os resultados de testes – especialmente de microbiologia (crescimento e análise de microorganismos) – para que as decisões sobre uso ou retirada de antibióticos seja tomada da maneira mais eficaz possível.

Ações sociais do Fleury no enfrentamento da pandemia

Responsabilidade com colaboradores e investimentos em P&D são marcas do Grupo nesse período

A pandemia de Covid-19 impactou absolutamente todos os setores da economia e toda a população brasileira. A responsabilidade social tornou-se ainda mais importante para proteger a população tanto do coronavírus – através de políticas públicas e ações de saúde – quanto da crise econômica que assolou inevitavelmente o país. Nesse cenário, o Grupo Fleury atuou em algumas frentes exercendo seu protagonismo para além da medicina diagnóstica, através de uma abordagem focada em cinco pilares: Saúde Pública; Colaboradores; Filantropia; P&D; e Empresas.

Primeiramente, após um rápido desenvolvimento da metodologia de detecção COVID RT-PCR pela equipe de P&D – Pesquisa & Desenvolvimento, a empresa optou, a princípio considerando a escassez do teste no mercado, priorizar a oferta do teste, a preço de custo, para os hospitais, considerando que os pacientes de maior gravidade e que necessitavam rápido diagnóstico estavam nesse ambiente. À medida que a oferta se tornou maior, o teste foi ofertado nas unidades de atendimento do Grupo.

Segundo o Gerente Sênior de Sustentabilidade e Segurança Ocupacional do Grupo Fleury, Daniel Marques Périgo, em todo o momento buscou-se apoiar os colaboradores e familiares em função da crise sanitária e econômica decorrente da epidemia. O serviço de saúde do Grupo – Viver Melhor – foi ampliado, em especial as iniciativas de saúde mental, com a expansão das agendas de apoio psicológico (programa Acolher), ações de mindfulness, yoga, meditação, entre outras.

“Também foram oferecidas aulas online de alongamento e outras modalidades. Foram realizados mais de 130 mil atendimentos no programa Viver Melhor. Criamos também o benefício Rede de Apoio, e durante três meses ofertamos R$ 150 por criança para colaboradores com salário de até R$ 6 mil. O projeto Interestellar focou na criação de um ambiente de home office e home working saudável para a atuação dos colaboradores que trabalharam nessa modalidade, tais como auxílio energia elétrica e internet, disponibilização de equipamentos ergonômicos, etc. E o Grupo aderiu ao Movimento Não Demita, não realizando desligamentos até a data final do compromisso”, elencou Périgo.

No quesito filantropia, foram realizadas campanhas relacionadas à crise sanitária e econômica, doações de exames Covid-19 para instituições filantrópicas e governamentais, ações de voluntariado remoto para manter o espírito de solidariedade entre os colaboradores, apoio por telemedicina para comunidades que necessitavam de orientação sobre a pandemia, aportes via benefício fiscal e adesão a compromissos voluntários relacionados ao tema.

Ao longo de 2020 o Fleury investiu mais de R$ 14 milhões em pesquisa e desenvolvimento, trabalhando, inclusive, com a criação do teste de proteômica, técnica que permite uma maior estabilidade das amostras, o que é excelente para a testagem em regiões mais afastadas onde há maior tempo de transporte.

Segundo Périgo, foram desenvolvidas parcerias para validação de protocolos de medicamentos e vacinas, apoio na validação de testes de detecção de Covid-19, mapeamento soroepidemiológico da cidade de São Paulo, segunda opinião gratuita de exames de tomografia para hospitais públicos, lives e webinares para disseminação de conhecimento acerca da doença do coronavírus para médicos e população em geral.

Ainda houve validação de produtos e serviços de apoio às empresas para testagem de seus colaboradores, criação e validação de protocolos assistenciais e de retorno ao trabalho.

Algumas iniciativas do Grupo merecem destaque por atingirem mais de 40 mil pessoas, com a participação de mais de 2 mil voluntários da empresa. Confira as principais:

  • Telecorona solidário: atendimento via telemedicina, em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, para a comunidade do bairro da Bela Vista (SP), fornecendo orientações e esclarecendo dúvidas sobre a Covid-19;
  • Campanha Corona no Paredão, Fome Não: campanha de doação financeira para aquisição de cestas digitais para comunidades no país em parceria com a ONG Gerando Falcões. A cada real doado, o Grupo Fleury dobra o valor;
  • Campanha Salvando Vidas: campanha do BNDES de apoio a hospitais filantrópicos para compra de EPIs e oxigênio medicinal. O Grupo doou R$ 1 milhão;
  • Adesão ao movimento Unidos pela Vacina: encabeçado pelo grupo Mulheres do Brasil, disseminando conhecimento e incentivando à vacinação contra a Covid-19;
  • Outubro Rosa: tradicional ação anual de abertura de unidades do Grupo em vários estados para realização de exames a pacientes sem planos de saúde, ONGs e hospitais filantrópicos;
  • Campanhas de arrecadação de alimentos e outros produtos para ONGs nos locais onde temos atuação; doação de máscaras para hospitais da Baixada Fluminense (RJ);
  • Desenvolvimento de protocolos de retorno ao trabalho para a ONG Instituto Acaia, em parceria com o Hospital Beneficência Portuguesa (SP);
  • News Solidária: news mensal para os colaboradores do Grupo com oportunidades de atuação em voluntariado remoto;
  • Adote um idoso: apoio emocional a distância para idosos em instituições de longa permanência por meio da troca de mensagens e vídeos;
  • Colabinar: ação de voluntariado de colaborador para colaborador, nas quais colaboradores podem ensinar outros sobre diversos temas;
  • Doações de testes Covid: doação ou subsídio, em parceria com empresas, para realização de exames de RT-PCR e sorologia de Covid-19 para ONGs e instituições governamentais. Foram realizados mais de 40 mil exames em 2020; e,
  • Doação de R$ 2 milhões em projetos de leis de incentivo.

A solidariedade no setor de medicina diagnóstica tem sido intensa nos últimos meses. Empresas de diversos portes e até mesmo concorrentes se uniram em prol de um único propósito.

O Fleury se aproximou de marcas como Coca-cola, Coca-Cola Femsa e Bradesco Saúde para doação de quase 25 mil exames RT-PCR ao governo do estado de São Paulo; realizou parceria com a Cielo para realização de 5 mil exames de testagem para funcionários do Instituto do Coração (InCor) e das Casas André Luiz; fez parceria com o Fundo Todos pela Saúde para realização de 11.500 exames RT-PCR para funcionários e assistidos de instituições de longa permanência no país; com Ibope Inteligência, Instituto Semeia e Todos pela Saúde para realização do perfil soroepidemiológico da cidade de São Paulo, mapeando a prevalência da infecção por SArs-COV-2 no município de São Paulo para subsidiar políticas públicas.

“Também houve parceria com o projeto Fapesp Covid-19 Data Sharing/BR, um repositório de informações clínicas da Covid-19, criado pela Fapesp, para compartilhar informações clínicas de pacientes para subsidiar pesquisas científicas; o desenvolvimento do Projeto Radvid, ação organizada por radiologistas de todo o país com o intuito de criar um banco de dados com exames de raios-X e tomografia de tórax e ajudar profissionais de saúde no diagnóstico de casos de Covid-19; e a parceria Kunumi, para desenvolver algoritmos para identificação e comparação de padrões de componentes sanguíneos avaliados em hemogramas”, completa Périgo.

Grupo Sabin: responsabilidade social com coragem, resiliência e cuidado

Um ano marcado pelos reflexos da pandemia na economia global. É assim que especialistas de diversos setores do mercado resumem 2021 e destacam como a maior crise sanitária que também provocou mudanças significativas no mindset das lideranças das grandes companhias.

No Brasil, empresas se uniram em uma verdadeira corrente de solidariedade e reforçaram seu compromisso social, dedicando atenção especial aos mais vulneráveis. Um exemplo disso vem de Brasília, o Grupo Sabin. Movido pelo propósito de inspirar pessoas a cuidar das pessoas, a empresa abraçou uma série de iniciativas importantes no enfrentamento à pandemia, indo além da atuação na área de medicina diagnóstica.

“Nos unimos à campanha ‘Vacinar é um ato de cuidado!’ – campanha estadual de vacinação contra a Covid-19 e com o nosso Programa de Voluntariado Corporativo do Sabin conseguimos mobilizar quase 3 mil colaboradores nessa corrente do bem para vacinação da população. Foram mais de 23 mil horas de trabalho e 58 mil doses aplicadas. Também cedemos três espaços de atendimento drive-thru para garantir a imunização aos sábados e domingos, durante 6 meses consecutivos”, celebrou a Presidente Executiva do Sabin, Lídia Abdalla.

A empresa também somou forças com o Movimento Unidos pela Vacina, que tem como madrinha a cofundadora do Sabin, Janete Vaz, em parceria com a ONG Grupo Mulheres do Brasil DF, computadores e insumos foram doados para a produção de equipamentos de proteção individual (EPIs), ajudando na produção das peças de proteção desenvolvidas na Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap).

Empresa da alma feminina, o Sabin investiu na reestruturação do seu aplicativo e inseriu a ferramenta “Quebre o Silêncio”, funcionalidade semelhante ao “botão do pânico”, dando a oportunidade de fazer denúncias contra violência doméstica. “Também lançamos a campanha “Quarentena sem violência”, entregando às nossas colaboradoras um guia com orientações sobre como atuar diante de uma situação de violência ou ajudar pessoas que enfrentam este tipo de prática” detalhou a executiva.

Junto com o Grupo Fleury, o Sabin lançou também o movimento “Coração de Mulher”, para alertar as mulheres brasileiras à importância dos cuidados com a saúde do coração, e apoiou as os movimentos “Vamos Virar o Jogo” e “Não Demita’, inspirando outras companhias com alternativas para manutenção dos empregos e ações de retomada. O Grupo também criou um novo protocolo de comunicação humanizada para pacientes positivos Covid foi implementado para que os especialistas da empresa estabelecessem uma comunicação humanizada e focada nas orientações de saúde para apoiar os pacientes que testaram positivo na sua jornada de cuidados, resultando em quase 300.000 pessoas atendidas.

A pandemia provocou uma transformação social e corporativa ainda não vista na nossa história recente e nos inseriu em um contexto de transformações profundas e significativas para as sociedades e para o mundo corporativo. Vimos cada vez mais as companhias e organizações valorizando ainda mais a atuação pautada pela ética, respeito e pela responsabilidade social. Foi uma virada de chave. Uma quebra de paradigmas que deve se perpetuar nos próximos anos e contribuir ainda mais na trilha de novos projetos”.

O olhar aos mais vulneráveis ficou ainda mais sensível diante das adversidades da pandemia e influenciou a adoção de medidas nas cinco frentes de atuação no campo da inovação e assistência social. Por meio do Instituto Sabin, seu braço social a empresa apoiou iniciativas e abraçou parcerias que deram a mais de 277 organizações sociais no Brasil a possibilidade de fazer com que milhares de brasileiros pudessem viver com mais dignidade.  Além de ser a primeira empresa de Medicina Diagnóstica a integrar as notificações da COVID-19 à Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), do Ministério da Saúde, o Grupo apoiou mais de 1200 organizações com protocolos de triagem, testagem e monitoramento, além da integração com protocolos sanitários para a retomada de diferentes setores da economia de forma segura e responsável.

A inovação no DNA da empresa permitiu ainda fortes investimentos em tecnologia, inovação para acelerar projetos que resultaram na expansão dos canais de atendimento para melhorar a experiência dos clientes, lançou novos modelos de serviços e integrou à sua plataforma e-commerce unidades especializadas para exames da Covid. “Expandimos nossa plataforma de testagem e capacidade produtiva e nos tornamos ainda mais eficazes e preparados para superar desafios logísticos e garantir insumos e reagentes para realização de testes em todas as regiões do Brasil”.

Em Brasília, a empresa lançou o Skyhub, o 1º hub de inovação dentro de uma empresa de Medicina Diagnóstica no Brasil, e assim contribui com startups de todo o país e fortalece o ecossistema de inovação no país. Outro negócio da empresa foi o fundo de investimentos lançado em parceria com o Grupo Fleury, o Kortex Venture, um dos maiores fundos de Corporate Venture Capital de Saúde no Brasil, que destina aportes em startups nacionais e estrangeiras, com foco em empresas de saúde e tecnologia para saúde.

Para contribuir com a democratização do acesso à saúde de qualidade aos brasileiros, o Sabin lançou o Rita Saúde. Desenvolvido dentro do conceito de saúde 5.0, em que as pessoas estão no centro do cuidado, o centro de saúde digital promove acompanhamento integral de toda a jornada do paciente, por meio de plataforma de telemedicina, uma modalidade que permite a interação de toda a rede médica durante os cuidados com a saúde. “São investimentos dedicados a inovação e à responsabilidade social nos últimos anos que nos permitem cumprir nossa missão de entregar serviços de saúde com excelência e reforçar nosso compromisso com clientes, cadeia produtiva e toda a comunidade”, concluiu a Presidente Executiva.

“Telepredicina” : um remédio para o sistema de saúde

Artigo assinado por Caio Soares*

Ao longo do último ano, nunca antes no cenário da saúde havíamos ouvido falar tanto de todos os termos iniciados com o prefixo “tele”: telemedicina, teleatendimento, teleconsulta, teleassistência, teleoperação, telemonitoramento. Da mesma forma, a discussão e a percepção dos impactos, dos prós e contras, extrapolaram as barreiras das instituições de saúde e do âmbito governamental para entrar em rodas de discussões da população em geral.

No entanto, existem alguns impactos, que muitas vezes não são tão evidentes, em especial para quem não está no dia a dia. Além de facilitar o acesso e aumentar a velocidade com que o paciente é cuidado, entregar resolutividade, aumentar a segurança e evitar desperdícios, outra grande vantagem da telemedicina é antecipar cenários, algo crucial quando estamos falando sobre saúde de populações.

Apelidei esse conceito de “telepredicina”. Parece até nome de medicamento, o que não deixa de ser.  Afinal, essa predição pode ser de fato um remédio para o sistema de saúde. Isso porque, quando partimos para um lado mais analítico, a telemedicina revela informações que nos ajudam a corrigir rotas, a nos prepararmos, prevermos aumentos ou quedas de demanda. Explico o motivo.

Segundo dados extraídos das bases da Associação Brasileira de Empresas de Telemedicina e Saúde Digital – a Saúde Digital Brasil (SDB), de março do ano passado a abril deste ano, foram mais de 7,5 milhões de atendimentos. Destes, 87% foram primeiras consultas, evitando as famosas idas desnecessárias e até identificando por meio de exames a necessidade de um atendimento em unidade hospitalar.

Aliás, uma das grandes capacidades que a telemedicina tem é de absorver um atendimento que seria tradicionalmente direcionado às estruturas mais complexas. Ela assume o papel dos prontos-socorros, que são em geral a porta de entrada do sistema, mas que foram desenhados para atender a um nível de complexidade superior ao que a grande maioria das pessoas realmente precisa.

Obviamente, todos que por ali chegam terão as suas queixas acolhidas. No entanto, ao mesmo tempo, essas pessoas estão usando um recurso de grande complexidade estrutural, quando, na verdade, a real necessidade seria de uma unidade de atendimento de grande densidade de conhecimento, capaz de resolver, na maioria dos casos, o problema, ou então encaminhar para um serviço  mais especializado, já muito certeiro.

Sendo assim, pode-se dizer que, além de desafogar essa estrutura complexa e evitar tanto a subutilização de especialistas quanto a superutilização do sistema, a telemedicina, pela agilidade que proporciona e pelo volume de dados que registra, consegue evidenciar, do ponto de vista populacional, os movimentos que acontecem de saúde e o adoecimento com alguma antecedência.

Isso, inclusive, mostrou-se verdadeiro durante a pandemia, quando tivemos um volume de atendimento muito grande e conquistamos a capacidade de acompanhar os indicadores que eram obtidos nas consultas online e compará-los com dados de atendimentos presenciais nas unidades ambulatoriais e hospitalares presenciais. Fazendo uma análise estatística com base nas curvas de crescimento dos atendimentos via telemedicina, no caso da Covid-19, por exemplo, percebemos que eles permitem antecipar a informação entre cinco e sete dias em relação ao que é observado no presencial.

Enquanto os números oficiais mostravam regressão e estabilidade, os da telemedicina apontavam crescimento. E temos visto isso se repetir constantemente, nas últimas quatro ou cinco semanas, com um aumento sistemático de casos entre 15% e 30%. Seria este uma predição do que está por vir e que impactará o sistema como um todo, mais uma vez?

Estamos falando apenas desta pandemia, que tem proporções assustadoras. Da mesma forma, a  telemedicina poderia ajudar a antecipar também outras variações e demandas do sistema de saúde (público e privado) de doenças e/ou surtos. Sabemos que as tendências dizem muito a respeito de epidemias e pandemias. Ou seja, é algo diretamente proporcional – se muitas pessoas entram no sistema com a mesma queixa, é (ou pode ser) um valioso sinal de alerta. Significa que tem algo errado. E aí voltamos para a questão de quanto a tecnologia pode ser preditiva e antecipar o que pode acontecer.

Posto isso, já parou para pensar quanto dinheiro, quantos recursos e, principalmente, quantas vidas poderiam ser poupadas, se a tecnologia for utilizada da forma correta e em todo seu potencial? O benefício é para todo mundo. O ganho é para o gestor, é para o sistema de saúde, é para o paciente e para o médico. A telepredicina, a telemedicina, a teleconsulta, o uso da tecnologia, ou como preferirem chamar, são definitivamente bons remédios para a nossa saúde.

*Caio Soares, vice-presidente da Saúde Digital Brasil –  Associação Brasileira de Empresas de Telemedicina e Saúde Digital

Outubro Rosa e Novembro Azul – Prevenção sempre será o caminho

O calendário de saúde nacional dedica dois meses inteiros à prevenção de duas das doenças que mais matam no mundo: câncer de mama e câncer de próstata. Com campanhas como o Outubro Rosa e o Novembro Azul, o país fortalece a cultura da prevenção, atitude que é sempre  o melhor caminho para garantir a saúde e a qualidade de vida populacional.

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA) a prevenção está ligada a duas abordagens distintas. A primeira é impedir que o câncer se desenvolva, ou seja, evitar a exposição aos fatores de risco adotando estilos de vida mais saudáveis. A segunda está em detectar e tratar doenças pré-malignas ou cânceres ainda quando são assintomáticos e estão sem seus estágios iniciais. E nesse momento a medicina diagnóstica assume papel extremamente relevante.

O INCA estima que em 2021 tenhamos cerca de 66.280 novos casos de câncer de mama no país, doença que mais causa a morte das brasileiras. Após investir em uma vida mais saudável, cortando hábitos ruins como o tabagismo, o consumo de bebidas alcoólicas e o sedentarismo, as mulheres precisam se lembrar de manter os seus exames preventivos em dia.

A mamografia – radiografia capaz de detectar alterações mamárias – é um exame de rotina que contribui com o rastreamento do câncer de mama e permite a identificação da doença antes do surgimento de qualquer sintoma. No Brasil, a recomendação das autoridades é que mulheres de 50 a 69 anos realizem uma mamografia a cada dois anos. 

São inúmeros os desafios que o país enfrenta para garantir acesso à mamografia a todas as suas mulheres. Além do fato de que somente um em cada cinco municípios brasileiros tem um mamógrafo, o que nos leva a um vazio assistencial regionalizado, a pandemia tornou-se um novo empecilho para a prevenção do câncer de mama.

Muitas mulheres que estão na faixa etária para o rastreamento da doença deixaram de realizar o exame. Segundo dados do Painel Abramed – O DNA do Diagnóstico, somente nas empresas que integram a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) – que em 2019 representaram 56,4% do total de exames realizados na saúde suplementar – entre março e novembro de 2020 houve diminuição de 53,1% na quantidade de mamografias quando comparado com o mesmo período do ano anterior.

Com o maior conhecimento acerca da disseminação do novo coronavírus, bem como com o avanço da testagem e o início da vacinação, o panorama começou a melhorar e as mulheres gradualmente voltaram às consultas, laboratórios e clínicas de imagem. Porém, a campanha segue sendo ainda mais necessária para lembrar a todos que mesmo diante de uma doença infecciosa como a covid-19, as outras doenças não deixam de existir.

No âmbito do câncer de próstata, o cenário não é muito diferente. Segundo tipo de câncer mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma) tendo matado, segundo o INCA, quase 16 mil brasileiros em 2019, a doença também carece de detecção precoce. Ao diagnosticar nos estágios iniciais, as chances de sucesso no tratamento aumentam consideravelmente.

Para essa detecção precoce estão disponíveis exames clínicos, laboratoriais, endoscópicos ou radiológicos e o rastreamento de homens assintomáticos é feito pelo toque retal e pelo exame de sangue para avaliação da dosagem de PSA (antígeno prostático específico).

Durante a pandemia, os homens também se afastaram dos cuidados com a saúde e deixaram de realizar seus exames. Dados levantados pela Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed) analisando relatórios do Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS do Ministério da Saúde referentes aos procedimentos realizados entre janeiro e agosto de 2020 e comparando-os com as quantidades de testes no mesmo período de 2019, apontou queda média de 34,4% no número de exames de PSA.

Outros dois exames de imagem também relacionados ao diagnóstico da patologia, ultrassonografia de próstata por via abdominal e por via transretal, apresentaram queda de 37,8% e 35,7% respectivamente. Já a biópsia reduziu 22,7% no período.

Os números nos levam à percepção de que a pandemia de covid-19 fez o país dar um passo atrás na cultura da prevenção dessas doenças. O momento é de reforçar a importância do autocuidado, dos exames preventivos, e dos benefícios do diagnóstico precoce junto à população.

Presidente da Abramed é fonte de reportagem do Jornal O GLOBO

No último domingo, 24/10, foi dia de #AbramedNaMídia no #OGlobo. A edição do jornal trouxe reportagem sobre o avanço da ANS em programa para monitorar hospitais. Em meio a escândalo recente, que levantou debate sobre planos de saúde, a Agência cria avaliação de unidades e iniciou esta semana a fase final de teste do Programa da Qualidade de Monitoramento da Assistência Hospitalar, que começou a ser formatado em 2018.

Em entrevista, o presidente da Abramed, Wilson Shcolnik, ressaltou que há uma década a ANS vem discutindo qualificação, mas até agora esses programas ainda não mostraram grande efetividade. É preciso acelerar e dar os incentivos corretos para uma adesão maciça. Os hospitais são importantes, mas a maioria dos atendimentos aos consumidores são feitos em laboratórios e clínicas. Para se ter uma ideia, são mais de 12 bilhões de exames laboratoriais por ano. Leia a matéria na íntegra AQUI.

Abramed é destaque em reportagem do Valor Econômico

No dia 28/10, a Abramed teve amplo destaque no jornal Valor Econômico, em caderno especial dedicado ao tema Medicina Diagnóstica. O veículo ressaltou que investimentos em pesquisa e tecnologia, além de aquisições alteram o perfil do setor de medicina diagnóstica no Brasil. Além disso, outra matéria ressaltou a busca do segmento para governança de dados e mencionou que no início de outubro, a Associação lançou o Guia de Boas Práticas em Proteção de Dados para o Setor de Medicina Diagnóstica, desenvolvido pelo comitê de proteção de dados da entidade. 

Também fomos citados em texto sobre o debate de testes rápidos fora do laboratório, onde a Abramed ratificou a sua preocupação com a falta de parâmetros de segurança neste âmbito.

Em reportagem sobre dificuldade dos laboratórios menores, o jornal mencionou que como os grandes grupos, as empresas de pequeno e médio portes de medicina diagnóstica têm como principal fonte de receita as operadoras de saúde e que a Abramed aponta que 80,9% da receita do setor vem dos planos de saúde, o que, em tese, traz a segurança necessária para bancar despesas e investimentos. Segundo Wilson Shcolnik, presidente do conselho de administração da Associação, “o principal limitador para a operação dos pequenos é a necessidade de investimento constante em tecnologia. O que não significa que não haja espaço para eles”. 

O acesso às matérias é feito somente por assinantes.

Medicina diagnóstica, personalizada e especializada é o caminho

Durante o Fórum Internacional de Lideranças da Saúde (FILIS), refletimos sobre a Medicina Diagnóstica e a construção do sistema de saúde do amanhã. Tendências do setor, avanços da Oncologia e dos exames de alta especialização estiveram na pauta.

29 de outubro de 2021

Ao longo dos anos, observamos como a ANS tem incorporado, no rol de cobertura, exames de alta complexidade, principalmente de Genética, Genômica e Biologia Molecular. Para o diretor-presidente do Grupo Pardini, Roberto Santoro, o movimento gera acesso aos diagnósticos complexos, e também desafios aos provedores desses exames. “É o que já estamos fazendo no Grupo Pardini, com a oferta de mais de 8 mil exames, um dos maiores portfólios do país, para os quatro cantos do país”, pontuou.

Viabilizar acesso à saúde significa, antes de tudo, estar presente de forma abrangente. Com essa percepção atrelada ao seu propósito, o Grupo Pardini anunciou, em junho, a aquisição de 100% do laboratório Paulo C. Azevedo. Líder no mercado de Medicina Diagnóstica (PSC) no estado do Pará, com 80 anos de reputação, o laboratório conta com 22 unidades, localizadas em Belém e em outros seis municípios. Referência em Análises Clínicas, Anatomia Patológica e Onco-hematologia, responde também pelo atendimento a quatro hospitais na região Norte do país. “A convergência em expertises fortalece a cadeia de saúde no Norte do Brasil e marca a estratégia do Grupo Pardini de reforçar sua presença em todas as regiões do país”, destacou Santoro.

Em agosto, a companhia anunciou a aquisição integral do laboratório APC, referência no Brasil em painéis de imuno-histoquímica e hibridização “in situ”, realizadas em biópsia de peças cirúrgicas com amplo espectro de diagnóstico em Oncologia. Com a aquisição, o Pardini amplia a oferta dos exames especializados a todo o país por meio de hospitais, médicos, indústria farmacêutica, e dos mais de 6 mil laboratórios parceiros Lab-to-Lab.

Desde 2012 o Pardini vem adquirindo laboratórios de alta credibilidade e especialização. A companhia percorreu esse caminho em Goiânia (GO), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), assumindo laboratórios de alta especialização e fortalecendo o mix de serviços direcionados ao paciente, incluindo exames de alta complexidade e de Medicina Personalizada.

O movimento responde às estimativas que apontam para o crescimento dos exames de alta especialização. Um exemplo é a Anatomia Patológica. A ANS e o SIA DATA SUS sinalizam que, nos últimos cinco anos, esse mercado deva crescer, aproximadamente, 11,3%, chegando a R$ 1 bilhão por ano. Desse montante, 36% da receita e 10% dos procedimentos estão vinculados à alta complexidade. O cenário reforça que demandas complexas exigem respostas cada vez mais precisas. Um caminho de atenção e compromisso de levar acesso ao diagnóstico especializado.